15/03/2021
🆕️ A Procura por terrenos, sítios e fazendas faz à venda no Brasil crescer 52% na OLX
O Centro-Oeste foi a região que registrou maior variação na demanda no terceiro trimestre de 2020 O setor imobiliário brasileiro segue em crescimento durante a pandemia do coronavírus, sendo beneficiado pelas baixas taxas de juros e alta disponibilidade de crédito.
A OLX, uma das maiores plataformas de compra e venda online do país, vem acompanhando as tendências desse mercado e realizou levantamento para avaliar o interesse por terrenos, sítios e fazendas.
Segundo os dados, a procura por esses tipos de imóveis que estão à venda cresceu 52% no terceiro trimestre de 2020, em relação ao mesmo período do ano passado. Enquanto isso, o aluguel teve alta de 47% na demanda na mesma comparação.
Marcos Leite, general manager do ZAP+ na OLX Brasil, explica que a demanda por imóveis fora das grandes cidades cresceu durante a quarentena:
“Com muitas empresas e escolas adotando regimes de trabalho e ensino à distância, houve uma flexibilização na necessidade de morar perto desses locais. Isso, aliada à recomendação de praticar o distanciamento social, fez com que muitas famílias buscassem um refúgio em sítios e fazendas, ou mesmo procurassem terrenos para construir uma casa em outro cenário.”
O levantamento da OLX também avaliou o aumento na procura por terreno, sítio ou fazenda nas regiões do Brasil, levando em consideração tanto a venda como o aluguel.
O Centro-Oeste foi a que registrou maior variação na demanda no terceiro trimestre de 2020, na comparação com o mesmo período do ano passado, com alta de 66%. É seguida pela região Sudeste, com crescimento de 54%, Nordeste, de 53%, Sul, de 46%, e Norte, de 35%.
O Sudeste teve a maior base de usuários da plataforma procurando por esses imóveis (43%) no terceiro trimestre de 2020, conforme a tabela abaixo. Em relação aos estados, a maior variação na demanda por venda e aluguel no terceiro trimestre de 2020, na comparação com o mesmo período do ano passado, foi registrada no Distrito Federal (89%) seguida por Goiás (69%) Minas Gerais e Santa Catarina (ambos com 63%). Fonte Money Times
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