New Concept A New Concept, como o próprio nome já diz, é um novo conceito de empresa. Estamos à disposição para esclarecer eventuais dúvidas e aguardamos o seu contato!

Somos uma empresa que atua no ramo de soluções em áudio, vídeo e
automação residencial, com experiência no segmento a quase 10 anos. Nossa empresa está preparada para atender clientes de pequeno, médio e grande porte, oferecendo sempre soluções inteligentes e atuais para quem deseja montar um projeto. Os produtos utilizados em nossos projetos primam sempre por marcas sérias e respeitadas no mercad

o, proporcionando aos nossos clientes qualidade e garantia. Nossa empresa atualmente conta com uma assistência técnica voltada para os produtos que oferecemos, dessa forma, nossos clientes sempre terão a tranqüilidade no caso de um eventual problema técnico. Podemos contribuir de forma positiva para seu projeto, com serviços realizados de acordo com as normas de qualidade que prezamos dentro da nossa organização. Buscamos estabelecer uma relação transparente com nossos clientes, oferecendo suporte através do atendimento diferenciado, com atendimento em horário comercial de segunda a sexta e atendimento emergencial aos finais de semana e feriados, através
dos telefones ou no local.

UMA VIAGEM PELOS 100 ANOS DE HISTÓRIA DO ÁUDIONão importa se você cresceu ouvindo MP3 num iPod, ou se na sua infância ha...
29/08/2018

UMA VIAGEM PELOS 100 ANOS DE HISTÓRIA DO ÁUDIO

Não importa se você cresceu ouvindo MP3 num iPod, ou se na sua infância havia uma jukebox ou discos de vinil 78RPM (rotações por minuto): com certeza mudou a forma de ouvir música durante a sua vida. Nesta história, vamos viajar pelos 100 anos de evolução dos sistemas de áudio, começando com o velho hábito de ficar de ouvido colado ao rádio até as várias formas atuais de streaming. Cada passo dessa evolução tem a ver com o contexto, os formatos de reprodução e o estilo de vida de sua época. É uma viagem fantástica pela memória de todos nós.

CONSOLES DE RÁDIO (1920)
Antes da TV e da internet, as pessoas costumavam se reunir na frente de um receptor de rádio para ouvir notícias e programas de entretenimento. Após os avanços técnicos na amplificação e na transmissão de sons, ocorridos durante o período da 1° Guerra Mundial, as primeiras emissoras de rádio surgiram nos EUA nos anos 1920, transformando-se rapidamente no principal meio de comunicação de massa em todo o mundo. O rádio revolucionou a forma como se consumia informação. Grandes consoles de madeira como o da foto passaram a ser o centro das atenções nas residências. Famílias e amigos se reuniam na sala para acompanhar programas jornalísticos, esportivos, humorísticos e musicais, via AM ou FM. E, assim como ocorre hoje com a internet, nem sempre era possível distinguir fatos reais da ficção. Em outubro de 1938, o produtor e apresentador Orson Welles decidiu adaptar o clássico Guerra dos Mundos, de H.G.Wells, famosa da literatura de terror, para a rádio CBS, de Nova York. Houve pânico em algumas áreas da cidade, com muitos ouvintes acreditando realmente que estava acontecendo uma invasão alienígena.

TOCA-DISCOS (1920)
Na verdade, os primeiros players haviam surgido no final do século 19, a partir de experiências do grande inventor Thomas Edison e sua equipe. Mas o aparelho como se conhece hoje começou a ser comercializado em meados dos anos 20, quando os discos de 78 rotações foram padronizados nos EUA. Eram maiores que os LPs (long-playing) de 33 rotações surgidos anos mais tarde, e também comportavam menos tempo de conteúdo gravado. Foi a primeira vez que se conseguiu preservar na íntegra os sons da música clássica, das primeiras bandas de jazz e da música pop que então se ouvia. Cada lado do disco continha uma música, no máximo duas. A operação do player era toda manual, e o som saía por uma espécie de corneta, já que ainda não existiam os alto-falantes. Quem então poderia imaginar que quase um século depois o vinil reconquistaria boa parte de sua popularidade?

SISTEMA HI-FI (1950-1960)
Após a 2° Guerra Mundial, com o crescimento das áreas urbanas, a sala de estar passou a ser o principal espaço das casas, estimulando as pessoas a investir para modernizá-la. Era hora de substituir os velhos rádios por aparelhos maiores e com mais recursos: toca-discos e receptor de rádio combinados no mesmo módulo, com poderosos alto-falantes alimentados por amplificadores elétricos. Surgiram inúmeras variações de estilo, algumas inclusive acomodando um televisor, que começava a se popularizar. Passou a ser comum um casal tomar um drink e se acomodar diante do seu Hi-Fi (abreviação para “alta fidelidade”, em inglês), para ouvir suas músicas favoritas, seus programas de rádio e – agora também – seus shows na TV.

GRAVADORES DE ROLO (1950)
Com o lançamento comercial da fita magnética, a maior parte das gravações musicais passou a ser registrada nesse suporte – e isso permaneceu até os anos 1980. Muitos talvez não se lembrem, mas os primeiros aparelhos de uso residencial à base de fita foram os reel-to-reel (que no Brasil foram apelidados “gravadores de rolo”). Logo conquistaram a preferência dos audiófilos, pela impecável fidelidade das fitas na reprodução analógica, superior à do vinil.

SISTEMA ESTÉREO (1960)
Com o desenvolvimento das tecnologias, surgiram vários formatos de reprodução de áudio. A tendência entre os jovens era trocar os equipamentos “tudo-em-um” de seus pais por sistemas modulares: amplificador, rádio, toca-discos e tape-decks, com 2 caixas acústicas separadas, reproduzindo em estéreo (2 canais). Entusiastas do áudio aderiram ao hábito de montar eles próprios seus sistemas domésticos, com módulos de marcas diferentes. Era o início do “áudio high-end”, em que cada módulo deveria ser o melhor e o mais avançado. Essa tendência começou a mudar nos anos 70, com o surgimento de players e amplificadores de custo mais baixo, embora o visual requintado. Fabricantes passaram a oferecer “sistemas estéreo” integrados, em que a mediocridade do som era a norma.

PLAYERS DE 8 PISTAS (1960)
Este formato surgiu como solução para uma demanda emergente nos anos 60: colocar som nos automóveis. Com seu tamanho minúsculo (se comparado aos players de rolo), os 8-Track podiam ser facilmente adaptados no painel dos veículos, e foi exatamente isso que fizeram marcas como Ford, GM e Chrysler. Ao contrário das tentativas anteriores, o formato apresentava incrível estabilidade mesmo com o carro em alta velocidade. O sucesso foi tão grande que motivou a indústria eletrônica a lançar players de 8 pistas também para uso doméstico, de forma que os usuários podiam ouvir as mesmas fitas dentro ou fora de casa.

TAPE-DECK (1970)
Lançadas quase simultaneamente às 8-track, as fitas de áudio compactas não foram bem aceitas de início devido ao baixo nível de fidelidade. Os chiados, em alguns casos, eram insuportáveis. Mas, com o tempo, venceu a extrema praticidade de uso e as compact-cassettes se tornaram um dos grandes êxitos da indústria em todos os tempos. Nos anos 70 e 80, já com os problemas técnicos resolvidos, o formato decolou. Grande parte do mérito se deve à Sony, com o lançamento do Walkman, em 1979. Não demorou a surgirem os tape-decks de uso residencial e sua versão para automóvel. Gravadoras passaram a fazer seus principais lançamentos nos dois formatos da hora: vinil e fita cassete. E, além disso, criou-se o hábito do usuário fazer suas próprias gravações utilizando fitas virgens.

CD PLAYER (1980)
A revolução digital do áudio teve início com o lançamento do Compact Disc, em 1982. Nos anos seguintes, o formato tomou conta de residências, escritórios, automóveis e até das ruas, com modelos portáteis, inclusive o Discman (também da Sony). Desenvolvido para ser o sucessor do vinil, o CD foi bem mais longe: tornou-se padrão na indústria de informática, graças a sua enorme capacidade de armazenamento de dados.

PLAYER PORTÁTIL (1980)
Naquela época, quem não se contentava com um Walkman tinha esta alternativa: o chamado boombox. Eram players/gravadores não tão leves, mas já integrados a receptor de rádio e tape-deck (mais tarde CD), que podiam ser carregados nos ombros e levados para a praia nos fins de semana. Funcionavam com alimentação A/C ou bateria, e alguns incluíam entrada AUX para conectar outras fontes de sinal. Ficaram famosos os espetáculos de breakdance nas ruas das grandes cidades – tudo isso, claro, antes da era iPod.

DIGITAL AUDIO TAPE (1980/90)
A intenção era que o DAT substituísse o CD da mesma forma que este havia superado o vinil. Era um tipo mais avançado de fita magnética, capaz de registrar bits e, portanto, com muito maior fidelidade e capacidade de memória. O formato teve sucesso inicial no Japão e alguns países da Europa, mas não houve tempo de atingir a popularidade do CD: logo chegaram os dispositivos de memória flash, e a história mudou mais uma vez.

MINIDISC (1990)
Após os êxitos retumbantes com a fita cassete e o Walkman, a Sony acreditou que este substituto das fitas seria imbatível. Era de fato mais barato que o DAT, mais compacto e com impressionante fidelidade sonora. Mas a inovação foi atropelada pelo surgimento dos CDs regraváveis (rewritable), com custos cada vez mais atraentes e aproveitando um hábito que os consumidores já haviam adotado.

MP3 (1990/2000)
MPEG 3 era como se chamava o codec criado na Alemanha no início dos anos 90, que permitiam comprimir o sinal de áudio contido num CD, por exemplo, para armazená-lo em dispositivos de memória compactos. Com a expansão da informática e o surgimento da internet, nada mais natural do que usar o formato MP3 para armazenar arquivos de música que poderiam ser reproduzidos em qualquer computador. Não demorou a surgirem os players portáteis (Archos e Rio foram as primeiras marcas de sucesso), assim como os serviços online do tipo Napster, com milhões de gravações à disposição. Após a virada do milênio, o iPod da Apple tornou-se a grande referência no segmento, com seus milhares de imitadores.

STREAMING (2010)
Com os smartphones tornando-se onipresentes e a distribuição de música em diversas plataformas (YouTube, iTunes e Spotify são hoje as mais usadas), essa passou a ser a forma mais comum de acesso à música. Empresas como Sonos surgiram para fornecer caixas acústicas que se conectam diretamente à internet, aposentando os sistemas estéreo convencionais. Uma única caixa sem fio é capaz de espalhar áudio pela casa inteira, controlada via aplicativo.

SMART SPEAKER (hoje)
Os assistentes de voz (Amazon Alexa, Google Home, Apple Homepod) vão se transformando no novo padrão de acesso à música em casa. Com qualidade de áudio cada vez melhor, essas caixas acústicas podem se integrar a outras, via Bluetooth ou conector de 3,5mm, permitindo que o usuário controle a reprodução pelo seu smartphone ou com a própria voz.

FONTE:
REVISTA HOME THEATER & CASA DIGITAL, com base em pesquisa do site Digital Trends.

MAIS UM PROJETO ENTREGUE PELA NEW CONCEPT!  Som de cinema, em uma apartamento em Bragança Paulista / SP
29/08/2018

MAIS UM PROJETO ENTREGUE PELA NEW CONCEPT! Som de cinema, em uma apartamento em Bragança Paulista / SP

MAIS UM PROJETO DE ÁUDIO & VÍDEO ENTREGUE PELA NEW CONCEPT - EM BRAGANÇA PAULISTA / SP
25/07/2018

MAIS UM PROJETO DE ÁUDIO & VÍDEO ENTREGUE PELA NEW CONCEPT - EM BRAGANÇA PAULISTA / SP

CONTROLADORES MULTIROOM IP LEVAM ÁUDIO SEM PERDAS PARA A CASA TODASistemas de áudio multiroom nem sempre são lembrados p...
23/07/2018

CONTROLADORES MULTIROOM IP LEVAM ÁUDIO SEM PERDAS PARA A CASA TODA

Sistemas de áudio multiroom nem sempre são lembrados pelo refinamento sonoro, mas para quebrar esse paradigma, a Savant, marca americana de automação high-end, está expandindo a sua linha de áudio sobre IP com novos controladores capazes de distribuir sinais sem perdas. A ideia é manter o sinal de áudio totalmente digital até o elo final, a transmissão às caixas, a fim de preservar a sua integridade.

Segundo o fabricante, os modelos IP Audio 50 (50Wx8) e IP Audio 125 (125Wx8) levam sinais de fontes a qualquer caixa acústica em áreas distantes, através do padrão AVB 802.1 IEEE, sem a necessidade de cabos de áudio analógicos suscetíveis à degradação. Ambos já vêm com o software Music Streamer 2.0, para o acesso a serviços de streaming, como Spotify, Tidal, Deezer, Tune In e AirPlay, entre outros.

Os controladores IP Audio possuem entradas e saídas analógicas RCA e digitais ópticas, além de flexibilidade de configuração e de expansão, ao permitir integrar 16 controladores e ampliar o alcance para até 96 zonas sincronizadas na residência. Todo o sistema pode ser comandado a partir de apps ou controles e paineis Savant.

ARTISON

Adquirida pela Savant em 2017, a Artison – reconhecida pela qualidade de construção e design luxuoso de suas caixas – chega ao Brasil com opções diferenciadas sugeridas na integração com a plataforma IP Audio. Com espessura inferior a 5cm, os modelos Masterpiece, Portrait e Sketch são indicados para montagem na parede, ao lado de TVs, podendo ser usados como frontais e central (LCR).

Fonte: revista HOME THEATER & CASA DIGITAL

TELAS DUAL SCREEN GERAM MAIS BRILHO E CONTRASTE EM AMBIENTES CLAROSSe a ideia é criar um sistema diferenciado com projet...
23/07/2018

TELAS DUAL SCREEN GERAM MAIS BRILHO E CONTRASTE EM AMBIENTES CLAROS

Se a ideia é criar um sistema diferenciado com projetor e tela para o uso durante o dia, mas sem abdicar da qualidade de projeção com o ambiente claro, a Dual Screen, com sede em Bragança Paulista (SP), é famosa por desenvolver telas fixas capazes de preservar a imagem, mesmo sob condições adversas de iluminação.

Lançado em 2006, o modelo homônimo de projeção dupla é o principal da marca e possibilita a exibição de imagem uniforme de ambos os lados quando suspenso no teto. Para ganhos de brilho e contraste, traz película branca ou cinza entre vidro laminado e tratamento antirreflexo, que evita o efeito “hot spot”.

Características igualmente encontradas na tela Glass Screen, porém de projeção frontal (convencional) e bordas transparentes ou na cor preta. Em espaços onde é exigida uma tela inquebrável e de fácil instalação, segundo o fabricante, a sugestão é a Alumi Screen totalmente em alumínio na tonalidade branca ou cinza com bordas inferior a 1cm.

Lançada na TecnoMultimídia InfoComm Brasil, em maio, a Black Screen 2.0 é uma tela patenteada para projeção frontal de superfície preta, cuja proposta é gerar níveis mais altos de contraste e profundidade, inclusive com o uso de projetores de baixo custo e de ultracurta distância.

Com exceção da Dual Screen disponível em variações de até 106 polegadas, as demais telas podem ser encomendadas em tamanhos que chegam a 119”. A empresa também fornece películas de projeção frontal e dupla para aplicação em vidros existentes, além de filme transparente que simula a holografia.

Fonte: revista HOME THEATER & CASA DIGITAL

NOVO APPLE TV SERÁ COMPATÍVEL COM DOLBY ATMOS E DOLBY VISIONEm sua convenção anual de desenvolvedores, a Apple anunciou ...
23/07/2018

NOVO APPLE TV SERÁ COMPATÍVEL COM DOLBY ATMOS E DOLBY VISION

Em sua convenção anual de desenvolvedores, a Apple anunciou um novo sistema operacional específico para o media player Apple TV. Os aparelhos com essa atualização, que chegam ao mercado americano a partir de setembro, virão com processador de áudio Dolby Atmos e serão compatíveis também com conteúdos 4K gravados em Dolby Vision, padrão de codificação já utilizado em algumas marcas de TVs.

Segundo a Apple, o tvOS passa a ser o sistema operacional oficial do Apple TV, cumprindo o mesmo papel do iOS no iPhone e no iPad e do macOS nos computadores da marca. Um dos diferenciais do tvOS é a previsão de atualizações contínuas, mês a mês, sempre antecipadas por versões Beta distribuídas aos desenvolvedores. O site MacWorld já divulga até um tutorial para quem quiser instalar a versão Beta do tvOS.

No encontro de desenvolvedores, a empresa californiana anunciou que irá oferecer “o maior catálogo de filmes em Dolby Atmos” do mercado. “Seremos a única empresa com serviço de streaming certificado para Atmos e D.Vision”, diz comunicado distribuído no evento. Os títulos estarão disponíveis na loja iTunes assim que o novo Apple TV estiver nas lojas; além disso, a Apple fez acordo com a Dolby para fornecer também novas versões de filmes lançados anteriormente, que adicionam os dois codecs da Dolby.

Outra novidade anunciada pela empresa é que o Apple TV já virá preparado para uso em sistemas de automação, das marcas Crestron, Savant e Control4.

FONTE: MacWorld

NETFLIX OU BLU-RAY: QUAL TEM MELHOR SOM E IMAGEM?Afora a praticidade de assistir a qualquer conteúdo por streaming, muit...
20/10/2017

NETFLIX OU BLU-RAY: QUAL TEM MELHOR SOM E IMAGEM?

Afora a praticidade de assistir a qualquer conteúdo por streaming, muitos leitores questionam a qualidade de som e imagem de serviços, como Netflix, Amazon e outros, a ponto de não verem diferenças significativas em relação ao formato Blu-ray Full-HD (1080p). Antes, lembremos que o Blu-ray é o único que oferece trilhas sonoras de 7.1 canais com ampla faixa dinâmica, comprovada com maior definição sonora.

Os processamentos sem perdas Dolby TrueHD e DTS-HD Master Audio, presente na maioria dos discos, podem conter sinal com amostragem de 192kHz a uma resolução de 24 bits; e taxa variável de bitrate de até 24.5 Mbps. No caso do streaming, o máximo que se tem é um “pobre” Dolby Digital Plus, sucessor do Dolby Digital (AC3), quase sempre em 5.1 canais, com taxa variando de 0,32 Mbps a 6 Mbps – embora nunca atinja de fato essa qualidade.

Na parte de vídeo, o Blu-ray é também capaz de proporcionar ganho considerável de detalhamento da imagem em TVs e projetores Full HD e Ultra HD, uma vez que o número de conteúdos de resolução 4K, em especial filmes, ainda é bastante escasso. Isso acontece devido à maior taxa de transferência de dados (bitrate) com a qual o conteúdo foi gravado em disco.

No BD essa especificação atinge patamares de 40 megabits por segundo (Mbps) contra uma taxa média de 5.8 Mbps de um streaming Full-HD, podendo a qualidade variar de acordo a velocidade de conexão. A compressão do conteúdo, em ambos os casos, é baseada no codec H.264. Embora a imagem seja apresentada com um bom aspecto de limpeza, não há milagres que a torne mais definida que o formato BD, especialmente se exibido em telas acima de 65”.

Outra particularidade intrínseca ao BD é a maior profundidade de cor de 8-bit, que significa mais variações de tons e transição mais suaves e fieis com os TVs atuais. No Netflix, a profundidade de cor chega a 10-bit, mas com streaming de alguns poucos conteúdos 4K (e codec H.265), cuja resolução depende de uma conexão de 25 Mbps de velocidade, além da qualidade de gravação – que é bem discutível em muitos casos.

DOLBY ATMOS: COMO FUNCIONA, EM DETALHESLançado oficialmente há três anos, Dolby Atmos (o termo vem de “atmosphere”) repr...
16/10/2017

DOLBY ATMOS: COMO FUNCIONA, EM DETALHES

Lançado oficialmente há três anos, Dolby Atmos (o termo vem de “atmosphere”) representa uma das inovações mais importantes no áudio desde a introdução do surround. Pode parecer exagero, mas o Atmos tem futuro promissor: os sons se movem em torno dos ouvintes dentro de um espaço tridimensional, capaz de realçar o realismo com caixas menos visíveis.

Com o som vindo de caixas acústicas frontais, central e surround, agora se pode ter áudio por cima da cabeça, ou seja, na área mais alta do ambiente. Engenheiros de mixagem passam a ter mais liberdade de colocar sons individuais em qualquer lugar acima e ao redor dos ouvintes, e no plano vertical, resultando em uma experiência muito mais imersiva do que o surround tradicional, baseado em canais horizontais.

Baseado na ideia de objetos de áudio (object-based), no Dolby Atmos qualquer som pode ser mixado como um elemento individual no espaço – com largura, altura e profundidade. Metadados descritivos acompanham cada trilha sonora, especificando a localização e o movimento exatos de cada som. Um receiver equipado com processador Atmos é capaz de ler esses dados com informações sobre o sinal – que pode estar destinado a até 34 canais; caixas acústicas bem posicionadas instaladas ajudam a recriar tudo com maior precisão.

No áudio tradicional, o cineasta decide quais caixas devem reproduzir os sons criados para cada cena; no Atmos, eles determinam exatamente onde o áudio irá se originar e se mover à medida que a ação se desenvolve. O sobrevoo de um helicóptero, uma alarmante tempestade, assobios de pássaros numa floresta etc… os sons acompanham toda a atmosfera naquele momento, ampliando a sensação de realismo e envolvimento.

Mas, atenção: não adianta sair instalando caixas no teto e achar que terá todos esses efeitos, como já ouvimos sugestões de alguns leitores. Outras tecnologias de áudio – mesmo aquelas que adicionam informações de altura, como Dolby Pro Logic IIz e Audyssey DSX – não criam esses efeitos sonoros.

Dolby Atmos suporta até 128 “objetos” de áudio independentes e simultâneos, mas muitos desses sons são estacionários e reproduzidos através de todas as caixas, como efeitos ambientais ou fundo musical. O conteúdo masterizado inclui os detalhes da trilha sonora codificados para localização em um espaço tridimensional. Esses detalhes podem ser reproduzidos com caixas instaladas no teto ou com “módulos Atmos” instalados sobre caixas convencionais (veja este teste). Dependendo do tamanho da sala, é possível obter efeitos mais preciso com maior quantidade de caixas acústicas.

Quase todos os fabricantes de receivers dispõem de uma linha variada com Dolby Atmos, incluindo modelos básicos, de 7.1 canais, ou 5.1.2, onde o “2” se refere aos dois canais no teto. Há ainda modelos com 11 canais de amplificação, o que permite configurações até 7.1.4.

A codificação Atmos vem “empacotada” em processadores Dolby TrueHD, permitindo obter os efeitos mesmo com um Blu-ray player convencional, desde que ligado a um receiver Atmos via HDMI. Basta ir ao menu do player e selecionar a saída de áudio como Bitstream (fluxo digital). Se o disco possui codificação Atmos e o receiver ainda não estiver preparado, o processamento será realizado em Dolby TrueHD 5.1 ou 7.1 canais, dependendo da trilha.

Para quem não quer instalar caixas de teto, ou tem sala com pé-direito irregular (acima de 4m30 ou abaixo de 2m30), fabricantes como Definitive Technology e Klipsch produzem caixas preparadas para Dolby Atmos e módulos complementares. A alimentação é separada como se fosse para canais diferentes; os falantes são voltados para cima, a fim de refletir as ondas no teto, chegando aos ouvintes como som aéreo.

CONFIGURAÇÕES

Qualquer sistema Atmos requer, ao menos, duas caixas de teto, ou modelos preparados para Atmos. Para que os sons localizados sejam mais precisos e realistas, a Dolby recomenda o uso de quatro caixas adicionais. Em geral, caixas de embutir oferecem melhor percepção dos efeitos espaciais e não dependem tanto da acústica do ambiente. Vale lembrar que todos os receivers Atmos trazem saídas para dois subwoofers, possibilitando completar o impacto dos efeitos em grandes ambientes.

FILMES E SÉRIES COM DOLBY ATMOS

Game of Thrones (6ª Temporada)

Pets: A Vida Secreta dos Bichos

Star Trek: Sem Fronteiras

Esquadrão Suicida

Sully: O Herói do Rio Hudson

Jack Reacher 2 – Sem Retorno

Sing – Quem Canta Seus Males Espanta

Gravidade (edição especial)

Missão Impossível: Nação Secreta

Terremoto: A Falha de San Andreas

Mad Max: Estrada da Fúria

O Exterminador do Futuro: Gênesis

Sniper Americano

Peter Pan

As Tartarugas Ninjas

No Coração do Mar

Invencível

Evereste

Batman vs. Superman

Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos

Labirinto: A Magia do Tempo

A Lenda de Tarzan

Transformers: A Era da Extinção

TEXTO PUBLICADO ORIGINALMENTE NA REVISTA HOME THEATER & CASA DIGITAL

SAIBA QUAL SISTEMA DE ÁUDIO É IDEAL PARA CADA AMBIENTEExiste algo melhor do que assistir filmes ou séries com família e ...
10/10/2017

SAIBA QUAL SISTEMA DE ÁUDIO É IDEAL PARA CADA AMBIENTE

Existe algo melhor do que assistir filmes ou séries com família e amigos? Melhor ainda é poder aproveitar essa atividade de lazer com equipamentos de qualidade.

Os sistemas de áudio para home theaters são perfeitos para o momento. Porém, existem diferenças entre um sistema surround e um stereo, bem como qual é a melhor opção para sua casa ou ambiente.

Para quem gosta de assistir a um bom filme, os sistemas surround são os mais indicados, pois as caixas de som são espalhadas pelo ambiente, criando um campo sonoro de 360 graus. Além disso, o sistema divide o áudio entre as caixas, fazendo com que a emissão coincida com os microfones utilizados na gravação da cena, dando maior realidade.

Esse sistema ainda possui duas variações, a 5.1, formada por cinco caixas de som e um subwoofer (responsável por reproduzir os sons graves), e a 7.1, com sete caixas de som e um subwoofer. Para o sócio proprietário da Heime Climatização e Automação, Igor Kaufeld, a qualidade do sistema Surround traz ainda mais realidade aos filmes. “Este sistema aumenta o envolvimento sonoro em filmes já gravados com esta tecnologia (Surround), pois distribui melhor o som em todo o ambiente”, ressalta. A empresa é revendedora da marca italiana de caixas acústicas Sonus Faber, em Curitiba.

Já o sistema stereo é mais indicado para ambientes pequenos, uma vez que ele possui duas caixas de som e um subwoofer. Menos potente, algumas TVs e aparelhos de som já têm a tecnologia embutida. “O tamanho do ambiente é muito importante, instalar um sistema surround em um ambiente muito pequeno não adianta, pois as caixas de som estarão muito próximas umas das outras, anulando o efeito esperado. Neste caso, o ideal é um sistema 2.1 estéreo”, destaca Igor Kaufeld.

Outra situação em que o stereo é indicado é para ambientes em que o usuário vai utilizar o aparelho somente para ouvir música, pois ele representa com mais fidelidade o som gravado em estúdio.

Texto: Amanda Libel

Saiba como proteger o home theater de problemas na energiaO mais indicado para proteger os preciosos equipamentos do hom...
05/10/2017

Saiba como proteger o home theater de problemas na energia

O mais indicado para proteger os preciosos equipamentos do home theater, como TV 4K, projetor, receiver, subwoofer, players, receptor de TV a cabo etc, contra um surto de energia conduzido pela rede elétrica é o condicionador de energia.

Procure por modelos com capacidade de potência de consumo a partir de 1.500W. Caso pense em um upgrade no seu sistema, envolvendo projetor de alta luminosidade, amplificador ou receiver de alta potência, ou ainda um segundo subwoofer para formar uma configuração com dois subs, melhor planejar um condicionador com potência a partir de 2.500W.

Quanto a outros tipos de protetores, se na sua região ocorrem muitas quedas de energia, o nobreak senoidal pode ser interessante para manter os equipamentos sempre funcionando por alguns minutos. Mas antes é preciso analisar o custo-benefício. Verifique também se há intensa variação de voltagem na sua rede, a ponto de justificar a compra de um estabilizador para home theater (não se esqueça de que estabilizador para computador não serve), ou se o problema é somente na sua casa.

Já o isolador tem uma aplicação mais específica, sendo indicado para um sistema de A/V com aterramento deficiente e que, por isso, sofra com ruídos de baixa frequência que afetam a qualidade de áudio. Enfim, o ponto de partida é o condicionador que você já pode adquirir o quanto antes e garantir mais segurança aos equipamentos do home theater.

Depois disso, solicite a visita de um bom eletricista para o checkup na instalação elétrica e no aterramento da sua casa.

Fonte: Revista Home Theater

PROJETORES 4K: CHEGOU A VEZ DAS IMAGENS (gigantes) HIGH-ENDImagine ver em casa imagens de até 150 polegadas com níveis d...
05/10/2017

PROJETORES 4K: CHEGOU A VEZ DAS IMAGENS (gigantes) HIGH-END

Imagine ver em casa imagens de até 150 polegadas com níveis de detalhamento e profundidade surpreendentes em 4K? Se a sua sala tem dimensões a partir de 25m2, saiba que vale a pena investir em um projetor com resolução de 3.840×2.160 pixels. Já são 14 modelos de diferentes características e preços distribuídos oficialmente, com garantia e suporte técnico, no país.

Alguns possuem processadores de vídeo avançados com upscaling de imagem HD para 4K e compatibilidade com sinais codificados em HDR, além dos padrões DCI-P3 (cinema digital) e BT.2020 de maior gama de cores para 4K. Cada fabricante trabalha com um tipo de tecnologia para produzir essas imagens, seja DLP, LCD ou LCoS, que é importante conhecer.

Outros, como o BenQ X12000, operam com LEDs de alta durabilidade para gerar saídas de luz puras e distintas em verde, vermelho e azul e ficar praticamente livre de manutenção. Há ainda características, como contraste, ajustes, recursos e conexões, que devem ser avaliadas por quem pretende ter imagens em tela gigante, mais próxima à do cinema, porém em Ultra Alta Definição.

PROJETO DE ÁUDIO & VÍDEO, ENTREGUE PELA NEW CONCEPT EM  BRAGANÇA PAULISTA/SP
19/07/2017

PROJETO DE ÁUDIO & VÍDEO, ENTREGUE PELA NEW CONCEPT EM BRAGANÇA PAULISTA/SP

Endereço

Bragança Paulista, SP

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