25/02/2026
Há mais de duas décadas, quando a saúde mental ainda não ocupava o centro das discussões organizacionais, eu já desenvolvia programas voltados à promoção da saúde, à humanização do trabalho e à construção de ambientes saudáveis nas empresas.
Minha atuação nessa área começou no ano 2000. Desde então, nunca interrompi esse caminho.
Naquela época, falávamos de qualidade de vida, bem-estar, relações humanas e equilíbrio interno quando isso ainda não era pauta estratégica nas organizações.
Hoje, vemos crescer de forma evidente algo que já era perceptível há muito tempo: níveis cada vez mais altos de desconexão das pessoas consigo mesmas: emocional, relacional e existencialmente.
E essa desconexão não f**a apenas no indivíduo. Ela impacta decisões, lideranças, relações de trabalho, cultura organizacional e sustentabilidade dos resultados.
O que antes era sensibilidade e percepção, hoje é evidência científ**a, exigência normativa e urgência organizacional.
Meu trabalho atual não surge como resposta a uma tendência recente. Ele é continuidade de uma trajetória construída ao longo de mais de 20 anos de prática, estudo e desenvolvimento de intervenções reais em contextos organizacionais.
Cuidar da saúde humana no trabalho não é uma inovação.
É uma necessidade que, finalmente, está sendo reconhecida e atualizada.
E eu sigo contribuindo com aquilo que sempre guiou minha atuação: compreender o ser humano para transformar os ambientes onde ele vive e trabalha.
"O ambiente faz a gente, e a gente faz o ambiente."