14/05/2026
Aí sim
Em abril de 2026, Josh D'Amaro assumiu o comando da Walt Disney Company.
Era seu primeiro mês como CEO.
Em poucos dias, anunciou o corte de cerca de mil postos de trabalho.
As demissões afetaram as áreas de marketing, estúdio, televisão, ESPN, produtos e tecnologia.
Ao mesmo tempo, um vídeo começou a circular nas redes sociais.
Filmado dentro do Magic Kingdom, em Orlando, mostrava algo que não aparecia desde 2021.
A saudação tradicional dos parques Disney havia voltado.
Senhoras e senhores.
Em 2021, sob pressão por inclusão e diversidade, a Disney havia substituído a expressão por frases neutras como boa noite, sonhadores de todas as idades.
Em 2022, a gerente de diversidade e inclusão da empresa havia declarado publicamente que os funcionários estavam sendo treinados para evitar qualquer referência de gênero nas saudações.
Quatro anos depois, a decisão foi revertida.
D'Amaro descreveu as mudanças como parte de uma estratégia para retomar a cultura comum da empresa e reverter resultados financeiros negativos.
Em 2025, as visitas ao Walt Disney World caíram 1% em relação ao ano anterior.
Não há confirmação oficial de que as demissões e as mudanças na comunicação estejam diretamente ligadas.
O que está claro é o sinal que o movimento envia.
Uma das maiores empresas de entretenimento do mundo está revendo, publicamente, escolhas que fez sob pressão do zeitgeist dos últimos anos.
E fazendo isso no mesmo movimento em que corta custos e tenta recuperar resultados.
A Disney não está sozinha nesse movimento.
Várias corporações americanas de grande porte têm revisado programas de diversidade e inclusão desde o início de 2025.
O que muda é que poucas fazem isso de forma tão visível quanto a empresa do Mickey.
Fontes: ISTOÉ Dinheiro — Portal 96FM — Jornal Força do Vale — Dinheiro Vivo — BossaNews
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