15/08/2026
No primeiro vídeo mostrei-vos o que acontece quando um grupo de consultores para e olha para dentro. Este é o que acontece quando saem cá para fora.
O segundo dia da nossa imersão na Batalha começou numa caminhada. Sem slides, sem sala, sem agenda visível. Só um grupo a andar na natureza, em pequenos grupos de três, a partilhar as preocupações que normalmente guardam para si.
E foi ali, em andamento, que vi acontecer uma coisa que nenhuma formação consegue replicar: pessoas a serem honestas com estranhos sobre o que realmente as limita. Não as técnicas que faltam, e sim as verdades que evitam.
Uma das coisas que mais me marcou nestes dois dias foi ouvir, de quase toda a gente, a mesma surpresa: "afinal, não sou só eu." Consultores com percursos completamente diferentes, uns com 2 anos de mercado, outros com 15, a descobrirem que carregam as mesmas dores. A sensação de nunca ser suficiente. A dificuldade de parar. A culpa de cuidar de si quando passam a vida a cuidar dos outros.
E é aqui que o Sem Limites se separa de tudo o resto. Porque isto não é sobre imobiliário. Quer dizer, é também. Mas o que transforma de verdade não é uma técnica nova. É perceber que precisas de parar para sentir onde estás, antes de decidir para onde vais. E que isso não é fraqueza, é o ponto de partida de tudo.
À tarde, cada um escolheu uma coisa. Uma só. Aquilo que vai proteger nos próximos 90 dias, mesmo quando a semana puxar para o outro lado. E disse-a em voz alta, de pé, em círculo, para o grupo inteiro ouvir.
Isso é um compromisso. Não é um plano bonito no caderno. É uma decisão com testemunhas.
Um mês depois, recebo mensagens de pessoas que estão a cumprir. E é isso que me confirma, de cada vez, que o Sem Limites não é algo que se aprende. É algo que se vive.
Se o primeiro vídeo te fez pensar, este vai mostrar-te o que vem a seguir.
Envia-me uma mensagem privada. Começa por aí.