07/04/2026
E se os encontros que mais te transformam forem aqueles que não estavam no plano… mas no sentir?
Hoje foi dia de reencontrar amigos. De regressar a conversas que continuam de onde ficaram… e de conhecer o espaço onde a dá forma ao invisível através da arte terapia.
No final de uma reunião tão rica quanto inesperada, surgiu o convite: duas folhas A3, um marcador em cada mão, olhos fechados… e a música como única orientação.
Durante cerca de 13 minutos, deixámo-nos conduzir pelo som. Sem pensar. Sem corrigir. Apenas a cadência a atravessar o corpo e a transformar-se em traço. Como se cada linha fosse uma tradução direta do que não passa pela linguagem.
Porque há experiências que não se explicam…
revelam-se.
E, às vezes, é no gesto mais simples — desenhar sem ver — que começas finalmente a ver-te.
Obrigado, Tatsiana, por este momento tão especial.
“Há caminhos que só se revelam quando fechas os olhos para fora e os abres por dentro.”