28/03/2026
Menos de um ano. Muito mais do que imaginava.
Entre o Zome Summit 25 e o Zome Summit 26, percebi uma coisa que ninguém me tinha ensinado sobre este negócio:
Não sou uma máquina.
E isso, afinal, é a melhor notícia que podia ter.
O erro não é o oposto do sucesso. É o caminho para ele. E enquanto não aceitei isso, estava a carregar um peso que não precisava de carregar.
O que o Summit 26 me trouxe não foram só estratégias ou objetivos. Foram histórias. Histórias de pessoas reais, com percursos reais — com quedas, recomeços e conquistas que ninguém vê por fora.
Foi aí que percebi o que significa verdadeiramente empatia.
Não é uma palavra bonita para pôr numa apresentação. É olhar para quem está à tua frente e perceber que age como age porque viveu o que viveu. Clientes, colegas, consultores — todos temos a nossa história.
É isso que me faz querer fazer este trabalho de forma diferente.
E é isso que encontro na Zome todos os dias: uma estrutura onde o humano vem primeiro. Onde o erro é parte do processo, não motivo de vergonha. Onde crescer é colectivo.
Muito mudou desde o último Summit.
A base continua a mesma — servir bem quem me escolhe e escolher bem quem sirvo.
Mas agora sei que para isso acontecer, primeiro tenho de ser humano.