28/07/2026
No mercado imobiliário de alto padrão, existe uma diferença importante entre “ter poucas unidades disponíveis” e realmente existir exclusividade.
Nem todo imóvel escasso é exclusivo.
E nem todo imóvel exclusivo volta ao mercado depois de ser vendido.
Em regiões como Balneário Camboriú, Praia Brava e Itajaí, isso f**a ainda mais evidente.
Existem empreendimentos com grande volume de unidades, onde a negociação acontece com frequência, e o produto aparece diversas vezes ao longo do tempo no mercado.
E existem outros em que a dinâmica é completamente diferente.
Unidades específ**as, com características muito bem definidas, como posição, vista, andar, tipologia e até configuração interna, simplesmente não se repetem com facilidade.
Quando esse tipo de imóvel é vendido, ele não é substituído.
Ele desaparece da oferta.
E é aí que a exclusividade deixa de ser um discurso e passa a ser uma condição real de mercado.
Porque o próximo comprador não está diante de várias opções semelhantes.
Ele está diante de algo que talvez não apareça novamente da mesma forma.
Isso impacta diretamente a forma como o imóvel é percebido ao longo do tempo.
Não apenas no momento da compra, mas principalmente quando ele retorna ao mercado.
Por isso, em determinados ativos, o valor não está apenas no que eles entregam hoje.
Está no fato de que eles não são facilmente replicáveis amanhã.
E quando não existe segunda oportunidade, a decisão deixa de ser comparativa.
Ela se torna única.