31/12/2024
Há quem diga ser genial as fatias anuais do tempo. “Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar
e entregar os pontos”.
“Aí entra o milagre da renovação”
Sempre vivi contando os fatos sem me importar ao certo em que momento do tempo aconteceram.
2024 terá sido diferente!
O ano que passou terá fixado, involuntariamente, em mim uma memória pela qual cuidarei carinhosamente para nunca mais vivenciar!
Não há resiliência para o que passou. Não há inimigo que o mereça.
No entanto, há também quem diga não existir o que não passe. Que podemos nos beneficiar do caos ao invés de fugir dele, que o mesmo vento que apaga uma vela, energiza o fogo e que precisamos nos cuidar como cuidaríamos de alguém sob nossa responsabilidade. Juízos dignos de mentalidades brilhantes!
Então me apego aos fatos pelos quais tenho controle, passando pelo caos enquanto me cuido com carinho.
E essa junção da genialidade do fatiar o tempo, o passar de tudo que há, a ordem posta, ansiar por um 2025, que eu mesma o farei antagonista, já fazem parte do meu protagonista!
Dará tudo certo? Não! Eu sei, não sou estupida! Diferente de quem se debruça e ali se termina, eu não me termino.
Feitas as críticas, refeito o roteiro, agora eu o entrego ao personagem.
Que 2025 seja um espetáculo!
Em tempo, para correção de um erro: 2025 Será um espetáculo!