23/06/2022
O Marco de Saneamento Básico é uma forma de garantir DIGNIDADE a milhões de brasileiros que não possuem coleta e tratamento de esgoto e água potável.
O Marco Legal defende que 90% da população brasileira tenha acesso a coleta e tratamento de esgoto e 99% da população terem água tratada à disposição. Este prazo está previsto para 31 de dezembro de 2033.
Atualmente 35 milhões de brasileiros não tem acesso a água potável e 100 milhões não dispõe de tratamento e coleta de esgoto.
Em se tratando de Pará, mas expressivamente a capital Paraense, estimasse que em Belém apenas 15% das famílias recebem atendimento de coleta de esgoto, e apenas 2,8% desse esgoto é tratado cerca de 1,2 milhões de pessoas sem o serviço de esgotamento sanitário, triste realidade!
Em relação ao abastecimento de água potável em Belém com base o ano de 2018, 71,5% da população da capital apresenta abastecimento de água potável, sendo considerado como pior percentual neste indicativo comparado com outras capitais. Além do mais, a perda de água potável em Belém está acima da média nacional, com perda de 40,3%.
Segundo o instituto Trata Brasil em parceria com a GO associados, o Rank do saneamento básico onde mostra os indicadores de água e esgoto nas 100 maiores cidades do País, com base no Sistema Nacional de Saneamento básico (SNIS), Belém aparece na 96º posição, ficando atrás apenas da cidade de São João do Meriti (RJ), da nossa vizinha Ananindeua (PA), Porto Velho (RO), e na 100º posição a cidade de Macapá (AP), dados de 2021.
E, tratando-se de valorização imobiliária, essa posição não é nada atrativo para investidores e para o próprio belenense que acaba tendo seu imóvel desvalorizado com essa triste estatística, além de acarretar a depreciação do imóvel, a população ainda sofre com aumento da proliferação de doenças associadas à falta de saneamento básico, pondo a saúde e qualidade de vida da população em risco iminente. Movai atenta as políticas públicas importantes para o desenvolvimento social.