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VII CONAP - Congresso Nacional de Aprendizagem, de 14 a 16 de outubro de 2016, no Hotel Privê do Atalaia, em Salinas/PA....
19/09/2016

VII CONAP - Congresso Nacional de Aprendizagem, de 14 a 16 de outubro de 2016, no Hotel Privê do Atalaia, em Salinas/PA.
Aproveite o primeiro lote. Corra e faça a sua inscrição em www.conapsalinas.com.br
O Maior Congresso do Norte do País!

Encantos de Carolina/Ma. Feriado, 15 de novembro. Aproveite!
23/08/2016

Encantos de Carolina/Ma. Feriado, 15 de novembro. Aproveite!

14/06/2015
14/06/2015

Muito bom. Vale a pena a refletir!!!

14/06/2015

UFC de Cegos no Igarapé!!!

Primeiramente parabéns ao novo campeão, que se superou e mostrou merecimento e evolução ao derrotar Cain Velasques no UF...
14/06/2015

Primeiramente parabéns ao novo campeão, que se superou e mostrou merecimento e evolução ao derrotar Cain Velasques no UFC 188, realizado no México.

Acredito que o MMA, através do UFC, está vivendo um novo momento, uma nova fase. Após o banimento do TRT(Tratamento de Reposição de Testosterona) pela Comissão Atlética de Nevada (NSAC), diversos te**es surpresas, e atletas de alta performance, como Anderson "Spider" Silva, Chael Sonnem, Jon "Bones" Jones caírem em exames antidoping, outros lutadores parecem ter perdido o "gás". Assim como o Vitor "Fenômeno" Belfort que lutou contra Antony Jhonsom, Luke Rockhold, Dan Hendersom... não foi o mesmo que lutou contra o Crhis Weidman. O Cain "rei do preparo físico" Velasques que lutou contra o Fabrício "Vai Cavalo" Wendum ontem, e cansou no segundo round, nem de longe foi o mesmo que lutou nas últimas 2 lutas contra o "Junior "Cigano" dos Santos".


Junior Bahás

Brasileiro finalizou Cain Velasquez com uma guilhotina no terceiro round

Bondade!!!
04/03/2015

Bondade!!!

Superação: ela viveu mais de um ano em cativeiro e conseguiu passar por cima do o trauma. Aos 27 anos, a canadense Amand...
04/11/2014

Superação: ela viveu mais de um ano em cativeiro e conseguiu passar por cima do o trauma.
Aos 27 anos, a canadense Amanda Lindhout foi sequestrada por um grupo rebelde na Somália. Ficou refém por 15 meses e hoje se dedica a Global Enrichment Foundation, instituto criado por ela para fomentar a educação e estimular mudanças positivas na Somália. Conheça a história, que virou livro.

Aprendi desde cedo a me virar e a ser forte. Meus pais se separaram quando eu era criança e minha mãe se casou com um homem violento, o que tornou nossa casa um ambiente instável. Morávamos em uma cidade pequena e, aos 19 anos, mudei com meu namorado para uma maior. Arranjei emprego de garçonete pela primeira vez, tinha o próprio dinheiro e podia investir no que quisesse. Escolhi viajar. Trabalhava seis meses, poupava e partia. Assim, fui à Índia, Venezuela, Nicarágua...

Estava solteira quando cheguei à Etiópia, em 2006. Lá, conheci Nigel Brennan, um fotógrafo australiano. Nossa conexão foi imediata e engatamos um namoro. Rompi ao descobrir que ele era casado. Mas continuamos a nos falar como amigos. Nessa época, mesmo sem ser formada, eu já colaborava com veículos de comunicação mandando as boas histórias que achava no caminho. Então, surgiu a chance de trabalhar em Bagdá para uma TV iraniana. Fiquei animada. Morei lá apenas sete meses e já senti desejo de ter outro desafio.

A Somália

O país, que me atraía, estava em guerra civil havia 15 anos e era considerado um dos mais perigosos do mundo. Até jornalistas experientes se negavam a ir para lá. Eu sabia que encontraria histórias incríveis para contar. Troquei e-mails com Nigel e o convidei para fazer as fotos. Ele topou. Quando nos encontramos em Nairóbi, no Quênia, tive certeza de que nosso romance havia terminado. Voamos para Mogadíscio, na Somália, com planos de ficar pouco tempo. Eu tinha contato com quem poderia nos levar aos lugares certos.

Era 23 de agosto de 2008, nosso terceiro dia lá. Seguíamos por uma estrada para um acampamento dos sem-teto. Tínhamos contratado seguranças particulares e um câmera. No trajeto, o carro foi parado abruptamente e vi que estávamos cercados por uma dúzia de homens usando lenços que cobriam o rosto todo, com exceção dos olhos. Eles apontavam fuzis para nós. A lembrança seguinte é de estar deitada de bruços com o rosto na areia quente e uma arma encostada na minha cabeça. Eles nos revistaram, nos colocaram de volta no carro e partimos com um dos sequestradores ao volante.

Demorei a entender que o Nigel e eu éramos reféns e tínhamos virado uma mercadoria valiosa. Ligaram para a minha família e exigiram muito mais dinheiro do que era possível pagar. Passamos por 13 cativeiros e pouco sabíamos sobre em que pé estavam as negociações, o que só aumentava a ansiedade. Eu temia pela minha vida, já que os sequestradores foram ficando mais e mais violentos. Um dia, levaram o Nigel para outro quarto. Dali em diante, fui estuprada, torturada e ameaçada de morte várias vezes. Eu, que sempre me achei tão destemida, estava apavorada. Ficamos presos 15 meses e meio. Eu pensava muito na minha família, na vida incrível que tinha tido e nas coisas que ainda queria realizar. Cada um acha seu mecanismo para lidar com situações traumáticas. Parecia tudo tão surreal que eu precisava encontrar uma lógica naquilo. Foi quando parei para analisar quem me aprisionava. Eles eram produto de uma nação destruída pela guerra, havia órfãos de 16 anos que nunca tinham ido à escola. Era uma realidade triste. Entender isso diminuiu minha raiva.

O cativeiro

Na verdade, passei por diferentes fases no cativeiro: fiquei infeliz, deprimida, raivosa, questionei por que merecia estar ali. Quando estava quase perdendo as esperanças, porém, eu me imaginava em um lugar feliz. E me fazia promessas para quando saísse dali: viajar com minha mãe, ter sempre flores frescas em casa, pedir desculpa às pessoas que magoei... Depois de cinco meses, eu e o Nigel nos sentíamos desesperados. Mas nós não conhecemos o tamanho da força humana até colocá-la à prova. Trocando bilhetes escondido, combinamos uma fuga. Abrimos um buraco na parede do banheiro e pulamos para a rua. Corremos o máximo que pudemos. Entramos em uma mesquita para pedir ajuda, mas ninguém fez nada e fomos capturados novamente. Claro que o castigo veio.

A vida de volta

Já estava há tanto tempo presa que não imaginava mais quando aquilo teria um desfecho, se é que teria. Assim, o dia da libertação foi uma surpresa. Pensei que seríamos vendidos para um grupo fundamentalista. Ao ser colocada no carro que nos transportaria, eu chorava copiosamente. Um homem que eu nunca tinha visto antes me entregou um celular. Do outro lado da linha, ouvi a voz da minha mãe dizendo que eu estava livre. Nossas famílias haviam entregado quase 1,2 milhão de dólares para o resgate, depois de recolher doações do mundo todo. Finalmente, iria reencontrar minha mãe. Sonhava com o momento em que estaria novamente no colo dela.

Fiquei semanas no hospital me recuperando dos maus-tratos. Acredito que tudo na vida acontece por um motivo, mas isso não torna mais fácil lidar com essa história. Acho que minha recuperação será eterna, sem prazo. Há dias bons e outros ruins. Acordo desejando perdoar as pessoas que me fizeram mal, só que nem sempre consigo. Nem por isso me tornei uma pessoa amarga, cheia de raiva ou apavorada.

Quando cheguei em casa, fundei a Global Enrichment Foundation, para fomentar a educação e estimular mudanças positivas na Somália. Em 2011, durante uma crise de alimentos, voltei ao país para distribuir comida. Não senti medo. No final de 2013, lancei o livro A Casa no Céu (Novo Conceito), escrito em parceria com a jornalista Sara Colbert. O título se refere ao lugar em que eu me refugiava dentro da minha mente quando as experiências eram ruins demais. Algumas partes foram difíceis de relembrar, mas, no final, escrever ajudou na recuperação.

Agora, aos 32 anos, quero me dedicar mais a mim mesma. Vou, finalmente, cursar uma faculdade. Não sei o que o futuro guarda para mim, mas estou animada por ser livre para vivê-lo.

SuperAção - Negócios.O empresário Alberto Saraiva, fundador do Habib's dá 7 dicas para ter sucesso no ramo de alimentaçã...
31/10/2014

SuperAção - Negócios.

O empresário Alberto Saraiva, fundador do Habib's dá 7 dicas para ter sucesso no ramo de alimentação.

Segundo Alberto, 61, ter um produto de qualidade com preço acessível sempre foi a sua filosofia. Por ano, são vendidos 680 milhões de esfihas, carro-chefe do negócio, nas 430 lojas que a rede de culinária árabe possui em todo o país, segundo a empresa.

Em 2013, o Habib's ultrapassou R$ 1 bilhão em faturamento e entrou para o seleto grupo de franquias com receita bilionária. Com o sucesso da empresa, outras marcas vieram, como o Ragazzo (comida italiana), Box 30 (salgados) e Picanha Grill (churrascaria). As três juntas somam 70 lojas.

Formado em medicina, Saraiva diz que já foi dono de padaria, pastelaria, pizzaria até que, em 1988, abriu a primeira unidade do restaurante árabe, em São Paulo.

"Todos os meus negócios anteriores tinham filas na porta e, por isso, despertaram o interesse de outros empresários em comprá-los. O segredo sempre foi um bom ponto comercial", afirma.

Em entrevista ao site UOL, Saraiva deu sete dicas para empresários terem sucesso no setor de alimentação. Veja abaixo:

Fundador do Habib's dá dicas para ter negócio de sucesso
1 - Cozinhar bem não é o bastante.
Saber cozinhar é apenas um dos requisitos para ter um negócio no ramo de alimentação. É preciso visão de negócio, estratégia e planejamento para que a empresa tenha mais chances de prosperar. "Mais do que um cozinheiro, o empresário precisa ser um comerciante, a pessoa que sabe vender o produto", diz Saraiva.

2 - Instale-se em áreas com menos concorrência.
Para o fundador do Habib's, vender hambúrguer em um local onde haja lojas de McDonald's, Bob's e Burguer King próximas é "suicídio". A melhor estratégia é procurar áreas não dominadas por grandes concorrentes. "Estar perto de uma grande rede faz de você uma opção em um local onde há público, mas não tente começar onde todas já estão há tempos", afirma.

3 - Tenha um produto chamariz.
Assim como a esfiha é destaque no Habib's, as empresas devem ter um produto que chame atenção e no qual elas sejam especialistas, segundo Saraiva. Esse produto, por sua qualidade ou características únicas, será o chamariz do negócio que atrairá a maior parcela do público.

4 - Se puder baratear o chamariz, melhor.
De acordo com Saraiva, quando a empresa tem um produto de destaque é possível barateá-lo fazendo compras em maior escala e negociando descontos com fornecedores. Isso vai atrair ainda mais gente. No entanto, o empresário precisa oferecer produtos complementares que façam o cliente gastar mais.

5 - Preze pela higiene do ambiente.
A limpeza de um restaurante é um dos aspectos mais percebidos pelo cliente, segundo o fundador do Habib's, e deve estar em todo lugar, incluindo os banheiros. "Se lá, onde todos têm acesso, estiver imundo, a cozinha, onde o público não pode ver, tende a ser pior. O cliente não volta se ele notar que o ambiente é sujo", diz

6 - Seja atencioso e cordial com o cliente.
Devido à forte concorrência no ramo de alimentação, Saraiva diz que o atendimento ao cliente é uma forma de se diferenciar no mercado. Segundo ele, o público gosta de ser tratado com cordialidade e atenção. "Na primeira loja, eu sabia o nome da maioria dos meus clientes e fazia questão de recebê-los na porta", afirma

7 - Esteja disposto a trabalhar aos fins de semana.
Ter um negócio no ramo de alimentação significa trabalhar enquanto a maioria se diverte e isso inclui os finais de semana. Para Saraiva, o empreendedor da área precisa estar disposto a trabalhar em horários incomuns. "Grande parte do sucesso está ligada ao empenho do empresário e sua autoconfiança", diz

Hoje o nosso exemplo de superação é o lutador de MMA norte americano Nick Newell, nascido em 17 de Março de 1986, em Mil...
30/10/2014

Hoje o nosso exemplo de superação é o lutador de MMA norte americano Nick Newell, nascido em 17 de Março de 1986, em Millford. Nick é conhecido por sua deficiência física: nasceu sem a metade de um braço, devido a uma amputação congênita. Porém, este fato não o impediu de lutar MMA contra pessoas normais, e ficar invicto.

O lutador espera que seus resultados convençam o chefão da maior competição de MMA do mundo, Dana White (UFC), a lhe dar uma chance. Em entrevista ao UOL Esporte, em abril deste ano, ele disse que já se considera pronto.

"Muitas pessoas não querem ver o meu sucesso no MMA. Eu não entendo o motivo. Dizem: ‘ele não pode fazer isso, ou não pode fazer aquilo’... Mas estou fazendo e provando, não interessa o que se pense", disse.

Nick é faixa marrom de jiu-jítsu, aprendeu o boxe e tem o wrestling como uma de suas armas. "Todos querem chegar ao máximo e também sonho ser um campeão do mundo. Espero que um dia eu chegue ao UFC, pode ser até pelo reality show. Acho que seria um nome forte naquela casa", finalizou

Nick tem chamado tanto a atenção, que os videos de suas lutas no youtube já tiveram por volta de 4.500.000 visualizações.

Endereço

Belem Do, PA
66035444

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