10/08/2026
Desde outubro de 2025 o teto do SFH subiu de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões, pela Resolução CMN 5.255/2025. Quase um ano depois, boa parte dos compradores ainda entra no banco sem saber que a conta mudou.
Na prática: imóveis que antes eram empurrados para o SFI, com taxa livre acima de 14% ao ano e sem direito a FGTS, voltaram ao juro regulado, na faixa de 11% a 12%. Num financiamento de R$ 1,8 milhão em 30 anos, isso são R$ 726 mil a menos ao longo do contrato.
A entrada mínima também voltou a 20% na maioria dos bancos (a depender do cliente). E cada 10% a mais que você coloca na entrada tira cerca de R$ 2.700 da parcela inicial.
Depois de assinar, o contrato continua negociável. Amortizar antecipadamente é direito garantido, com redução proporcional dos juros e sem cobrança de tarifa e na hora de amortizar, você escolhe entre reduzir o prazo, que economiza mais juros, ou reduzir a parcela, que alivia o mês. E o FGTS pode entrar a cada 2 anos, respeitados os requisitos e regras.
Houve ainda um ajuste em novembro de 2025: o Conselho Curador do FGTS unificou as regras e liberou o uso do fundo também para contratos assinados entre junho de 2021 e outubro de 2025, que tinham f**ado de fora.
Resolvida a taxa, sobra a decisão que quase ninguém toma de forma consciente: SAC ou Price? Dentro do mesmo contrato, a diferença passa de R$ 1,3 milhão, Price entrega parcela menor hoje, já SAC amortiza mais rápido.
São quase 40 anos acompanhando cada ciclo desta praia e a leitura se repete: quem entende a regra antes negocia melhor.
Você financiaria no SAC ou Price?
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