AJOPE ASSOCIAÇÃO DE JARDINAGEM E ORQUIDOFILIA DE PERNAMBUCO.

Temos por objetivo levar conhecimento as pessoas a respeito das orquídeas de modo geral e de outros gêneros botânicos presentes na jardinagem.

Cattleyas labiata, replante finalizado, muito trabalho e dedicação envolvido.
28/04/2024

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Cattleya labiata forma alba
13/03/2024

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Cattleya granulosa tipo
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Cattleya labiata forma semi alba
27/01/2022

Cattleya labiata forma semi alba

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31/10/2021

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COROA DE CRISTO (Euphorbia milii)

COROA DE CRISTO (Euphorbia milii)
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DESCRIÇÃO
A coroa-de-cristo é uma planta arbustiva, amplamente cultivada no Brasil. Recebe esse nome devido à sua forma muito ramificada e recoberta por muitos espinhos grandes. Considerada uma espécie suculenta, é muito resistente a seca, não exigindo muitas regras e cuidados; devendo ser podada para adquirir o formato desejado. Possui látex (seiva branca), como a maioria das plantas dessa família, que pode provocar irritações nos olhos e na pele; recomenda-se o usos de luvas grossas para o manuseio e podas. No paisagismo, é muito conhecida na composição de bordaduras e cercas vivas, ou formando maciços em jardins amplos; as flores podem ser usadas na confecção de arranjos, pela sua durabilidade.

Nome popular: Coroa-de-cristo

Nome científico: Euphorbia milii

Família: Euphorbiaceae

Origem: Madagascar

Ciclo de vida: Perene

Folha: As folhas são simples, lisas, obovadas, não suculentas e de coloração verde escura, dispostas nas extremidades dos ramos.

Crescimento da planta: até 80 cm

Quando da flores: Primavera, Verão, Outono, Inverno

Flores: As flores são muito pequenas e dispostas de duas em duas, com brácteas vermelhas (podendo variar a amareladas ou cremes), dispostas em inflorescências terminais.

Como adubar essa planta: Plantio: Adubo para Plantio - Na aplicação direto no solo, independente da espécie recomendamos usar 200 gramas para cada um metro quadrado. Se for aplicar o adubo misturado na terra para um vaso ou jardineira, a dose é de 5 gramas para cada um litro de terra. E quando a aplicação é na cova de plantio recomendamos a dosagem conforme o tamanho da cova: 30x30x30 cm seria 150 gramas; 40x40x40 cm seria 300 gramas; 60x60x60 cm seria 1 Kg; e cova de 80x80x80 seria 2,5 Kg do adubo por cova. Espalhar sobre a terra e regar em seguida, ou misturar o produto junto da terra/solo de plantio, revolvendo-a para que o adubo se misture bem. Manutenção: Adubo para Flores - Para plantas em vasos, jardineiras e forrações a recomendação é diluir 10 gramas em 1 litro de água e regar. E para flores em canteiros no solo recomendamos 50 gramas (1 copo plástico de café) para cada 1 metro quadrado. Para vasos, jardineiras e forrações a frequencia é semanal. E para os canteiros de flores a aplicação é a cada 15 dias.

Como regar essa planta: As regas podem ser feitas com intervalos longos (mesmo em períodos longo de estiagem), pois é muito resistente a seca.

Vai em qual clima: Pode ser cultivada em quase todas as regiões do brasileiras, se desenvolvendo melhor em climas subtropicais, tropicais e equatoriais e não tolera geadas.

Nativa de qual clima: Equatorial, Subtropical

Aceita poda? - Sim, pode ser feita a poda dos ramos para adquirir o formato desejado.

Vai na sombra? - Sol pleno, Meia sombra

Vai bem com outras plantas? Sim, porém possui bastante espinhos.

Altura das mudas: até 20 cm

Atrai pássaros? - Não

Atrai borboletas? - Não

Mais informações:

Da família Euphorbiaceae, a Coroa de Cristo é um arbusto espinhoso e que possui uma seiva branca, o látex, substância tóxica que pode causar queimadura na pele e irritação na mucosa da boca, nariz e olhos, como a maioria das plantas dessa família.

Apesar disso, nossa linda plantinha merece nossa consideração e respeito e você vai entender o porquê ao continuar acompanhando essa leitura e vai querer saber como plantar coroa de cristo.

Também conhecida como coroa de espinhos, colchão de noiva, dois irmãos e bem casado, a coroa de cristo possui esse nome devido à sua ramificação coberta de grandes espinhos.

Trata-se de uma espécie suculenta muito resistente à seca e, portanto, não requer muita manutenção e esse é um dos aspectos favoráveis do cultivo da coroa de cristo, além do seu valor ornamental.

Originária da linda Ilha de Madagascar, na África, a Euphorbia milii, nome científico da coroa de cristo, é uma espécie de vida perene. Suas folhas são simples, lisas, ovaladas na cor verde escura. Já suas flores podem ser vermelhas, amarelas ou rosadas, pequenas, dispostas de duas em duas e podem florescer durante todo o ano.

Em jardins, a coroa de cristo é utilizada para formação de conjuntos maciços em gramados, como proteção para cercas vivas, decorando caminhos e adquirindo o formato desejado com a poda ou cultivada em vasos como lindos arranjos.

Vamos conhecer algumas dicas de como plantar coroa de cristo?

COMO PLANTAR COROA DE CRISTO
SOLO: o solo para cultivo da coroa de cristo deve ser fértil, bem drenado e rico em matéria orgânica. Pode ser cultivada direto no solo, ou em vasos;
CLIMA: é tolerante à várias temperaturas, mas prefere a umidade relativa do ar por ser uma espécie suculenta;
ILUMINAÇÃO: deve ser cultivada a sol pleno, mas tolera meia sombra com desenvolvimento reduzido da floração;
REGA: as regas devem ser feitas sempre com o solo seco, nunca encharcado e podem esperar por longos períodos por tratar-se de uma espécie muito resistente à seca;
PODA: aceita poda para contenção e limpeza.
Viram como é fácil cultivar coroa de cristo? Com as dicas de como plantar essa espécie, você pode ter flores lindas o ano todo. Lembre-se de usar ferramentas de proteção para poder fazer a manutenção da planta sem causar danos para a sua saúde.

Nome botanico: Cattleya tigrina A.RichSinonima: Cattleya Leopoldi lindl.Família :  Família OrchidaceaeOrigem: BrasilDesc...
13/10/2021

Nome botanico: Cattleya tigrina A.Rich

Sinonima: Cattleya Leopoldi lindl.

Família : Família Orchidaceae

Origem: Brasil

Descrição:
Orquídea de altura em torno de 60 cm, com haste floral de quase 1,0 metro de comprimento.

Flores dispostas na extremidade desta haste, com o formato característico de sépalas e pétalas coloridas semelhantes, sendo a pétala diferenciada em rosa carmim.

O substrato adequado é o mesmo para as demais orquídeas, composto de argila expandida ou isopor no fundo do vaso e casca de coco ou esfagno para parte intermediária.

Acomodar a planta no vaso, fixar um tutor e amarrar de leve para não danificar a planta.

O substrato deverá estar úmido.

Colocar uma camada bem esparsa de esfagno sobre as raízes ajuda a manter esta umidade.

As adubações para esta orquídea são feitas no final do verão após a floração com adubo NPK 10-10-10, usando uma colher de sopa para 1 litro de água dissolvendo bem.

Regar o substrato com 2 copos da mistura.

Na primavera poderá realizar outra semelhante.

Também o uso de adubo animal curtido é interessante, colocando uma porção dentro de um recipiente com água e mexendo bem.
Coar e regar o substrato com um copo da mistura. Isto adiciona elementos orgânicos para a planta.

A propagação da muda é feita por divisão da planta, podendo fazer esta tarefa após a floração.
Uma orquídea de grande efeito visual. Ideal para ornamentar o canto preferido para lazer.

Pode ser colocada em árvores, como qualquer orquídea mas sua haste floral é muito grande, então melhor cultivar em vaso e trazer a muda florida para cima de um móvel onde poderá ser apreciada em todo o seu esplendor.

Adenium obesum é uma espécie de planta pertencente à família Apocynaceae, nativa das regiões do Sahel, ao sul do Saara, ...
10/10/2021

Adenium obesum é uma espécie de planta pertencente à família Apocynaceae, nativa das regiões do Sahel, ao sul do Saara, e da África tropical e oriental e subtropical do sul e da Arábia. É popularmente chamada de rosa do deserto.

Nome científico: Adenium obesum
Espécie: A. obesum
Reino: Plantae
Família: Apocynaceae
Ordem: Gentianales

29/09/2021

Cattleya granulosa e sua espetacular floração..

A flor símbolo do Rio Grande do Norte, a orquídea Cattleya granulosa iniciou sua época de floração no Parque das Dunas. ...
20/09/2021

A flor símbolo do Rio Grande do Norte, a orquídea Cattleya granulosa iniciou sua época de floração no Parque das Dunas. O florescimento da espécie no estado acontece entre julho e novembro. Os primeiros registros da floração na Unidade de Conservação foram feitos nesta segunda-feira (29) pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente – Idema, por meio da equipe de Botânica do Parque.

A importância da conservação da planta é fundamental, uma vez que encontra-se na categoria “vulnerável” da Lista Vermelha da Flora do Brasil. Segundo o botânico Alan Roque, presenciar populações saudáveis dentro de áreas protegidas é uma pequena garantia que essas espécies possam dar continuidade às suas existências.

De acordo com o botânico, a educação ambiental é o principal fator para a conservação da planta. “É de extrema relevância que a população saiba que a orquídea-cattleya está ameaçada de extinção e que o principal motivo é a perda de habitat e a sua retirada da natureza para comercialização. A população precisa ser sensibilizada para contemplar essas espécies apenas na natureza em seu hábitat natural, afirmou Alan.

A governadora Fátima Bezerra tornou a orquídea Cattleya granulosa flor símbolo do estado, em decisão publicada em 17 de maio, no Diário Oficial do Estado por meio da Lei nº 10.508. Além de sancionar o novo símbolo, a governadora também instituiu a Semana Estadual de Conservação, Valorização e Preservação da flor, a ser realizada todos os anos na última semana do mês de agosto, em todo o território do RN.

Além do Rio Grande do Norte, a espécie da orquídea Cattleya granulosa tem registros de ocorrência nos Estados da Bahia e Paraíba, porém há indicações de sua existência também em Pernambuco, Alagoas e Espírito Santo. Seu desenvolvimento ocorre principalmente na faixa litorânea, em áreas de Restinga. A espécie tem como ameaças a fragmentação do habitat onde ocorre, ocasionada principalmente pelo desenvolvimento imobiliário, e pressão de coleta predatória, devido seu valor ornamental.

“A grande questão acerca das orquídeas é que sofrem pressão antrópica devido à coleta indiscriminada e a supressão de habitats. Fazemos um apelo para que as pessoas aprendam a contemplar a Natureza sem interferirem no processo natural dela”, ressaltou a gestora do Parque das Dunas, Mary Sorage.

A gestora do Parque ainda faz um alerta sobre a comercialização indevida da planta. “É essencial se conhecer a procedência de uma planta antes de comprar. Quando compramos ou vendemos uma planta nativa sem a devida autorização, desrespeitamos a natureza e quem dedica a vida produzindo plantas domesticadas. Fazemos o apelo para que as pessoas não colaborem com essa lamentável prática que é a compra de plantas coletadas ilegalmente. Vamos juntos respeitar a Natureza”, destacou Mary.

Nova espécie de orquídea registrada no Parque das Dunas

A biodiversidade do Parque das Dunas não para de surpreender. A equipe de Botânica registrou na última semana, uma nova ocorrência de orquídea para o Parque das Dunas e para o Parque de Natal. Trata-se da orquídea-gomesa (Gomesa barbata), que até então não havia sido registrada em herbário para a capital do Estado. Com ocorrência entre os estados do Ceará até o estado da Bahia, essa pequena orquídea havia sido registrada em outras Unidades de Conservação do RN: Área de Proteção Ambiental Piquiri-Una e Reserva Particular do Patrimônio Natural Mata Estrela. Segundo o botânico Alan Roque, a descoberta é um importante registro para o Parque.

“Temos ampliado nossa lista de espécies vegetais que saiu de 200 espécies (em 1981, quando se iniciaram os estudos botânicos para o Parque das Dunas) para aproximadamente 350, em 2019. Conhecer a flora das Unidades de Conservação nos dá subsídios para fortalecer a preservação da biodiversidade potiguar”, afirmou.

Capacitação

O Idema, através da equipe de Educação Ambiental e Núcleo de Gestão de Unidades de Conservação, promoveu na última semana, uma capacitação para Policiais Ambientais acerca das orquídeas do Rio Grande do Norte. A capacitação ocorreu em parceria com a Associação de Orquidófilos do RN (SORN) com o objetivo de aumentar os esforços de conservação das orquídeas nativas do nosso Estado. “É de fundamental importância que o policiamento ambiental saiba diferenciar uma orquídea exótica de uma nativa e saber como proceder nos casos de apreensão”, disse a bióloga Marina Moura.



Fonte: http://www.idema.rn.gov.br/Conteudo.asp?TRAN=ITEM&TARG=207995&ACT=&PAGE=&PARM=&LBL=NOT%CDCIA

Endereço

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Camarajibe, PE
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