27/01/2020
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NOTA DE ESCLARECIMENTOO
Diante dos fatos ocorridos no dia 26 de janeiro de 2020 e sabendo que o AUSTIN sempre prezou pela segurança de seus clientes e público em geral, entendendo que o uso de arma de fogo não combina com o consumo de bebida alcoólica, vem a público esclarecer os fatos ocorridos.
Desde novembro de 2019 a empresa adotou a política de impedir a entrada de pessoas armadas na casa, uma vez que ocorreram alguns incidentes por autoridades e pessoas em geral ligadas ao uso de armas de fogo e ingestão de bebidas alcoólicas.
Tal prática teve boa aceitação e colaboração da classe policial, que é possui elevada importância e responsabilidade social, tendo a empresa atendido mais 3.000 autoridades, entre juízes, promotores de justiça, delegados e policiais.
Todavia, na madrugada do dia 26 de janeiro de 2020, uma autoridade policial, delegado de polícia, não entendeu a situação e o potencial perigo da proibição, que visa coibir o uso de bebida e arma de fogo num local com grande aglomeração de pessoas. Os seguranças da casa tentaram explicar a situação, em seguida o advogado da casa abordou a autoridade para reiterar a gravidade da motivação e contar os fatos anteriores ocorridos. Nada disso foi suficiente, e a autoridade continuou agindo com bastante rispidez e exigiu que fosse chamado um dos sócios da casa.
Ainda do lado de fora, um dos sócios da casa tentou conversar com a autoridade e, em menos de 30 segundos após a sua chegada, o sócio recebeu de maneira arbitrária, ilegal e desarrazoada voz de prisão e, foi conduzido à delegacia por suposta desobediência. Nesse contexto, a autoridade exigiu, ainda, que a condução fosse realizada, por meio de viatura policial – na parte de trás do veículo - popularmente conhecida como “camburão” mesmo com o pedido do advogado para que fosse ao 2º Distrito Policial em seu carro particular, tudo no intuito de humilhar e ressaltar a situação vexatória a qual submeteu indevidamente um dos sócios de nossa casa.
*Continua nos Comentários