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Fundo imobiliário pode ser toque que faltava para o sonho da casa própriaTer uma casa própria faz parte do sonho de milh...
31/05/2016

Fundo imobiliário pode ser toque que faltava para o sonho da casa própria

Ter uma casa própria faz parte do sonho de milhares de pessoas. A realidade é que as prestações são caras e nem sempre as pessoas conseguem ter uma reserva boa para dar entrada em um financiamento.

Se esse é o seu caso ainda existe uma forma de investir em um imóvel com valor bem inferior ao apartamento dos sonhos: o fundo imobiliário.

O que é?

O fundo imobiliário funciona da seguinte forma: você não tem dinheiro para dar uma entrada em um apartamento ou pagar um financiamento. Mas tem um valor, ainda que pequeno, guardado na poupança ou reservou o seu décimo terceiro.

Com esse dinheiro você pode procurar um gestor que irá reunir um grupo de pessoas na mesma situação que a sua. Esse profissional vai procurar no mercado um bom imóvel e dividi-lo em cotas, que vai gerar uma renda mensal com o aluguel.

O gestor Sérgio Belleza Filho explica que o profissional que vai cuidar do fundo imobiliário tem que ser habilitado e filiado a uma instituição financeira. “É preciso que o investidor tenha em mente que precisa da assessoria de quem entende do assunto para analisar as oportunidades que o mercado oferece. Existem cotas de R$ 100, mas algumas instituições financeiras colocam um patamar mínimo de R$10 mil”, explica.

Em qual imóvel posso investir?

Na maioria das vezes, o fundo imobiliário investe em um imóvel que gere uma renda frequente para quem fez a aplicação. Shopping centers, escritórios bancários e instalações ou galpões industriais são mais comuns.

“Sozinhos nós somos pequenos, mas um grupo de investidores pode comprar um imóvel valorizado e ter um inquilino vantajoso, como um banco, por exemplo. Como as pessoas não tem tempo nem experiência para fazer bons negócios é importante procurar uma instituição financeira para cuidar do dinheiro”, explica Belleza.

Após a aquisição do imóvel, o fundo vai obter uma renda, que pode ser por meio de locação, venda ou arrendamento. Esses rendimentos são repassados periodicamente aos seus investidores.

Vantagens e desvantagens

O fundo imobiliário não permite o resgate das cotas antes do prazo determinado de sua duração. Na maior parte dos casos, não é estabelecida uma data para seu término. Caso a pessoa decida sair do investimento, ela terá que vender suas cotas no mercado secundário.

O vilão do investimento é o juro alto, quando a taxa sobe, as cotações caem, alerta Belezza. Outros percalços que podem aparecer no caminho é a desvalorização do imóvel e a inadimplência, neste último caso, se o imóvel tiver apenas um inquilino e ele atrasar o pagamento do aluguel.

O lado bom do fundo imobiliário é que a pessoa física é isenta do Imposto de Renda. Ou seja, é possível ter vários imóveis e receber o fundo sem pagar o IR. “Só paga o imposto o investidor que tiver lucro no dia que ele vender a cota. Caso ele tenha pagado R$ 10 mil e venda por R$ 15 mil, aí precisa ajustar as contas com o leão”, diz o gestor.

Valor médio do m² para venda no Brasil desvaloriza em abril, aponta VivaReal VivaReal, plataforma que possibilita a comu...
03/05/2016

Valor médio do m² para venda no Brasil desvaloriza em abril, aponta VivaReal

VivaReal, plataforma que possibilita a comunicação entre imobiliárias, incorporadoras e corretores com consumidores que buscam um imóvel, apresenta o índice DMI-VivaReal, com análises referentes a indicadores do setor imobiliário em 30 cidades brasileiras.

Em abril, o valor médio do m² para venda no Brasil apresentou desvalorização nominal de 0,4%, após ter valorizado 0,5% em março. A inflação de abril ficou em 0,51% (IPCA), por tanto, a queda real dos valores foi de 0,9%. Nos últimos 6 meses o índice registrou queda nominal de 1,1% no valor médio do m² nacional.

Entre as 30 cidades estudadas, apenas doze tiveram valorização acima da inflação, sendo Curitiba (+1,49%), Joinville (+1,29%), Ribeirão Preto (+1,22%), Guarulhos (+0,92%) e Salvador (+0,85%) as cinco mais valorizadas. Nove cidades apresentaram variação negativa, sendo as maiores no Rio de Janeiro (-2,06%), Londrina (-1,56%), Recife (-0,57%), Vila Velha (-0,49%) e Florianópolis (-0,42%).

O valor médio anunciado do m² para venda no Brasil foi de R$ 4.828/m². Brasília (R$ 8.276,00/m²), Rio de Janeiro (R$ 7.095,00/m²), São Paulo (R$ 6.875,00/m²) e Recife (R$ 6.000,00/m²) são as cidades com os m² mais caros do país.

Aluguel permanece estável em abril

Em abril, o valor médio do m² para aluguel no Brasil permaneceu estável após desvalorizar 1,5% no mês anterior. Com a inflação em 0,51% (IGP-M), a desvalorização real foi de 0,5%. No acumulado de seis meses o DMI mostrou uma desvalorização nominal de 5,4% para o aluguel.

Apenas quatro cidades tiveram valorização acima da inflação em abril sendo elas Londrina (+1,97%), Guarulhos (+1,09%), Jundiaí (+0,97%) e Goiânia (+0,63%). Outras 19 cidades apresentaram variação negativa. As cidades que apresentaram maior desvalorização foram Joinville (-2,97%), Recife (-2,24%), Vitória (-2,17%), João Pessoa (-2,14%) e Natal (-1,36%).

O valor médio anunciado do m² para aluguel no Brasil foi de R$ 25,00. São Paulo (R$ 35,29), Rio de Janeiro (R$ 34,22) e Brasília (R$ 32,99) são as cidades com os m² mais caros do país.

Andamento das Obras do Condominio das Esmeraldas!!!
20/04/2016

Andamento das Obras do Condominio das Esmeraldas!!!

Caixa pode voltar a elevar juro do crédito imobiliário no ano, diz diretorA Caixa Econômica Federal pode voltar a elevar...
19/04/2016

Caixa pode voltar a elevar juro do crédito imobiliário no ano, diz diretor

A Caixa Econômica Federal pode voltar a elevar o juro do financiamento imobiliário neste ano, se necessário, disse na ultima terça-feira dia 12, o diretor de habitação do banco, Teotônio Rezende.

Segundo o executivo, embora não haja previsão de aumento neste momento, a elevação pode acontecer diante da maior pressão sobre as margens do banco provocada pelo uso de recursos mais caros para conceder empréstimos.

"Se necessário, teremos que fazer", disse Rezende a jornalistas durante evento do setor imobiliário.

A declaração reflete em parte os sucessivos resgates no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), principal fonte de financiamento para compra de imóveis no país, dado a perda de atratividade do investimento, que paga 6 por cento ao ano mais TR, enquanto a Selic está em 14,25 por cento anuais.

Após resgates líquidos recordes de 53,6 bilhões de reais em 2015, a caderneta de poupança já teve saída de 24 bilhões de reais só no primeiro trimestre deste ano.

Com isso, a Caixa, maior concessora de crédito para habitação do país, tem sido obrigada a lastrear parte dos empréstimos feitos para o setor em papéis de mercado, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCI), que têm custo maior.

Atualmente, cerca de um terço dos empréstimos do banco feitos por meio do SBPE são lastreados em LCI. A meta da Caixa é reduzir esse percentual para cerca de 15 por cento, disse ele.

Para evitar uma pressão maior sobre suas margens, a Caixa subiu o juro dos empréstimos para os tomadores quatro vezes desde o começo do ano passado, a última em março. Com isso, o juro médio das concessões no banco subiu de cerca de 8 para 10 por cento anuais. O teto regulatório é de 12 por cento.

Em outra frente, a Caixa também está sendo mais rigorosa em novas concessões, seja exigindo valor de entrada maior ou mais garantias dos tomadores.

Com isso, o banco prevê desembolsar cerca de 87 bilhões de reais em novos empréstimos para o setor em 2016, ante 90 bilhões no ano passado. No pico, em 2013, o banco estatal chegou a emprestar cerca de 135 bilhões de reais.

"Aquele volume de concessões que tínhamos nos últimos anos não volta mais", disse Rezende durante apresentação no evento.

De acordo com Rezende, o estoque de crédito imobiliário do banco deve crescer ao redor de 12 por cento em 2016, em ritmo parecido com o do ano passado. Ele previu que uma aceleração do mercado vai demorar.

"Enquanto a Selic não voltar a um dígito, o ritmo do mercado não volta a acelerar", concluiu.

BOA NOTÍCIA: Caixa volta a oferecer financiamento de imóveis mais baratoA Caixa Econômica Federal voltou a oferecer a pa...
08/03/2016

BOA NOTÍCIA: Caixa volta a oferecer financiamento de imóveis mais barato

A Caixa Econômica Federal voltou a oferecer a partir desta semana a opção de financiamento de imóveis de até 400 mil reais pela linha Pró-Cotista FGTS, crédito que só não é mais barato do que o oferecido pelo banco para quem estiver enquadrado no programa Minha Casa Minha Vida.

A Pró-Cotista voltou a ser operada pelo banco logo após o anúncio de que o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) faria um aporte de 9,5 bilhões de reais para a linha de financiamento imobiliário este ano. A medida foi anunciada no dia 26 de fevereiro.

Segundo a Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), a Caixa havia suspendido os financiamentos da linha desde o final de janeiro por falta de recursos.

A ABMH recebeu reclamações de mutuários que tiveram o financiamento pela Pró-Cotista aprovado pela Caixa, mas não foram chamados para assinar o contrato. Segundo a Caixa, mutuários que já tiveram o crédito aprovado na linha terão prioridade na contratação do crédito agora.

A Pró-Cotista é uma oportunidade para famílias de classe média que não se enquadram nos limites de financiamento da habitação popular adquirirem imóveis novos e usados em um momento no qual o crédito está mais caro e escasso.

No ano passado, o orçamento da Pró-Cotista atingiu 6 bilhões de reais. Este ano, os recursos para a linha devem chegar a 9,5 bilhões de reais. O aumento dos valores se deve à análise de que a procura poderia ser maior do que o valor do orçamento, de acordo com o secretário-executivo do Conselho Curador do FGTS, Quênio Cerqueira, durante o anúncio do novo aporte.

Enquanto a Caixa afirma que continua a financiar unidades de até 400 mil reais (o limite foi anunciado no ano passado), o Banco do Brasil aponta que, desde o dia 5 de janeiro deste ano, recebeu sinal verde do Conselho Curador do FGTS para que voltasse a financiar imóveis de até 750 mil reais em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, e 650 mil reais para os demais Estados, limites vigentes antes da modificação anunciada no ano passado.

Condições

A linha Pró-Cotista FGTS cobra taxas de juros menores por conta de um subsídio oferecido aos trabalhadores que têm recursos aplicados no FGTS, que geralmente são empregados formais, com carteira assinada e que realizam obrigatoriamente contribuições mensais ao fundo, equivalentes a 8% do valor do salário.

Também realizam contribuições ao FGTS os trabalhadores rurais, temporários e atletas profissionais. Para empregados domésticos, a contribuição ao FGTS é opcional.

A linha que utiliza recursos do FGTS é oferecida apenas pelo Banco do Brasil e pela Caixa. A taxa de juros aplicada a tomadores que não têm relacionamento com o banco, a chamada taxa balcão, é de 8,85% ao ano na Caixa e de 9% ao ano no Banco do Brasil. Caso o comprador tenha relacionamento com a Caixa, os juros cobrados na Pró-Cotista podem ser ainda menores e chegar a 7,85% ao ano.

Em outros tipos de financiamentos, a taxa cobrada para quem não tem relacionamento com o banco sobe para 9,90% ao ano na Caixa e 11,29% ao ano no BB. Ambos os bancos reajustaram as taxas de juros de financiamentos ao longo do ano passado, enquanto os juros cobrados na Pró-Cotista permaneceram inalterados.

Além de cobrar taxas de juros mais acessíveis do que as praticadas em outros financiamentos, a linha permite financiar até 90% do valor do imóvel no Banco do Brasil e até 80% na Caixa, seja ele novo ou usado.

No ano passado, a Caixa passou a emprestar no máximo 50% do valor da unidade para aquisição de imóveis usados que estejam enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Ou seja, além do programa Minha Casa Minha Vida, a linha Pró-Cotista é a única alternativa para quem pretende comprar imóveis usados na Caixa, mas não tem capacidade de pagar o equivalente a 50% do valor do imóvel como entrada.

O prazo máximo de financiamento oferecido na Pró-Cotista em ambos os bancos públicos é de até 360 meses.

Requisitos

Para ter acesso à Pró-Cotista FGTS, é necessário ter contribuído ao FGTS por mais de três anos, consecutivos ou não, na mesma empresa ou em empresas diferentes.

Caso o tomador se enquadre nessa exigência, a conta vinculada ao fundo deve estar ativa, ou seja, o trabalhador deve estar empregado e realizar atualmente contribuições mensais ao FGTS.

A linha só é concedida para tomadores com contas inativas – que estejam desempregados ou que não estão contribuindo ao FGTS por estar trabalhando sob outro regime de trabalho, por exemplo – caso o saldo do FGTS seja equivalente a pelo menos 10% do valor do imóvel.

Não há restrição com relação à renda familiar dos compradores, desde que o imóvel financiado não tenha valor maior do que 400 mil reais.

Contudo, o comprador não pode ter outro financiamento imobiliário e nem a posse de outro imóvel residencial urbano, concluído ou em construção, na mesma cidade, em municípios limítrofes ou na região metropolitana da cidade onde vive. Preenchidos os requisitos, o uso do saldo do FGTS no financiamento é opcional.

Oportunidade

Para quem se enquadra nas condições da linha Pró-Cotista, Marcelo Prata, diretor do Canal do Crédito, recomenda aproveitar a oportunidade. “É o dinheiro mais barato que esse comprador consegue atualmente.”

Como as restrições de crédito em outras linhas reduzem a demanda por casas e apartamentos, o momento pode ser favorável para a compra do imóvel, pois amplia a possibilidade de negociação de descontos nos preços das unidades, diz Prata.

Por outro lado, financiar o imóvel agora não é indicado caso o comprador esteja inseguro em relação à manutenção do seu emprego nos próximos meses.

Nesse caso, quem não tem reservas financeiras para suportar o pagamento das prestações da dívida diante de um eventual desemprego, pode ser melhor adiar a compra e juntar um valor maior para dar como entrada e reduzir o débito.

Uso de materiais sustentáveis agrega valor e reduz custos em obrasA utilização de materiais sustentáveis e ecologicament...
07/03/2016

Uso de materiais sustentáveis agrega valor e reduz custos em obras

A utilização de materiais sustentáveis e ecologicamente corretos em uma obra já não é mais sinônimo de aumento de custos. De acordo com a RCervellini, empresa líder no segmento de pisos e revestimentos, praticamente não há diferença de valores entre produtos que contribuem para uma construção sustentável e produtos convencionais, com a vantagem de que alguns materiais ecologicamente corretos podem representar economia de tempo, de água e de dinheiro.

Segundo o engenheiro da RCervellini, Fernando Assiz, a preocupação com a utilização de produtos sustentáveis e ecologicamente corretos é mundial. "Possuir um empreendimento com certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), por exemplo, é algo muito bem visto pelo mercado e que agrega valor ao empreendimento", destaca.

Com um portfólio de produtos composto por materiais de baixo impacto ambiental, ou seja, fabricados com materiais recicláveis, reciclados e de reuso, e produtos que colaboram para a eficiência energética, com baixa emissão de compostos orgânicos voláteis e que geram poucos resíduos, a RCervellini incentiva o uso dos mesmos e só vê aumentar a procura por esse tipo de produto em obras de pequeno, médio e grande porte. Tanto que em 2015 a venda de drywall e placas cimentícias para construção a seco superou a venda de pisos pela primeira vez, em 40 anos, na empresa.

“Enquanto uma obra feita com tijolos e argamassa consome 8 litros de água por metro quadrado, uma construção com placas cimentícias e drywall usa apenas 1 litro de água por metro quadrado. Eles também reduzem de forma significativa o desperdício de matérias-primas, gastos com logística e uso de energia, além de apresentarem qualidade e durabilidade”, justifica Assiz.

Além do drywall e placas cimentícias, dos produtos que se adequam ao conceito de construção sustentável na RCervellini se destacam: o piso elevado produzido com materiais reciclados que pode ser reaproveitado em outras obras; pisos laminados com certificação FSC, que atesta que a madeira é proveniente de florestas com manejo ambientalmente adequado, socialmente benéfico e economicamente viável; pisos vinílicos produzidos a partir de PVC reciclado, com certificação sustentável e Certificação de Rótulo Ambiental ABNT; carpetes com selo VOC que atesta baixa emissão de compostos orgânicos voláteis e colaboram para a melhora da qualidade do ar interno; e rodapés produzidos com poliestireno reciclado.

"Temos diversos produtos com certificação ambiental que estão cada vez mais acessíveis e que conseguem unir tecnologia e sustentabilidade sem abrir mão do design", comenta Assiz.

Materiais de construção: maior deflação para janeiroOs preços dos materiais de construção no Estado de São Paulo, calcul...
23/02/2016

Materiais de construção: maior deflação para janeiro

Os preços dos materiais de construção no Estado de São Paulo, calculado por meio do índice INCC/SINAPI do IBGE, contaram com uma deflação de 0,25% em janeiro de 2016. É o índice mais baixo para esse mês desde que a pesquisa foi criada, em meados de 1994. Apenas como comparação, ano passado, o INCC registrou aumento de 0,44% para o mesmo período. A última vez que houve deflação dos preços de materiais de construção na economia paulista em janeiro foi em 2012.

Evolução do custo de materiais de construção nos meses de janeiro: Estado de São Paulo
Com base no acumulado de doze meses, o índice que mede a variação de preços do setor da Construção Civil chegou a 4,43%, abaixo do valor alcançado para o mesmo período em 2015, quando ficou em 5,15%. Considerando o histórico recente do indicador, a deflação de 0,25% neste último mês de janeiro iguala a retração de preços de setembro de 2015 e é o maior recuo desde maio de 2012, quando o INCC ficou em -0,80%. O economista Jaime Vasconcellos comenta que, desde agosto de 2015, há uma oscilação entre movimentos inflacionários e deflacionários no território paulista.

Evolução do custo de materiais de construção: Estado de São Paulo

Analisando os subitens do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) /IBGE de janeiro de 2016, medidor oficial da inflação brasileira, observa-se que, tanto em âmbito nacional quanto na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), há mercadorias com retração no nível de preços. Na RMSP, segundo o IBGE, o preço médio das ferragens detém a maior queda, -1,5%. Os revestimentos de piso e parede e o cimento também ficaram, em média, mais baratos. Como efeito comparativo, em janeiro de 2015, estes três subitens registraram aumento de, respectivamente, 1,73%, 3,70% e 2,40%.

Evolução dos preços de janeiro/16 por subitem do IPCA/IBGE

Para Vasconcellos, é impossível não associar a queda no nível geral de preços dos materiais de construção no Estado de São Paulo e Região Metropolitana de São Paulo à redução do consumo das famílias e dos investimentos empresariais. “O orçamento mais fragilizado aliado ao aumento de endividamento e inadimplência, aos juros elevados e à ameaça mais real de desemprego inibe o consumo e, com isso, resulta em enfraquecimento da demanda”, explica. Em sua opinião, o pior momento para o consumo em 2016 deverá ser registrado no primeiro trimestre. “Pelo lado dos custos o patamar é elevado, porém sem crescimento no primeiro mês deste ano. O dólar ficou estável em janeiro, o que também auxilia a menor pressão de preços internacionais nos preços domésticos”, avalia.

Com gestão facilitada, bancos poderão oferecer mais crédito imobiliárioO governo adotou uma medida que pode estimular os...
12/02/2016

Com gestão facilitada, bancos poderão oferecer mais crédito imobiliário

O governo adotou uma medida que pode estimular os bancos a oferecerem mais crédito imobiliário. Em reunião extraordinária, realizada no dia 10, o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu uma resolução, divulgada na quinta (11), que permite uma melhor gestão das carteiras de crédito imobiliário dos bancos. Os bancos ganharam um prazo de 12 meses para aplicar recursos de poupança no crédito imobiliário, quando venderem parte da carteira imobiliária.

Por regra, os bancos são obrigados a destinar 65% do saldo médio dos depósitos de poupança para o crédito imobiliário. Quando esse percentual é descumprido, os bancos são obrigados a recolher ao BC montante equivalente à insuficiência de aplicações imobiliárias.

Ao vender parte da carteira imobiliária, o valor cedido tinha que ser total e imediatamente deduzido do saldo de operações de financiamentos imobiliários consideradas para efeito de verificação do cumprimento das exigibilidades de aplicação da poupança. Agora, em vez de recolher o dinheiro ao BC e assim ter menos dinheiro para conceder crédito, os bancos têm um prazo para obter novos recursos e aplicar nos financiamentos imobiliários.

“Assim, uma instituição que eventualmente esteja operando exatamente no limite mínimo de aplicação obrigatória em financiamentos imobiliários, que no caso é 65% do saldo médio dos depósitos de poupança, teria, caso vendesse parte de sua carteira imobiliária, de recompor imediatamente o montante vendido, por meio da contratação de novas operações imobiliárias”, explicou a Assessoria de Imprensa do BC.

“Do ponto de vista operacional, a resolução permite que os créditos imobiliários cedidos a companhias securitizadoras sejam deduzidos do direcionamento não imediatamente, mas proporcionalmente ao longo de 12 meses”, acrescentou o BC.

Títulos

A securitização, feita por uma empresa especializada, a securitizadora, ocorre quando os créditos imobiliários são transformados em títulos, denominados Certificados de Recebíveis Imobiliários e negociados no mercado financeiro.

Para o BC, o prazo de 12 meses facilita a gestão de ativos e passivos das instituições financeiras, uma vez que é complexo o processo de contração de financiamentos imobiliários, “que envolve rigorosos processos de análise de crédito, obtenção de certidões e avaliações de garantias”.

“Ao conferir prazo um pouco mais dilatado para aplicar os recursos, cria condições mais propícias às instituições financeiras venderem seus créditos para fins de securitização, obter novos recursos e aplicá-los em novos financiamentos imobiliários”, acrescentou o BC.

O BC acrescentou ainda que a medida é complementar à anunciada pelo Ministério da Fazenda na semana passada de aquisição de R$ 10 bilhões de CRI pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), gerido pela Caixa Econômica Federal. A medida libera mais recursos para a Caixa conceder crédito imobiliário.

04/02/2016

Um gabarito para alvenaria que se adapta a diferente tipos de blocos!

Governo aposta na construção civil e fala em 'novo PAC' para recuperar imagemPara tentar reverter o pessimismo apontado ...
26/01/2016

Governo aposta na construção civil e fala em 'novo PAC' para recuperar imagem

Para tentar reverter o pessimismo apontado pelos indicadores econômicos, a presidente Dilma Rousseff planeja apresentar ainda neste mês medidas e propostas que ajudem a retomar o crescimento e animar a economia, mas sem abandonar o ajuste fiscal que desde o início do segundo mandato tenta implementar. O plano já é tratado no Palácio do Planalto como uma espécie de "novo PAC" e tem como prioridade estimular o setor de construção civil.

A expressão refere-se ao Programa de Aceleração do Crescimento, criado em 2007 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva para estimular a economia e posteriormente usado para ajudar a eleger a então ministra da Casa Civil Dilma Rousseff à Presidência da República.

Para o Planalto, a escolha pela construção civil se deve à capacidade do setor de, uma vez estimulado, reagir mais rapidamente e, com isso, criar empregos.

Fora isso, o setor também foi o que mais eliminou postos de trabalho em 2015, com cerca de 500 mil demissões - o pior resultado da história. Dentre as principais demandas das empresas para voltar a crescer estão a retomada de projetos como a terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida e a quitação de obras já executadas.

Há atrasos de até quatro meses no pagamento a empresas contratadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), autarquia que gerencia mais de mil contratos ativos e é dona do maior orçamento liberado pelo governo.

Contemplar esse setor e dar novo fôlego à economia casa com a agenda política de 2016. A presidente enfrentará na volta do recesso parlamentar, em fevereiro, um processo de impeachment e há a avaliação no governo e no PT de que é preciso agir o mais rápido possível para evitar uma derrota fragorosa nas eleições municipais, em outubro. A resposta seria um plano para tentar conter a alta do desemprego e reduzir a força do discurso oposicionista de que o partido arruinou a economia do País.

Isso explica por que nos últimos dias ministros têm admitido em público erros na condução econômica e, ao mesmo tempo, defendido Dilma do impeachment. Hoje, pelo Twitter e pelo Facebook, o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, afirmou que o governo não apenas reconhece os erros que cometeu na economia como está trabalhando para resolvê-los.

"Temos plena consciência de alguns erros que cometemos e das dificuldades que precisamos vencer na economia, mas impopularidade não é crime. É um defeito, um problema que vamos seguir trabalhando para resolver", disse.

No dia 5 passado, Wagner se reúne com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), para discutirem como viabilizar mais recursos para a cidade, maior colégio eleitoral do País e fundamental para as estratégias políticas do partido em 2016 e em 2018.

Conversa
Neste início de ano eleitoral ainda sob impacto da Operação Lava Jato e do processo de impeachment, o Planalto traça estratégias para aumentar sua base de apoio político e social.

Para tanto, tenta atrair partidos, movimentos sociais e empresários para o debate sobre as soluções para a crise econômica. O governo espera que, se obtiver alguma melhora na relação com esses agentes, terá mais condições de conter o ânimo de deputados e senadores favoráveis ao afastamento da presidente em fevereiro, quando voltarem ao Congresso após o recesso parlamentar.

A elaboração, contudo, ainda está embrionária. A presidente tenta de novo passar a imagem de estar disposta ao diálogo com diversos segmentos da sociedade. Para tanto, vai retomar o funcionamento do antigo Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão.

Dilma e sua equipe terminaram 2015 convencidos de que o pior da crise política e da tentativa de tirá-la do governo já teria passado. Assim, anunciar as medidas econômicas ainda em janeiro ou início de fevereiro - de preferência antes do carnaval - é a prioridade. Isso traria a imagem de que o governo trabalha pela retomada do crescimento, mesmo sabendo que o primeiro e o segundo trimestre de 2016 serão ainda ruins para a economia.

Fora isso, é uma tentativa de contornar a desconfiança do empresariado. O governo quer anunciar, por exemplo, financiamentos de médio e longo prazo para determinadas atividades econômicas. Assessores da presidente explicam que não se trata de concessão de benefícios ou desonerações pontuais, como feito antes.

As medidas em estudo visam criar um ambiente favorável de negócios, como melhor regulação de um setor ou promovendo investimentos em infraestrutura que possam ajudar aquele segmento. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

Caixa aposta no mercado de habitação popular em 2016O diretor-executivo de Habitação da Caixa, Teotonio Rezende, estima ...
21/01/2016

Caixa aposta no mercado de habitação popular em 2016

O diretor-executivo de Habitação da Caixa, Teotonio Rezende, estima crescimento de 30% nos financiamentos de imóveis de até R$ 225 mi neste ano em relação ao ano passado. Nesse grupo, estão moradias enquadradas nas faixas 2 e 3 do Minha Casa Minha Vida, cujas contratações começaram na semana passada.

“Na habitação social, modalidade em que não houve restrição de oferta de recursos, já houve uma aplicação bastante expressiva em 2015, quando fechamos o ano com [volume de financiamento] 31% maior do que no ano anterior”, afirma ele.

Os empréstimos com recursos do FGTS (fonte de financiamento das faixas 2 e 3 do Minha Casa Minha Vida) somaram 37,9 bilhões entre janeiro e setembro de 2015, último dado disponível, volume próximo aos R$ 40,9 bilhões concedidos durante todo o ano de 2014.

A estimativa de crescimento de 30% em 2016 já leva em conta a demanda da terceira fase do Minha Casa Minha Vida, que trará uma série de mudanças. Entre elas está a criação da faixa 1,5, que atenderá maior número de pessoas de baixa renda com capacidade para financiar imóvel e que não eram contempladas, até então. As contratações para essa nova faixa ainda dependem de instrução normativa do Ministério das Cidades.

“As grandes construtoras, que trabalham com as faixas 2 e 3 do Minha Casa Minha Vida, não têm problema de estoque e de velocidade de venda. É que, na habitação social, o cliente está trocando o aluguel pela prestação da casa própria. Para ele, não faz sentido mudar a decisão de comprar”, explica Rezende.

Dois outros fatores devem impulsionar as vendas no segmento. O limite de renda mensal dos beneficiários do Minha Casa Minha Vida subiu de R$ 5 mil para R$ 6,5 mil na terceira etapa do programa. Além disso, os valores máximos dos imóveis das faixas 2 e 3 também foram reajustes de acordo com cada região do País, variando de R$ 90 mil a R$ 225 mil.

Dados da Caixa apontam que 60% dos 6,5 milhões de simulações de crédito imobiliário realizadas mensalmente no site do banco são para imóveis de até R$ 200 mil. Essas simulações servem de termômetro do impacto positivo que o Minha Casa Minha Vida 3 deve provocar no mercado imobiliário este ano. “A tendência é que a demanda continue em alta com os ajustes do progarma e a criação da faixa 1,5”, aposta Rezende.

Dicas rápidas e práticas para dar um up na casa para as festas Se você vai receber amigos e familiarSe você vai receber ...
30/12/2015

Dicas rápidas e práticas para dar um up na casa para as festas Se você vai receber amigos e familiar

Se você vai receber amigos e familiares em casa, mas a decoração ainda não está muito apropriada para visitas, não se desespere: ainda dá tempo. Alguns toques originais e criativos podem ser a solução para mudar os ambientes sem precisar fazer grandes reformas.

Acrescentar adornos, plantas, tapetes ou luminárias são excelentes sugestões para incrementar os espaços para as festas. A arquiteta Estela Netto aconselha utilizar objetos que remetem a essas festas. "Aposte em adornos que remetam às festividades e que tenham mais brilho, como os cristais, o murano e as cerâmicas assinadas que são recursos sempre muito interessantes. Os tapetes são elementos muito importantes na decoração, principalmente na sala, pois demarca o ambiente e pode trazer cor e textura para o espaço. O final do ano é uma ótima oportunidade para fazer esse investimento e traz mais sofisticação ao décor", diz.

Estela cita ainda a importância de se inserir plantas e flores naturais nos espaços, criando um clima mais aconchegante e até mais sofisticado. "As plantas sempre enriquecem qualquer ambiente. Ter espaços verdes, vasos bonitos e flores novas é sempre interessante. Todos se sentem bem neste tipo de espaço", ressalta.

Um outro elemento de grande importância para modificar a decoração dos ambientes é a iluminação. A designer de interiores Alessandra Morávia e a arquiteta Adriana Morávia, do escritório Morávia Arquitetura e Interiores, dão as dicas de como transformar os espaços por meio da composição das luzes: "Uma iluminação adequada faz toda a diferença na decoração para as festas de fim ano, pois torna o espaço mais acolhedor", explicam.

As profissionais também indicam que se deve investir em móveis que facilitem o conforto e a praticidade dos convidados, como o pufe que é um elemento coringa e bastante versátil. Além do mobiliário, vale a pena colorir a casa com enfeites e adornos característicos dessa época. "Substituir adornos e livros, presentes no ambiente, por peças mais festivas em tons de dourado ou com brilhos. Pintar um aparador antigo com uma cor vibrante, por exemplo, pode virar o destaque no ambiente. Trocar as almofadas por outras com tecidos nobres, darão uma nova cara para o sofá. Fazer enfeites simples como vasos de vidro com bolas vermelhas ou pinhas e nozes é uma alternativa bonita e de baixo custo", enumeram Alessandra e Adriana Morávia.

As obras de arte também ressaltam as belezas do ambiente, como cita Estela Netto: "Investir em obra de arte é sempre uma boa alternativa. Esse elemento proporciona um impacto estético muito significativo ao lar e compensa muito o investimento".

Para repaginar a casa para as festividades não há necessidade de grandes mudanças nos ambientes. As opções simples, práticas e criativas transformarão os espaços e podem agradar a todos os convidados.

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