Giovani Ghisleni

Giovani Ghisleni Empresário em Gramado há 20 anos
🏠 Imóveis de alto padrão na Serra Gaúcha
💳 Fintechs & meios de pagamento
📍 Gramado & Canela - RS

12/08/2026

Amanhã abre o Festival de Gramado. E meu direct encheu: “tu vai receber esses artistas? São todos de esquerda!”

Minha resposta: sim. Cada um. Com orgulho.

Tua família assistiu Netflix ontem? Novela? Série? Cultura está na tua casa todos os dias, moldando o que teu filho acha bonito, certo, desejável. Cultura não é entretenimento — é FORMAÇÃO.

“Mas a maioria dos artistas pensa diferente de nós!” E de quem é a culpa? Enquanto um lado fazia filme, música e novela, o outro reclamava. Um lado OCUPOU o palco. O outro abandonou. E quem abandona o palco não pode reclamar da peça.

Cultura não é território inimigo. É território ABANDONADO. E não se reconquista com boicote — se reconquista com PRESENÇA.

Gramado é a prova: cultura virou economia, turismo, orgulho — metro quadrado, inclusive. Talento não tem partido: a obra desses artistas é patrimônio do Brasil inteiro.

E tu, que reclamas da cultura que existe: quanto INVESTES na cultura da tua cidade? Cultura ruim não se combate com crítica. Se combate com cultura melhor.

Manda pro amigo que reclama de artista mas maratona série todo fim de semana. 👇

11/08/2026

Os Estados Unidos estão atacando o Pix. Saiu essa semana: pressão americana contra o modelo brasileiro de pagamentos. E eu vou te explicar por que a nossa tecnologia incomoda tanto — falo como dono de fintech, que vive desse mercado todos os dias.

O Pix nasceu aqui: tecnologia do Banco Central do Brasil, lançado em 2020. Gratuito, instantâneo, 24 horas. Nos EUA — a maior economia do mundo — uma transferência ainda leva DIAS e paga tarifa.

Por que o Pix incomoda? Porque cada transação gratuita aqui é uma tarifa que as gigantes do cartão não cobram. O Pix tirou o Brasil da dependência delas — e isso custa bilhões. Pra elas. A Índia seguiu caminho parecido, a Europa estuda, os americanos reclamam. Quando o gigante reclama da tua tecnologia, é porque ela é boa demais.

Meu recado de quem é do setor: o Pix tem que continuar público, gratuito e NOSSO. Não importa o governo, não importa o partido. Isso não pode mudar nunca.

E a ferida: criamos a melhor tecnologia de pagamento do mundo, mas ainda tratamos o GOLPE como crime pequeno. O estelionatário limpa a poupança de um aposentado e raramente é preso. E ainda tem gente influente que acha bonito explicar roubo como necessidade. Pobreza não é desculpa pra crime — eu fui pobre, e o que eu roubei foi conhecimento.

O golpe do Pix não pega o banqueiro: pega a diarista, o aposentado, o pequeno comerciante. Quem passa a mão na cabeça do ladrão está passando a mão no bolso do trabalhador.

Podem criticar o Brasil em muita coisa. No sistema de pagamentos, somos referência mundial. E referência se defende.

Tu já sofreu ou conhece alguém que sofreu golpe? O que aconteceu depois? Me conta. E manda pra alguém que usa Pix todo dia — ou seja, pra qualquer brasileiro. 👇

10/08/2026

Se você aprendeu que empresário é teu inimigo — esse vídeo é pra você. Só te peço dois minutos de honestidade.

Dizem que o rico odeia o pobre. Deixa eu contar de onde eu vim: desci de um ônibus de Charqueadas com R$ 160 no bolso. Comi miojo escondido no micro-ondas da imobiliária. Eu FUI o pobre da história.

Em que momento o guri do miojo virou teu inimigo? Quando fechei a primeira venda? Repara: eu nunca tive carteira assinada, nunca tive salário garantido — sempre vivi de comissão, só ganhava se entregasse. Comecei com menos proteção que qualquer empregado. E foi daí que subi. Hoje, quem nunca teve carteira assinada... assina a dos outros. E eu quero que meus funcionários ganhem mais, cresçam, comprem a casa deles — funcionário que prospera constrói comigo. Que opressor é esse que torce pelo oprimido?

“Pobre não tem oportunidade”? Semana passada contei a história do dono da Zara: começou aos 13, entregando camisa de bicicleta, filho de ferroviário — virou o maior investidor imobiliário do mundo. Eu conto essas histórias toda semana. Eu SOU uma delas. O que falta não é caminho — é propósito: novela onde o rico é o vilão, discurso repetindo que prosperar é suspeito. Ensinaram o pobre a ter VERGONHA de querer vencer. Essa é a prisão mais eficiente que existe: a que tranca por dentro.

“Mas o salário não dá pra nada.” VERDADE. E quem fez teu dinheiro valer pouco não foi teu patrão: foi a inflação (gasto público sem freio), foi o maior juro REAL do planeta — que começou a cair, como venho avisando desde maio, mas de 14% pra baixo o caminho é longo — e foi o imposto: de cada 10 reais do teu trabalho, quase 4 somem antes da tua mesa. E não fui eu que levei.

Você quer salário que valha — eu quero pagar salário que valha. Você quer tua casa — eu vivo de construir casas. A gente quer a MESMA coisa. Dividir nós dois é o truque mais antigo do mundo.

Eu não odeio pobre. Eu fui pobre. O que não aceito é o discurso que precisa de você parado — e com vergonha de querer mais.

Manda pra alguém que aprendeu a odiar quem venceu. A gente quer ou não quer a mesma coisa? 👇

09/08/2026

Meu pai me ensinou a jogar tênis, a dirigir, a assar carne e a estudar sempre.

E agora — olha pro Massimo aqui do meu lado —
Chegou a minha vez.

Vai ser eu ensinando ele a jogar. Ensinando a dirigir. Assando pra ele nos domingos.

Porque foi assim que eu aprendi:

Herança de pai não se guarda.

Se PASSA adiante.

Meu pai me deu. Eu entrego pro meu filho.

E um dia — se Deus quiser — o Massimo vai estar numa churrasqueira dessas, contando essa mesma história pro filho dele.

Pai ensina filho. Filho vira pai. E a família inteira segue subindo.

Pai, chega logo que a carne tá quase no ponto. ❤️

Marca teu pai nos comentários — ou conta o que o teu te ensinou. E se ele estiver por perto: larga o celular e vai abraçar ele. 👇

08/08/2026

1973, primeiro festival de cinema de Gramado. Acabaram os filmes e não tinha hotel pra todo mundo. Um morador — Claudio Behrend — disse: “vamos lá pra casa.”

Anos depois compramos o terreno daquela casa. Vi as fotos: artistas famosos tomando vinho na sala, depois do festival.

O maior festival de cinema do Brasil não nasceu de patrocínio. Nasceu de porta aberta.

E daqui a 4 dias começa a 54ª edição — com tapete vermelho aberto ao público, de graça, na Rua Coberta.

No lugar daquela sala de estar hoje moram famílias. A cidade que abriu a casa em 1973 nunca fechou a porta. 👇

05/08/2026

Foi nesse Centro que tudo começou — e foi aqui que eu quase peguei o ônibus de volta pra Charqueadas.

Vou ser honesto: momentos de quase desistir foram poucos. Mas o primeiro foi logo na chegada.

Todo mundo conhece o começo — desci em Gramado com R$ 160, comia miojo escondido no micro-ondas da imobiliária, fiquei anos sem visitar meus pais. O que eu nunca contei foi o que aconteceu na primeira semana.

Eu tinha acabado de chegar, sem dinheiro, sem conhecer ninguém. E a pessoa que distribuía os leads da imobiliária — a secretária — olhou pra mim e disse: “Aqui não é o teu lugar.”

A pessoa que decidia quem recebia cliente tinha acabado de decidir que eu não merecia nenhum. Naquela noite, a voz da desistência sussurrou pela primeira vez: “Ela tem razão. Volta.” E eu quase obedeci.

Mas a frase que era pra me expulsar virou combustível. Se aqui não era o meu lugar — eu ia CONSTRUIR o meu lugar. Sem esperar lead de ninguém.

O que aprendi: a desistência nunca chega gritando. Chega educada, sussurrando — às vezes na voz de outra pessoa. E sempre aparece na véspera da virada. Quem desiste nunca descobre o quão perto estava.

E não estou falando só com quem está começando. Estou falando com o empresário cansado, com o pai de família fazendo conta, com quem olha pro país e ouve a mesma voz educada: “desiste, não adianta mais.” Eu conheço essa voz — ela mentiu pra mim há vinte anos, e está mentindo pra você agora. Os tempos estão difíceis? Estão. Mas outubro está chegando. E país é igual a nós dois: a virada sempre parece impossível na véspera. O Brasil não precisa de gente desistindo. Precisa de gente construindo o seu lugar.

Vinte anos depois, eu caminho por esse Centro como sócio de construtora — com prédio levantado a metros de onde me disseram que eu não pertencia. E hoje eu até agradeço: tem gente que te empurra pra cima sem querer.

Se alguém já te disse que o teu sonho não é o teu lugar: me conta a frase nos comentários.

E manda pra alguém que está quase obedecendo a voz errada. 👇

04/08/2026

É um espanhol que começou entregando camisas de bicicleta aos 13 anos.

Amancio Ortega, o fundador da Zara, tem mais de US$ 25 BILHÕES em imóveis — mais de 200 propriedades espalhadas pelas melhores esquinas do planeta: Nova York, Londres, Paris, Madri, Miami.

E aqui está o detalhe que quase ninguém percebe: o homem que construiu o maior império de moda do mundo pega o lucro das lojas e coloca… em imóvel. Todo ano. Há décadas.

Ele podia investir em qualquer coisa — ações, cripto, startups. Escolhe tijolo. Endereço bom. Aluguel de longo prazo.

Por quê? Porque quem VIVEU a instabilidade — Ortega nasceu na pobreza da Espanha do pós-guerra, filho de ferroviário — sabe o que atravessa qualquer crise: o imóvel certo, no lugar certo.

A estratégia dele cabe numa frase: vender roupa é o negócio; guardar patrimônio é o imóvel.

E tem mais: ele nunca deu entrevista coletiva, não anda de iate, almoça no refeitório com os funcionários. O homem mais rico da Espanha vive como se ninguém precisasse saber.

Riqueza de verdade não grita. Constrói.

A lição que f**a para qualquer investidor brasileiro: observa onde o dinheiro mais inteligente do mundo dorme. Não é na moda que ele fez — é no imóvel que ele comprou.

E se ele investisse no Brasil, eu sei exatamente onde compraria. 😉

Me conta nos comentários: você sabia que o dono da Zara era o maior investidor imobiliário do mundo?

E manda esse vídeo pra aquele amigo que acha que imóvel é investimento de gente antiquada. 👇

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03/08/2026

É seguro visitar Gramado? Me perguntaram isso essa semana — e a resposta é linda.

Estou no coração da cidade: inverno no auge, lareiras acesas, hotéis recebendo, tudo funcionando como sempre. Mas respondo com carinho e com fatos — porque informação boa ajuda todo mundo.

Primeiro, respeito: o que famílias do nosso estado viveram é real. Em 2024, Gramado virou central de doação e abrigo. O RS é um só.

E a geografia importa: o RS é do tamanho de um país — as cheias acontecem nos vales, nas margens dos grandes rios. Gramado f**a no ALTO da serra, a mais de 800 metros. Aqui não passa rio que transborda. É como se preocupar com maré alta no topo da montanha.

Em 2024, o desafio daqui foi acesso — e a lição virou preparação: Defesa Civil muito mais estruturada e novas ligações viárias. Gramado está mais preparada do que nunca.

“Chuvas no RS” na TV são 497 municípios num nome só. A manchete resume o estado; a geografia explica cada cidade. E o INMET afirma: nenhum modelo projeta repetição de 2024. Orlando tem furacões todo ano — e recorde de visitantes todo ano. Destino maduro é o que se prepara.

A prova: em 2024, Gramado ficou de pé todos os dias. No ano seguinte — recorde histórico: quase 8 milhões de visitantes. Quem veio, viu. E voltou.

Então sim: pode vir. Gramado te espera — linda, segura e no auge do inverno. E cada visita mantém empregos e ajuda o Rio Grande a seguir em frente.

Se você vive do turismo: compartilha — esse vídeo é da cidade. E se você é de fora: qual tua memória favorita de Gramado? 👇

Fontes: INMET, NOAA e Observatório do Turismo de Gramado.

02/08/2026

Essa semana me chamaram de extrema direita. De novo. E dessa vez fiz um exercício: fui olhar o que exatamente eu tinha dito de tão extremo.

Eu disse que quem trabalha deveria prosperar. Extremismo.

Que imposto deveria ter teto e governo deveria ter limite. Radicalização.

Que criança deveria sair da escola sabendo ler, escrever e fazer conta. Discurso de ódio.

Que rua segura não é privilégio — é o mínimo. Fascismo.

Que mérito deveria valer mais que indicação. Extrema direita.

Aí eu pensei: meu avô dizia essas mesmas coisas. Meu pai criou os filhos com essas ideias. E ninguém nunca os chamou de extremistas.

Porque não fui eu que me movi para o extremo. Foi a régua que se moveu. O que era o centro — o óbvio de toda casa — foi empurrado ano após ano para a margem, até defender o básico virar “radicalismo”.

E o truque é velho: quando não dá para vencer uma ideia no argumento, cola-se um rótulo. Rótulo não se debate — se repete. Quem tem argumento, argumenta. Quem não tem, carimba.

Então deixa eu falar com você que talvez já tenha me chamado assim. Você quer que teu trabalho valha a pena? Eu também. Teu filho numa escola que ensina? Eu também. Voltar pra casa em segurança? Eu também. Esforço recompensado em vez de indicação? Eu também.

Nós acabamos de concordar em tudo que importa. A diferença entre nós não é o que a gente quer — é o rótulo que colaram entre a gente. E enquanto a gente briga pelo rótulo, ninguém pergunta quem lucra com a briga.

Em qual dessas a gente discorda? Me conta. E manda pra alguém que te rotulou — talvez vocês concordem mais do que imaginam. 👇

Endereço

RS 235, Km 32, Nº 31330
Gramado, RS
95670-000

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