15/09/2026
Um dos meus maiores medos sempre foi o que as pessoas poderiam falar de mim.
Talvez por isso, durante tanto tempo, eu tenha tentado ser a amiga legal, a simpática, a que compreende, a que evita conflitos e, muitas vezes, a que dizia “sim” quando, na verdade, queria dizer “não”.
Depois dos 30, comecei a perder essa necessidade de agradar.
E que libertador foi perceber isso.
Sim, eu já mudei para caber. Já me calei para não desagradar. Já aceitei coisas apenas para preservar a imagem de “boa pessoa”.
Hoje, não mais.
Continuo acreditando em ser justa, porque justiça diz muito sobre caráter. Mas ser justa não signif**a aceitar tudo. Colocar limites não faz de ninguém uma pessoa ruim. Dizer “não” também é uma forma de se respeitar.
Cada escolha que fazemos constrói um pouco de quem somos.
E se daqui a dez anos eu olhar para trás e me perguntar: “Quem era aquela Vanessa?”, espero sorrir.
Porque signif**ará que eu continuei mudando, aprendendo e evoluindo.
Hoje me sinto liberta de muitas versões que criei para agradar aos outros.
E, a cada dia, conheço uma Vanessa diferente — cada vez mais minha. ❤️