25/08/2026
Por muito tempo, inteligência foi associada à capacidade de saber mais, raciocinar rápido, encontrar boas respostas.
Mas a vida adulta vai mostrando que isso, sozinho, não é suficiente.
Daniel Goleman traz uma reflexão que considero cada vez mais atual: a maneira como reconhecemos e lidamos com as nossas emoções também influencia nossas decisões, relações e até a forma como conduzimos a nossa vida profissional.
Inteligência emocional não significa controlar tudo o que sentimos.
Significa perceber o que está acontecendo dentro de nós antes de simplesmente reagir.
Entender por que determinadas situações nos afetam. Saber ouvir sem transformar tudo em defesa. Reconhecer quando é hora de falar — e quando é melhor esperar.
E talvez uma das partes mais interessantes seja perceber que muitas dessas habilidades podem ser desenvolvidas.
Porque conhecimento abre muitas portas.
Mas, em algum momento, é a forma como lidamos conosco e com as pessoas que determina o que fazemos quando essas portas se abrem.
No fim, ser inteligente também passa por aprender a compreender aquilo que sentimos.
E essa é uma inteligência que nenhum currículo consegue medir.