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O que é liberdade financeira?Você provavelmente já viu essa expressão inúmeras vezes nos conteúdos sobre finanças e inve...
16/07/2022

O que é liberdade financeira?
Você provavelmente já viu essa expressão inúmeras vezes nos conteúdos sobre finanças e investimentos, certo? Mas, afinal, o que é a liberdade financeira? Ser livre signif**a, na definição mais básica da palavra, ter um nível de total e legítima autonomia e de poder agir livremente.

Liberdade financeira é a ausência de barreiras para decidir o que realizar com o próprio dinheiro e como acumular patrimônio com a mais completa confiança e serenidade.

Perceba, então, que é possível desfrutar de liberdade financeira mesmo não sendo milionário. Em outras palavras, possuir liberdade financeira é ter total controle da sua renda e do seu patrimônio para que não encontre amarras para o que deseja realizar.

Muitos desses obstáculos estão nas dívidas, nos descontroles com os gastos, na falta de reserva de emergência e de investimentos adequados. Portanto, com esses empecilhos, é difícil ter algum nível de liberdade, pois estamos sempre presos às dívidas ou outros fatores que restringem as decisões e fazem o dinheiro f**ar fora do seu controle financeiro.

Logo, liberdade financeira não é deixar de fazer o que gosta ou deseja, mas sim realizar sem o peso na consciência de estar ou não fazendo a coisa certa.

São exemplos de uma pessoa financeiramente livre as atitudes como:

Poder recusar uma oferta de emprego com tranquilidade ou não se amedrontar caso pretenda ir para uma vaga melhor.
Não fazer sacrifícios para pagar as contas do mês.
Não ser refém das dívidas.
Não viver de contracheque em contracheque.
Ter consciência do que são gastos desnecessários ou por impulso.
Ter certeza que consegue fazer sobrar uma parte da renda.
Tomar decisões sobre gastos com lazer sem prejudicar o plano financeiro pessoal.
Fazer aportes em bons investimentos todos os meses.
Poder investir em sonhos e desejos pessoais com a consciência de que não vai se prejudicar a longo prazo.

Hoje, você vai aprender de fato o que é liberdade financeira e os passos para alcançá-la, bem como o conceito é importante para a independência financeira.

Ganhar dinheiro escutando música no Spotify não é possível de forma oficial, já que ainda não há função nativa para isso...
08/07/2022

Ganhar dinheiro escutando música no Spotify não é possível de forma oficial, já que ainda não há função nativa para isso no app de streaming de áudio para celulares Android e iPhone (iOS). Existem, porém, algumas outras plataformas e sites famosos que prometem recompensar pessoas que ouvirem e derem opiniões sobre canções - como o Playlist Push, Current e RadioEarn. Cada um desses serviços possui regras e formas de pagamento próprias - que, se realmente funcionais, podem ser uma fonte de renda extra interessante para os usuários.

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O alerta sobre essa possibilidade acendeu com o aumento das buscas no Google Trends, como "Spotify paga para ouvir música?" e "Como ganhar dinheiro ouvindo Spotify?", já que as plataformas mencionam o streaming de áudio em suas páginas oficiais. Por isso, o TechTudo preparou uma lista de perguntas e respostas para identif**ar se esses softwares são realmente seguros e se valem a pena. Confira a seguir.

Sites e plataformas prometem pagar para ouvir música, mas muitos usuários questionam se os benefícios são verdadeiramente concedidos; confira as perguntas e respostas

Quando podemos dizer que atingimos a liberdade financeira?Muita gente faz a pergunta “quanto precisa para viver de renda...
07/07/2022

Quando podemos dizer que atingimos a liberdade financeira?
Muita gente faz a pergunta “quanto precisa para viver de renda?”, achando que há uma simples resposta que permitirá calcular exatamente quando a liberdade financeira será alcançada.

No entanto, não há um cálculo exato. E a resposta demanda bastante autoconhecimento.

A liberdade financeira, como acabamos de falar, não está em um determinado valor acumulado na conta bancária e nos investimentos, e sim no estado de espírito.

Por exemplo, você pode dizer que atingiu esse estado quando não precisar mais comparar preços e optar por uma viagem barata em vez de visitar Fernando de Noronha, por exemplo.

Com a liberdade financeira, você só deixará de ir para a Fernando de Noronha se tiver outro destino que lhe dê mais vontade de visitar.

Ou seja, os valores que garantem essa liberdade não são os mesmos para todo mundo, afinal, estão relacionados com os desejos de cada um.

Liberdade financeira x independência financeira: Qual a diferença?
Você está perseguindo a independência financeira ou a liberdade financeira?

Os dois termos são usados para expressar conceitos bem parecidos, mas não são sinônimos.

Ter independência quer dizer não depender de nada nem de ninguém.

Quem é independente financeiramente, então, não precisa de um empregador, cliente ou familiar para sobreviver.

Ele consegue pagar suas contas sem uma relação de dependência, porque possui uma renda passiva (aquela que é gerada sem que o indivíduo precise dedicar tempo a determinada atividade) suficiente para bancar suas despesas.

Só que isso não quer dizer que essa pessoa não tenha algumas restrições na hora de fazer escolhas que envolvem o dinheiro.

Voltando ao exemplo anterior, seria uma pessoa que tem casa, lazer e mantimentos pagos sem precisar trabalhar, mas não pode viajar para a Fernando de Noronha quando quiser.

Ou seja, é independente do ponto de vista financeiro, pois consegue arcar com todos seus gastos apenas com uma renda passiva.

Porém, ainda não tem a liberdade de não se preocupar mais com dinheiro.

Você sabe o que é a liberdade financeira? Aprenda a controlar suas contas, investir e conquistar sua liberdade financeira. Confira já!

Como alcançar a liberdade financeira?Quais são os passos para alcançar este nível de não preocupação com dinheiro? Não e...
06/07/2022

Como alcançar a liberdade financeira?
Quais são os passos para alcançar este nível de não preocupação com dinheiro? Não existe fórmula mágica, pois cada pessoa possui metas e sonhos diferentes. Mas Sodré desvenda o caminho para liberdade financeira em passos simples.

1- Autoconhecimento de ganhos e gastos
Segundo Sodré, a partir do momento que a pessoa deseja que o dinheiro trabalhe para ela, ela passa a investir. E para investir da melhor forma, é preciso entender que cada um possui uma realidade financeira diferente.

É determinante que a pessoa tenha plena noção de seus ganhos e gastos. Vivemos em uma sociedade essencialmente consumista, e ninguém consegue fugir disso. É importante entender que para continuar a ter acesso ao que se gosta, faz-se necessário ter meios que possibilitem o financiamento da vida desejada.

2- Buscar educação financeira para poder se planejar
Na busca pela liberdade financeira, o planejamento financeiro é essencial. E a base do planejamento financeiro é justamente a educação financeira.

Clara Sodré explica que a educação financeira começa bem no início da infância, passa pela adolescência e chega na vida adulta, quando entendemos que temos um ciclo de vida financeira. Quando criança, geralmente há todo um ecossistema ao redor que faz não ser necessário se preocupar com dinheiro, mas é importante que a criança entenda que nada vem de graça.

Quando adolescente, se ganhar mesada, é necessário fazer com que se entenda a necessidade de poupar mês a mês para, por exemplo, comprar um bom presente no natal.

“Se todas as pessoas tivessem educação financeira desde a base, muitos problemas na vida adulta seriam evitados”, afirma Sodré.

3- Estudar sobre o mercado
Cada investidor tem um perfil diferente e o primeiro passo é a pessoa entender qual é o seu. No curso da XP, a corretora detalha cada perfil e ensina cada um os principais tipos de investimentos.

A liberdade financeira tem tudo a ver com conhecimento e disposição da pessoa pra estudar e entender como funciona o mercado financeiro. Se a pessoa conseguir entender o básico, ela consegue atingir seu objetivo. A dica é procurar por conteúdos confiáveis na internet sobre o mercado financeiro. E f**ar atento com tudo aquilo que parece “bom demais”.

Conhecer os principais tipos de investimentos é ponto-chave. Há basicamente três tipos de investidores: os conservadores, os moderados e os agressivos. A partir do perfil de cada um, avalia-se cada opção disponível, seja em investimentos em renda fixa ou variável.

4- Investir com inteligência
Investimentos tradicionais ofertados pelos bancos são sempre mais vantajosos para a própria instituição bancária do que para o cliente. Se todos soubessem que alguns investimentos são tão seguros e com muito mais retorno, muito mais gente procuraria pelos serviços das corretoras. Em plataformas abertas, há mais opções.

A primeira “trava” que muitas pessoas têm ao começar a investir é o pensamento de que só gente com muito recurso tem acesso ao mercado financeiro, e isso não é mais verdade. A XP, por exemplo, democratizou o acesso ao mercado de ativos, e auxilia cada vez mais pessoas a investir de forma vantajosa. Mais uma vez, entender o próprio perfil e manter os pés no chão é necessário.

5 – Comprometimento e organização
Ter foco e persistência são características inerentes ao investidor de sucesso. Nada se solidif**a da noite para o dia. Estar atento aos próprios investimentos e às ondas do mercado é imprescindível. E para poder ter de fato controle dos próprios gastos é preciso ter uma reserva de segurança. Com essa reserva, se crises surgirem, vai ser possível agir com calma e visualizar a melhor saída. Sem esta reserva, a tendência é agir com desespero. O investidor próspero consegue tomar as decisões certas sem ser nem pessimista nem otimista demais.

Também é muito importante pensar no ‘eu do futuro’. Dessa forma o foco não sai da mente.

Em seu curso, Clara Sodré ensina cada um a fazer as pazes com os gastos e com os investimentos. Afinal, liberdade financeira também signif**a poder gastar sem se preocupar. A investidora quebra todos os tabus sobre dinheiro. Inscreva-se grátis.

Para Sodré, liberdade financeira é um conceito que está mais próximo da estabilidade. “É quando a pessoa tem tranquilidade para tomar suas decisões sem ter dúvidas ou preocupações com o quanto vai ter no dia seguinte. Ter uma reserva bem equilibrada.”

Independência é viver de renda. É quando o capital que a pessoa tem investido rende o suficiente para que arque com seu custo de vida apenas com investimentos. Independência financeira signif**a não ter dependência de pessoas ou empresas. O próprio dinheiro investido gera a renda. Um grau acima da liberdade.

O conforto financeiro não tem a ver com ser rico ou milionário, mas com poder de decidir o que bem entender

Como planejar a compra da casa própria em poucos passos Jóias, computadores, smartphones ou viagens? Nada disso! O grand...
05/07/2022

Como planejar a compra da casa própria em poucos passos

Jóias, computadores, smartphones ou viagens? Nada disso! O grande desejo dos brasileiros é saber como conseguir a casa própria! E por mais que os tempos mudem, parece que as ambições permanecem as mesmas. E não é para menos! Afinal, os gastos com aluguel costumam corroer o poder de compra de qualquer um.

O pior de tudo é que, ao contrário dos investimentos feitos na casa própria, essa despesa não representa nenhum retorno no longo prazo ou acréscimo patrimonial. A sensação que f**a, após anos e anos de pagamento, é que esse foi um dinheiro mal gasto. Isso sem considerar, ainda, o desconforto de viver em um imóvel de outra pessoa, com limitações de reforma e até com a possibilidade de reajustes súbitos no contrato.

Por outro lado, adquirir a casa própria também não é uma tarefa fácil. Afinal, esse é um objetivo de longo prazo. E, na prática, são poucas as pessoas que têm a disciplina e a organização necessárias para dar um passo adiante nesse sentido. Além do mais, está lembrado de que as atuais restrições aos financiamentos são maiores? Então por onde começar?

Confira agora mesmo as dicas que preparamos para ajudá-lo a planejar a compra da sua casa própria!

Como conseguir a casa própria?
Antes de falarmos sobre as possíveis formas de pagamento para você conseguir comprar sua casa própria, resolvemos trazer algumas dicas que podem ser importantes para alcançar esse grande objetivo. Como são passos fundamentais para o planejamento, vale f**ar atento. Veja!

Calcule a quantia ideal a poupar
Por mais que o objetivo final seja efetivamente comprar o imóvel, é importante estabelecer pequenas metas durante a jornada. E uma delas envolve definir quanto exatamente você deve economizar.

Hoje em dia, para dar início a um financiamento, os bancos costumam aceitar uma entrada de 20% do valor total do bem. Que tal então ir juntando esse dinheiro aos poucos, guardando pelo menos 30% da sua renda mensal? Assim, além de conseguir a quantia, o futuro proprietário se acostuma a viver sem essa fatia do seu orçamento, que depois provavelmente estará comprometida com o pagamento das parcelas do imóvel.

Dê atenção às questões pessoais
Basicamente, são 3 as situações pessoais em jogo quando alguém pretende comprar sua casa:

profissionais em início de carreira;
recém-casados;
quem ainda mora com os pais.
Cada um desses 3 perfis precisa se planejar para não criar problemas futuros. No primeiro caso, o profissional em fase de ascensão ainda não tem estabilidade. Assim, além da possibilidade de repentinamente perder o emprego, ele ainda está sujeito a eventuais viagens e, quem sabe, até a mudanças de cidade.

Já os recém-casados precisam estabelecer com clareza como será feita a compra e, principalmente, qual será o regime do matrimônio — comunhão universal de bens, separação total ou parcial. Por fim, quem ainda mora com os pais pode dar tempo ao tempo — e esse é um excelente momento para economizar.

Não menospreze os custos
Em primeiro lugar, caso opte por um financiamento, é fundamental considerar que seus custos fixos serão maiores do que se alugasse um imóvel. Isso porque, em média, uma típica prestação de financiamento costuma girar em torno de 1% do valor do bem. No caso dos imóveis, esse percentual é, em média, de 0,5%. Só não deixe de levar em conta que, ao final do pagamento, o resultado é o fim do aluguel e o aumento patrimonial!

Depois, é preciso considerar as despesas adicionais. Afinal, além dos 30% do orçamento comprometidos com o financiamento, você ainda deve levar em conta as despesas domésticas. Por isso, uma boa dica é avaliar o custo de vida da região onde pretende morar, uma vez que os gastos podem variar muito de acordo com o perfil do comércio local.

Por fim, considere também as despesas burocráticas relativas à documentação. Além dos custos do cartório, da avaliação e da análise jurídica do imóvel, há também o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que varia de acordo com o município. Somados, todos esses gastos costumam representar 4% do valor total do imóvel. Então nada de menosprezá-los!

Quais são as opções de pagamento?
Agora vamos ao nosso último passo: considerar cada uma das opções para efetivamente adquirir sua casa própria. Analise as informações com cuidado, já que cada alternativa possível tem suas peculiaridades. Confira e veja qual é mais adequada para sua situação!

Compra à vista
Por mais que sejam poucas as pessoas com o capital necessário para adquirir qualquer imóvel à vista, não podemos dizer que essa seja uma alternativa impossível. Só é importante lembrar que, para a aquisição do primeiro imóvel, é possível usar o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) para completar o valor que falta. Assim, quem tem dinheiro aplicado pode somar saldos e conseguir pagar à vista.

Quando vale a pena comprar à vista?
Obviamente, essa pergunta precisa ser feita por quem pensa nessa possibilidade. Você tem dinheiro suficiente para a compra? Essa é uma ótima notícia, mas tenha calma. Antes de mais nada, você precisa avaliar se:

vai se descapitalizar completamente, f**ando sem dinheiro para emergências;
está perdendo uma boa lucratividade sem nenhuma contrapartida;
seria melhor fazer a compra de forma planejada e deixar esse dinheiro render.
Quando você aplica seu dinheiro, tem um retorno, certo? Então imagine que você tem 200 mil reais rendendo 1% ao mês. Nesse caso, sua rentabilidade mensal é de 2 mil reais. Assim, se fizer um consórcio ou financiar sua casa pagando uma parcela em torno desse valor, seu investimento consegue, sozinho, cobrir os gastos. E isso sem que você perca nenhum centavo da quantia aplicada!

Entenda: quanto mais alto for o valor do imóvel, mais desvantagens você terá ao comprar à vista. Portanto, avalie com cuidado as condições. Mesmo que seja oferecido um desconto muito bom para a compra à vista, faça as contas e veja, na ponta do lápis, o que é mais vantajoso.

Financiamento
Você deve ter reparado que falamos bastante sobre essa opção ao longo do texto, não é mesmo? Isso porque, ainda hoje, é a mais comum. Nesse caso, é fundamental pesquisar bem para descobrir quais são os bancos que oferecem as melhores condições. Além disso, também aqui, o uso do FGTS é recomendado para diminuir o valor das prestações.

Na prática, os bancos exigem que a entrada seja de no mínimo 20% do valor total do imóvel. O problema é que as exigências não param por aí! Além disso, normalmente é estabelecido que o adquirente do serviço não pode comprometer mais de 30% da sua renda com a parcela do financiamento. No processo, são avaliados gastos como:

comprometimento financeiro;
total de dependentes;
valores de contas mais fixas, como de água, luz e telefone.

Quando vale a pena financiar um imóvel?
Apesar de os juros imobiliários serem mais baixos que de outros tipos de empréstimos, ainda são considerados altos. Por isso, financiar só deve ser uma opção quando você precisa do imóvel imediatamente ou com uma urgência considerável. Isso porque você vai precisar de dinheiro para pagar taxas e impostos, além de dar conta do valor da entrada. E não se esqueça que o valor final vai sair bem mais alto que o preço inicial da compra.

Consórcio
Por fim, mas definitivamente não menos importante, existe a opção do consórcio, que funciona basicamente como uma poupança conjunta com aplicações mensais destinadas à compra do imóvel. Nesse caso, o maior diferencial é que você pode ser sorteado antes de juntar o valor total, conseguindo sua carta de crédito. E se for o caso de usar o FGTS com essa finalidade, você pode dar esse montante como lance para antecipar a contemplação.

Quando vale a pena fazer um consórcio?
Se você não tem uma necessidade imediata da compra da casa, pode se programar para esperar a contemplação do consórcio. Nesse caso, essa é a melhor opção. Por não incluir taxas de juros, os únicos custos que você terá aqui dizem respeito às taxas de administração. Além disso, você não precisa dar entrada e ainda pode usar o saldo do FGTS para abater as parcelas.

Nessa modalidade, ao fazer o cálculo dos custos diluídos pelo tempo de pagamento, você encontrará um custo efetivo muito inferior ao dos financiamentos. E é aí que entra o ponto principal do consórcio: planejamento. E é claro que, assim como tudo na vida, o que você faz de forma ponderada, calculando os passos para o futuro, sempre sai mais em conta.

Outra questão aqui é que o consórcio não está sujeito às restrições que o Sistema Financeiro Habitacional (SFH) impõe para os financiamentos — impedindo que quem já tem um imóvel financie outro na mesma cidade, por exemplo. Do outro lado, é possível fazer tantos consórcios quanto quiser! Finalizou o primeiro? Já pode dar início a outro, construindo assim um patrimônio sólido e sem ter nenhuma variação no orçamento ao se manter pagando a mesma parcela que já era destinada a esse fim.

Avaliando os pontos que levantamos e escolhendo a melhor opção para você e sua família, você já sabe como conseguir a casa própria e garantir segurança para o futuro de forma planejada e sem medo de errar! E se você se interessou pelo assunto e quer saber mais, baixe agora mesmo nosso guia completo para a compra do seu primeiro imóvel!

O sonho de consumo da maioria dos brasileiros é comprar a casa própria. Veja dicas de como se planejar e realizar seu sonho!

Primeiro imóvel: saiba como realizar o sonho da casa própria!Ter uma casa para chamar de sua, sem dúvidas, é o sonho de ...
04/07/2022

Primeiro imóvel: saiba como realizar o sonho da casa própria!

Ter uma casa para chamar de sua, sem dúvidas, é o sonho de muitos brasileiros. Desde criança, muitas pessoas são acostumadas a ouvir os pais falarem que o importante mesmo é ter a casa, por isso elas crescem com esse objetivo. Mas, no momento de adquirir o primeiro imóvel e tornar esse sonho realidade, é necessário ter o pé no chão e agir com total responsabilidade.

Essa não é uma tarefa simples. Por ser um bem de alto valor, é fundamental ter muito planejamento para que o negócio possa ser sustentável para o comprador. É importante estudar e escolher o tipo de imóvel (casa ou apartamento), a localização, decidir se será novo ou usado, a quantidade de quartos e a metragem, por exemplo.

Para ajudar você a realizar o seu sonho de comprar o primeiro imóvel, detalhamos abaixo algumas dicas relevantes. Continue acompanhando e aproveite!

Analise o seu orçamento

Entradas e saídas de dinheiro precisam ser totalmente computadas e com exatidão para que possam revelar quanto a disponibilidade dos recursos. Portanto, se você ainda não tem o hábito de anotar toda a sua movimentação financeira, esse é o momento para começar a exercitar essa prática. Seja em uma planilha ou até mesmo em um caderno, marque, a partir de agora, todos os seus gastos e ganhos.

Invista apenas no que for necessário

O imóvel precisa preencher com perfeição as necessidades de toda a família. E isso envolve bastante planejamento. Por exemplo, se todas as pessoas trabalham em casa, não vai fazer nenhuma diferença se o imóvel conta com vias de acesso rápido ao centro. Se você é mais reservado e não tem filhos, o mais interessante é buscar um apartamento ou casa sem itens de lazer ou salão de festas, afinal, isso vai deixar o valor do condomínio bem mais em conta.

Veja o que faz mais sentido para o futuro

Para que o orçamento seja direcionado de forma correta, analise o que faz mais sentido para os futuros moradores da propriedade e procure equilibrar com as finanças. Se segurança é um item indispensável para você, por exemplo, um apartamento pode ser a melhor opção.

Avalie o tipo de imóvel que a sua renda permite

Muitos brasileiros continuam comprando imóveis por impulso, sem fazer um planejamento adequado entre sua renda familiar disponível e o preço da residência. Então, antes de assinar um contrato de compra (pagamento à vista) ou um instrumento de promessa de compra e venda (imóvel na planta), avalie cautelosamente:

qual o nível de estabilidade de seus empregos;
quanto você ou os moradores da casa vão ter de sobra orçamentária no médio/longo prazo.
Veja se o imóvel atende às suas necessidades

Avalie se o imóvel realmente atende a todas as suas necessidades. Para tanto, o ideal é, antes mesmo de procurar a futura casa ou apartamento, pensar em como ela deverá ser para receber, com conforto e segurança, os membros da família.

Observe ainda se a infraestrutura atende os seus desejos. Um condomínio com academia e parquinho para as crianças seria útil para sua rotina? Uma área de lazer é essencial para você? Levar questões como essas em consideração é fundamental para garantir qualidade de vida tanto para as crianças quanto para os adultos. Portanto, veja cada detalhe com bastante cuidado.

Avalie a localização do imóvel

Contar com fácil acesso a vias importantes da cidade, ter tudo por perto e poder chegar bem rápido ao local de trabalho têm um valor imensurável. Portanto, atente-se para a variedade de comércios ao redor dos imóveis que você se interessou, bem como nas ligações entre o empreendimento e os locais que fazem parte do dia a dia da família.

Serviços indispensáveis, como escola, hospitais e postos de saúde, quando situados nas proximidades do imóvel, asseguram mais praticidade à rotina, por isso é importante analisar mais esse aspecto.

Comprar na planta pode ser uma opção

Há imóveis novos, na planta, casas, apartamentos, ou seja, uma variedade de opções que podem atender melhor ou não a sua família. Caso não tenha intenção de se mudar imediatamente, comprar um apartamento na planta pode ser uma ótima opção, já que é possível parcelar a entrada com a construtora, por exemplo. Mas vale f**ar atento aos impostos e às taxas que as construtoras costumam cobrar no momento da entrega das chaves.

Não se esqueça dos custos totais

Materializar o sonho de comprar a primeira casa ou apartamento envolve ter noção exata de todos os custos que estão envolvidos na aquisição. Na compra à vista, há despesas com o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), que equivale a 3% do valor do negócio, e também com a escritura.

Já nos financiamentos, existem o ITBI, os registros cartorários de alienação fiduciária e uma “tarifa de assinatura de financiamento” (os bancos cobram essa tarifa para consolidar a transação, podendo chegar a R$ 7.500,00). Um valor incrivelmente alto, não é mesmo? Esse é mais um motivo que explica por que o brasileiro tem escolhido cada vez mais o consórcio imobiliário.

Opte por um consórcio de imóveis

Quando uma pessoa passa a fazer parte de um consórcio imobiliário, ela se torna membro de um grupo com outros participantes envolvidos no mesmo objetivo: a compra de um imóvel. Cada consorciado contribui mensalmente com uma prestação, formando um tipo de poupança conjunta.

Tanto as parcelas, quanto a carta de crédito, são corrigidas pelo INCC (Índice Nacional da Construção Civil). A prestação vai ser definida conforme o valor do crédito que foi contratado, somando a taxa que a administradora do consórcio cobra pelo serviço.

Os integrantes conseguem obter a carta de crédito bem antes da data final do contrato, podendo ser a partir de sorteios ou de lances que podem ser ofertados nas assembleias, assim, aquele que ofertar o valor maior, vai ser contemplado com a liberação de sua carta de crédito.

Com o tempo, as sucessivas contemplações e sorteios por meio de lances vão reduzindo o grupo de consorciados e tornando muito mais fácil a liberação da carta de crédito. Os benefícios do consórcio Porto Seguro, por exemplo, são muitos: 100% parcelado, não tem incidência de juros, o poder de compra é garantido, enfim, uma ótima opção para quem deseja aumentar o patrimônio. É por essas vantagens que a busca por consórcios aumenta cada vez mais.

Use o seu FGTS

É possível usar o FGTS para amortizar ou ainda quitar um consórcio imobiliário? A resposta é sim, e essa é, inclusive, uma ótima estratégia! Desde o ano de 2009, você pode utilizar o FGTS para amortizar parcelas em aberto na compra de imóveis, liquidar saldo de dívidas (pagamento de parcelas em atraso, respeitando o limite de três mensalidades) ou facilitar a contemplação da carta de crédito a partir de lance. Mas é importante saber que não é possível usar o FGTS para a compra de terreno, reformas de imóveis ou compra de imóvel comercial.

De fato, o desejo de comprar o primeiro imóvel e se mudar para a casa própria é bem grande, mas lembre-se de que não é interessante pesquisar por uma residência com pressa. Estamos falando de um investimento alto, então estude bem e tenha certeza de que conseguiu o melhor negócio possível. E então, depois dessas dicas, já está preparado para realizar o seu grande sonho?

AS PRINCIPAIS FORMAS DE REALIZAR O SONHO DA CASA PRÓPRIACasa própria, Cataguá Construtora, Dicas, Financiamento Imobiliá...
03/07/2022

AS PRINCIPAIS FORMAS DE REALIZAR O SONHO DA CASA PRÓPRIA
Casa própria, Cataguá Construtora, Dicas, Financiamento Imobiliário, Imóveis Cataguá, Mercado Imobiliário
Comprar um imóvel é um grande investimento e exige planejamento, assim como conhecimento sobre o processo de aquisição. É essencial saber quais são as opções disponíveis para a realização do sonho da casa própria.

Por se tratar de um bem de alto valor, muita gente acaba deixando esse sonho adormecido, mas nós vamos te mostrar que existem caminhos para facilitar a compra, mesmo quando você não tem muito dinheiro guardado para investir.

Se você também tem o sonho de encontrar um lugar para chamar de lar, continue a leitura deste post para descobrir as melhores maneiras de transformar o desejo em realidade!

COMO CONQUISTAR A CASA PRÓPRIA?
A primeira coisa que você precisa saber é que conquistar a casa própria pode estar mais próximo do que você imagina, mas é preciso conhecer os agentes facilitadores que podem te ajudar nesta jornada. De qualquer forma, planejamento é a palavra-chave para qualquer um dos métodos escolhidos para a compra do seu novo lar, ok?

Com um bom planejamento, você consegue investir de forma tranquila, segura e sem sentir o peso financeiro. Para te ajudar, temos algumas dicas importantes – e bem simples – que vão fazer toda a diferença no processo, anota aí:

Organize-se financeiramente: entenda seus rendimentos e seus gastos, corte custos desnecessários e defina metas para economizar
Mantenha o foco: disciplina é muito importante para quem deseja conquistar a casa própria, por isso mantenha o foco no seu objetivo para não acabar se enrolando com as finanças, ok?
Invista seu dinheiro em aplicações: CDB, Tesouro Direto e LCA são alguns exemplos de aplicações que podem fazer seu dinheiro render signif**ativamente, contribuindo para construção de um fundo voltado para a compra do seu imóvel
Pesquise muito para encontrar a opção mais vantajosa para você: cada pessoa vive uma realidade, por isso a forma de compra do imóvel que funciona para o seu amigo pode não funcionar para você e está tudo bem. Existem muitas maneiras de realizar esse sonho, basta pesquisar para encontrar a que melhor se encaixa na sua realidade: financiamentos imobiliários e a compra de imóveis na planta podem ser interessantes para quem não tem muito dinheiro guardado.


5 MANEIRAS DE REALIZAR O SONHO DA CASA PRÓPRIA
1. PAGAMENTO À VISTA
O pagamento à vista é um dos melhores cenários para quem não quer se comprometer com pagamentos por um prazo maior. Para isso é preciso juntar uma boa quantia em dinheiro, o que exige muita disciplina e nem sempre é acessível para todos.

A opção de pagamento à vista é ótima para quem já possui algum dinheiro guardado, investido em aplicações, por exemplo. Se você tem algum bem a ser vendido, como um carro, o processo também pode f**ar mais fácil.

Mas não se preocupe: nós sabemos que juntar essa quantia é difícil, por isso temos outras opções para que você possa comprar um imóvel sem ter dinheiro guardado, então continue a leitura para conferir a melhor oportunidade para você.

2. JUNTE DINHEIRO PARA UMA BOA ENTRADA
Se você não quer comprometer a sua renda por muito tempo, mas não possui o valor completo para comprar um imóvel, oferecer uma boa entrada pode ser o melhor caminho. Para dar certo, a nossa dica é definir uma meta e juntar uma quantia por mês para esse fim.

Quanto mais você conseguir juntar, maior será a sua entrada e menor será o valor do imóvel a ser financiado. Isso signif**a que você vai passar menos tempo pagando as prestações e pode até conseguir condições de pagamento bastante atrativas.

3. FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO
O financiamento imobiliário é um dos métodos mais utilizados pelos brasileiros na conquista da casa própria e realmente é um caminho repleto de vantagens, desde que você escolha a linha de crédito adequada para você. Os bancos oferecem condições de pagamento e taxas de juros diferentes, por isso é importante estar atento e pesquisar muito antes de assinar o contrato.

Comparar as ofertas de cada instituição é fácil, mas exige um pouco de paciência: é essencial ouvir as propostas com atenção e esclarecer todas as suas dúvidas para obter todas as informações necessárias e tomar uma decisão mais assertiva.

A nossa dica para começar – e também facilitar essa busca – é fazer simulações online nos portais dos bancos. Esse estudo vai te ajudar a definir qual é o melhor caminho para a realização deste sonho.

4. CONSÓRCIO IMOBILIÁRIO
O consórcio imobiliário é uma alternativa ao financiamento imobiliário com taxas mais baixas, mas que demanda mais paciência. Isso porque você pode não conseguir o seu imóvel tão rápido quanto em um financiamento.

Calma, nós explicamos melhor: o consórcio reúne um grupo de pessoas e, mensalmente, sorteia um dos participantes a ser contemplado com a aquisição do imóvel. O sorteado tem a sua carta de crédito liberada, correspondendo ao valor total do consórcio e possibilitando a compra da casa própria.

Pode ser que você seja sorteado ainda no início do consórcio ou só no final do prazo estipulado. Caso não queira esperar, você também tem a opção de dar um lance: aqui você oferta uma quantia para adiantar as parcelas do consórcio imobiliário e, se o lance for o maior, você pode adquirir o seu imóvel.

5. SALDO DO FGTS
Você sabia que é possível utilizar o saldo do seu FGTS para facilitar a compra da casa própria em qualquer uma das opções já explicadas acima? Pois é, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço pode ser um grande aliado na realização deste sonho!

É possível utilizá-lo na entrada do imóvel ou ainda para amortizar parcelas do financiamento imobiliário, quitá-lo ou pagar o valor de entrada também. Bem interessante, não é mesmo?

Comprar um imóvel é um grande investimento e exige planejamento, assim como conhecimento sobre o processo de aquisição. É essencial saber quais são as opções

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15990-630
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Terça-feira 09:00 - 18:00
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