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TURISMOLaguna - SCNos primeiros anos do século XX, comerciantes, armadores e autoridades da Laguna se reuniram para dar ...
28/12/2018

TURISMO

Laguna - SC

Nos primeiros anos do século XX, comerciantes, armadores e autoridades da Laguna se reuniram para dar um novo visual à cidade. Foi criada, em 14 de julho de 1907, por iniciativa de Ataliba Goulart Rollin, uma “Comissão de Aformoseamento” para sugestões, projetos e arrecadação de numerários para as futuras obras. Em 1910, foi construído o cais do barco com pedras de granito, utilizado até hoje por pescadores e pequenas embarcações. Nas décadas de 30,40 e 50 foi local de grande movimento com a chegada e saída de navios com passageiros e mercadorias que abasteciam a região. Local escolhido por moradores e turistas para apreciar o pôr do sol, na beira da lagoa Santo Antônio dos Anjos. F**a ao lado do Mercado Público, no centro histórico.
Ás 17h06min21seg do dia 11 de junho de 1891, uma luz foi acesa e transformou a pacata vila de pescadores. Hoje chamado de Farol de Santa Marta, que tornou-se símbolo turístico para Laguna e um aviso aos navegantes. Projetado pelos franceses Barbier Bernard e Turenne. Desde 1941, o sistema que acende a lâmpada e gira a enorme redoma de cristal é elétrico, mas toda a estrutura de 125 anos está em pleno uso. Além de fornecer informações meteorológicas, o farol de Santa Marta emite sinal de rádio para navios, também utilizado para a aviação. Os marinheiros ainda estão 24 horas atentos para receber qualquer chamado e ajudar se necessário. Os 142 degraus das escadas verdes sobem 29 metros em espiral por dentro do Farol de Santa Marta em Laguna. Lá no alto está uma pequena lâmpada, que apesar do tamanho é capaz de guiar quem está distante 85 quilômetros. Potencializada por uma redoma com três metros de altura e com mais de 300 cristais que convergem a luminosidade na mesma direção, a luz transformou a região do Cabo de Santa Marta e deu signif**ados diferentes à torre. Para quem está em alto mar, à noite, a luz se acende três vezes no intervalo de 30 segundos e o feixe de luz conecta o pescador à sua terra. O vento dobra as ondas, mas a torre branca sobre a colina permanece firme como o alicerce da comunidade. Desde então, o Farol de Santa Marta passou a fazer história. Guarnecido pelos marinheiros responsáveis pela sua manutenção, a região ganhou os primeiros moradores no ano de 1909. As embarcações aprenderam a observar o feixe vermelho da luz voltado para o sul que indica a posição exata da Pedra do Campo Bom, a Laje da Jagua. A traiçoeira formação rochosa havia afundado o navio de Giuseppe Garibaldi, 1839 anos antes, durante a Revolução Farroupilha. O farol também passou a ser referência em terra. Sua presença cativou pescadores que tornaram a Praia do Cardoso, ao lado da torre, um ponto de encontro. Todos os dias, os barcos chegam com peixe fresco, carregados com a renda, o almoço e um punhado de causos salgados pela maresia. Se os primeiros chegaram e f**aram, a segunda geração nasceu sob a luz do farol. Características: - Inaugurado em 1891 - Alcance geográfico (visível durante o dia com tempo limpo): 22 milhas náuticas ou 40,7 quilômetros - Alcance luminoso (à noite com tempo limpo): 46 milhas náuticas ou 85,1 quilômetros - Altura da torre: 29 metros - Altitude: 74 metros - Câmera de luz: formada por cerca de 300 cristais com 2,66 metros de diâmetro e 3 metros de altura. Lâmpada de 1000 watts - Característica: grupo de ocultação de três lampejos. No período de 30 segundos, f**a 15 aceso; 5,5 apagado; 0,3 acesso; 3,4 apagado; 0,3 acesso e 5,5 apagado Como chegar: O Farol está a 20 quilômetros do centro de Laguna, ao sul, passando pelo canal da Lagoa Santo Antônio, pela balsa e utilizar a SC-100.
Localizada na margem norte do canal dos Molhes, suas águas tranqüilas oferecem o espetáculo da pesca com auxílio dos botos. Visitada por turistas para apreciar a beleza do local, construído na década de 30, para contribuir com a entrada de barcos na lagoa de Santa Antônio, um quebra-mar de pedras, com extensão de 1.5 km. Na temporada das baleias francas um ótimo local para avistá-las. Pescadores com redes e outros apetrechos frequentam o local em busca de peixe fresco nos rochedos. Outros utilizam a enseada para tarrafear com os botos, os pescadores preparam suas tarrafas (uma espécie de rede circular, de mais ou menos 3 metros de diâmetro) e colocam-se à beira do canal, a pé ou de canoa, dependendo da maré. Ao perceber a presença dos humanos, os golfinhos passam a cercar os cardumes que entram e saem da Lagoa, sobretudo as tainhas, e os afugentam na direção dos pescadores. Os peixes que escapam das redes viram presa fácil e vão parar no estômago dos botos.

HISTÓRIALaguna - SCComeçou com o povo pré-histórico, colonização açoriana e resultou num belo conjunto arquitetônico tom...
28/12/2018

HISTÓRIA

Laguna - SC

Começou com o povo pré-histórico, colonização açoriana e resultou num belo conjunto arquitetônico tombado pelo patrimônio nacional. Aliado a isso ainda é possível encontrar na cidade belas praias, um dos maiores sítios arqueológicos de sambaquis da América e diversas peculiaridades de um município que se transformou em roteiro histórico cultural.

A história começa há cerca de 6 mil anos com os primeiros registros de comunidades pré-históricas, sambaquis, pescadores-coletores, formações elevadas compostas de conchas, ossos, restos de fogueiras e artefatos, alguns com 35 metros de altura. Eram hábeis pescadores e mergulhadores de águas profundas que aqui viviam. Eles navegavam de canoa e chegavam a capturar golfinhos e arraias. Gerações de famílias viveram nos sambaquis, que em tupi guarani quer dizer amontoado de conchas. De acordo com levantamento do Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan) o município conta com 43 sítios arqueológicos, de artefatos do povo sambaqui e dos guaranis.

Estas famílias, de acordo com estudos, tiveram contato com os xoklengs e carijós vindos do oeste e absorveram a cultura de outras tribos. Já os índios se adaptaram a região devido à proximidade com a lagoa como fonte de alimentos.

Laguna nasceu em terras de disputa colonial. Durante os séculos XVII e XVIII, entre as metrópoles portuguesa e espanhola resultaram no Tratado de Tordesilhas (1494). Desse conflito entre metrópoles, uma extensa colônia passava a se formar.

De 1500 a 1700, mas de 100 mil portugueses se deslocaram para o Brasil-Colônia. Portugal temia invasões espanholas no Sul do Brasil, principalmente, em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, áreas estratégicas para se chegar ao Rio da Prata.

O litoral permitia o abastecimento de água e alimentos às embarcações. Na disputa, a necessidade de alargar as fronteiras da colônia Brasil. Contudo, somente no século XIX, foram dados os primeiros passos para uma ocupação mais efetiva do território, com políticas de povoamento para o Sul.

Foi no ano de 1676, em 29 de julho, data de fundação de Laguna, que o bandeirante vicentista Domingos de Brito Peixoto chegou em Laguna. Por ser devoto ao Santo Antônio, o bandeirante batizou o lugar como Santo Antônio dos Anjos de Laguna, sua primeira providencia foi a construção de uma capelinha, construída de pau a pique, mesmo local da atual. Poucos moradores fixaram residências na localidade neste período.

Segundo o historiador Antônio Carlos Marega, Laguna foi colonizada em duas etapas: a primeira, no século XVIII, meados de 1740, desbravou a região costeira da Lagoa Santo Antônio dos Anjos, região que vai do Bananal até a Madre, passando por Ribeirão Pequeno. Esses primeiros colonizadores, conhecidos como portugueses dos açores, procuraram habitar o local em busca da pesca e do solo produtivo.

Já na segunda etapa da colonização, na primeira metade do século XIX, com o crescimento do porto, os chamados Portugueses do Continente, trouxeram o desenvolvimento econômico para a cidade. "Foram eles que injetaram dinheiro no local, formando a cadeia genealógica (famílias tradicionais) e a cultura lagunense", acrescenta o historiador.

Foi o porto de Laguna que viria em 1839 transformar a pacata vila em cenário revolucionário. A República Rio Grandense fundada pelos farroupilhas precisa prosperar e para isso necessitava chegar até o mar. Os imperialistas controlavam os portos e rios do estado vizinho. Com apoio do italiano Giuseppe Garibaldi montaram uma manobra para surpreender os imperialistas através da lagoa Santo Antônio, entrando pela lagoa Garobapa do Sul e barra do Camacho e seguindo pelo rio Tubarão.

Entre os anos de 1748 e 1756, vieram os imigrantes açorianos, incentivados pela Coroa Portuguesa com a intenção de impulsionar as vilas litorâneas do sul do Brasil com aumento populacional. Isto provoca uma grande modif**ação nos usos e costumes da Vila, maior desenvolvimento da agricultura e dos moinhos de farinha de mandioca.

Os açorianos ao chegarem adaptaram-se a nova vida. Modif**aram alguns de seus hábitos, entre eles os alimentares. Substituíram a farinha de trigo, base da alimentação, pela farinha de mandioca e a carne pelo peixe. O peixe era salgado para consumo ou exportação. Até o início do século XIX a economia continuou sendo de subsistência. existência do porto como fator preponderante ao desenvolvimento de Laguna.

A vila foi elevada à condição de cidade, com denominação de Laguna, por Lei Provincial n.º 239, de 15-04-1847.

Imigrantes europeus

Neste tempo é registrado a vinda dos imigrantes europeus (italianos e alemães). Os imigrantes chegavam pelo porto de Laguna, f**avam na beira da praia, nos trapiches, esperando embarcações e seguiam para o interior. No começo era pelas lagoas e rios e mais tarde através da estrada de ferro Dona Tereza Cristina (iniciada sua construção em 1880 e aberta ao tráfego em 1884).
Com o desenvolvimento das colônias (Azambuja, Urussanga, Grão-Pará, Princesa Isabel e Braço do Norte) os produtos por elas produzidos eram trazidos de trem e escoados através do porto de Laguna.

Este fato juntamente com a exploração do carvão, fez com que, na segunda metade do século XIX, Laguna assumisse a 4ª posição no estado quanto a movimentação portuária.
O comércio de representações aliado as indústrias da região enriquece ainda mais as companhias de navegação, lucrando também no transporte. Os comerciantes desfrutaram
de uma boa situação econômica possibilitando melhores condições de vida a toda população.

Este período constituiu a época áurea de Laguna. Algumas construções do Centro Histórico testemunham ainda hoje a riqueza vivida nestes anos. Parte da geração desta
época está registrada, hoje, nas ruas de Laguna, através dos nomes de ruas, como: Conselheiro Jerônimo Coelho, Raulino Horn, Oswaldo Cabral, Tenente Bessa, entre outros.
A implantação das edif**ações nos lotes urbanos foi aos poucos se modif**ando.

As casas térreas e os sobrados passaram a conviver com novas edif**ações, agora no estilo eclético.

A princípio eram os porões altos ainda no alinhamento dos lotes. Mais tarde são os recuos laterais, possibilitando os acessos através de escadas junto aos jardins, cada vez
maiores e mais imponentes.

O espaço urbano conseqüentemente alterou-se signif**ativamente e passou a incorporar vazios entre as edif**ações, que antes formavam uma superfície contínua com as fachadas das casas. As construções ecléticas foram locadas principalmente na parte mais central do Centro Histórico. A maioria construída para uso residencial.

A cidade figura edif**ações carregadas de decorações, vidros desenhados e ferros importados. O telhado arrematado com platibandas ornamentais, balaustradas, e calha para
escoar a água das chuvas. O peitoril e a bandeira desaparecem sendo substituído por massa com motivos decorativos. As paredes passam a ser construídas de tijolos e cal, dando maior
precisão e diminuindo a espessura. Estes novos elementos marcaram fortemente a nova arquitetura e mudaram a paisagem urbana.

Desenvolvimento urbano e intelectual

Portanto, foi na virada do século, pelo enriquecimento natural da população, que Laguna testemunhou o desenvolvimento urbano e intelectual mais signif**ativo desde a sua fundação. Surgiram nesta época o teatro Sete de Setembro (1858), a tipografia do primeiro jornal (1878), o hospital (1879), o primeiro hotel na Rua da Praia, o Cine Central, a iluminação
pública a petróleo (1891) e o antigo Mercado Público (1893). Este último, incendiado na primeira metade do século XX.

Entre 1914 e 1915 organizam o Jardim Calheiros da Graça com chafariz, palmeiras e iluminação. Inaugurado em 25 de abril de 1915. Inaugura-se a Biblioteca Pública em 1925, e
também o prédio do Banco Nacional do Comércio.

Entre os anos de 1930 a 1950 aconteceram grandes transformações. Surge o primeiro automóvel, ônibus urbano e ruas calçadas.

No período de 1930 a 1940 edif**am-se as sedes do Clube Blondin (hoje Casa do Patrimônio do Iphan), e a nova sede do Clube do Congresso Lagunense.
Retratos da intensa vida social que o lagunense desfrutava.

Mais tarde, a Rua da Praia (atual Gustavo Richard) perde o movimento de embarque e desembarque, pois o porto foi transferido para o atual local, no bairro Mar Grosso.
A estação de trem para o final do Campo de Fora.

Após a 2ª Guerra Mundial com a organização do porto de Imbituba, melhor localizado para receber navios maiores e de maior cabotagem, Laguna perde competitividade. A
crise não foi maior devido a concentração de serviços comerciais, financeiros e públicos que Imbituba ainda não possuía.

No final da década de 50, Laguna decaiu economicamente pela diminuição da atividade portuária, pelo enfraquecimento do pólo comercial, e fracasso na tentativa de industrialização.
Na década de 60, a construção civil praticamente paralisou. Outro fator determinante para o declínio foi o transporte rodoviário. A construção da BR-101 e abertura ao tráfego
da ponte rodoviária da Cabeçuda, deslocou o pólo econômico da região sul de Laguna, para outros municípios, como por exemplo, Tubarão.

Permaneceram aqui somente produtos pesqueiros, pequenas indústrias, como confecções e o processamento da fécula de mandioca e arroz.

Mas, na década de 70, a mesma abertura da BR-101 trouxe a possibilidade de uma nova atividade econômica. A exploração turística do Balneário do Mar Grosso, bairro oposto
ao Centro Histórico, impôs uma implantação urbana diferenciada dos outros bairros da cidade que se expandiram espontaneamente.

O crescimento do número de turistas de veraneio estimulou o crescimento imobiliário na praia e, como conseqüência, o centro histórico da cidade.

TURISMOImbituba - SCO município de Imbituba, localizado ao Sul de Santa Catarina, é reconhecido internacionalmente por s...
27/12/2018

TURISMO

Imbituba - SC

O município de Imbituba, localizado ao Sul de Santa Catarina, é reconhecido internacionalmente por suas belezas naturais. Quem busca por tranquilidade facilmente pode apaixonar-se pela cidade, com suas belas praias, lagoas, dunas, ilhas, piscinas naturais e mata nativa. Uma combinação perfeita de elementos da natureza que garantem atrativos turísticos entre os mais comentados no Brasil.

Contando com uma das baías mais belas do mundo, a Praia do Rosa, a cidade também se destaca pela sua gastronomia típica, à base de frutos do mar, oferecidas nos bares e restaurantes de toda a cidade, com destaque para o Rosa, Barra de Ibiraquera, Itapirubá e Porto da Vila, além das opções na região central da cidade.

Outras atrações de destaque são os campings, trilhas para caminhadas, corridas e ciclismo, passeios de caiaque, aulas de Stand-up Paddle e a prática de esportes náuticos, sendo palco de campeonatos nacionais e internacionais de surf, kitesurf e windsurf. Não é a toa que a Praia da Vila foi sede durante oito anos do maior campeonato de surfe mundial, o World Championship Tour (WCT), e eventualmente recebe os circuitos de acesso, o Word Qualifying Series (WQS), além de campeonatos estaduais e municipais durante todo o ano.

Sem falar nas suas construções históricas, como a Igreja Matriz, a antiga Usina Termelétrica de Imbituba – hoje transformada em espaço cultural, as igrejas Sant’Anna do Mirim e de Vila Nova, as famosas “torres gêmeas”, o Imbituba Hotel e os chalés da região central, que pertenciam à família Catão.

Imbituba é considerada a capital nacional da Baleia-Franca e se destaca pelos esforços na conservação da espécie, com o Museu da Baleia como um de seus principais atrativos turísticos. Construído na antiga armação baleeira, traz equipamentos e instrumentos utilizados na caça e resgata a história da atividade, recebendo pesquisadores e visitantes do mundo todo.

A cidade possui nove praias, que oferecem a observação de baleias como atividade turística no inverno, de julho a novembro, e se destacam pela qualidade das águas, garantia certif**ada pela Fundação de Apoio Tecnológico ao Meio Ambiente (Fatma).

O comércio local oferece uma variedade de lojas de diferentes segmentos, tendo como destaque vestuário e calçados. A principal rua da cidade, a Nereu Ramos, oferece calçada estendida para o pedestre passear com segurança. O comércio funciona de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 12h e das 13h30 às 18h. Aos sábados, o horário é das 9h às 13h. Em sábados especiais as lojas f**am abertas até às 17h, sem fechar ao meio dia. Aos domingos as lojas não abrem.

Imbituba vem de “Imbé”, termo indígena que se refere a uma espécie de cipó existente em grande quantidade no município, utilizado na confecção de cordas para o uso de pescadores e agricultores açorianos. Hoje, a cidade se apresenta como uma das regiões mais promissoras do Estado, contribuindo com o desenvolvimento econômico através do Porto de Imbituba e do distrito industrial.

Destino para toda a família, Imbituba é um bom lugar para morar ou visitar em qualquer estação!

TURISMOGaropaba - Palhoça - SCGaropaba é um município brasileiro do litoral sul do estado de Santa Catarina. Limita-se a...
26/12/2018

TURISMO

Garopaba - Palhoça - SC

Garopaba é um município brasileiro do litoral sul do estado de Santa Catarina. Limita-se ao sul, com Imbituba, ao norte e a oeste com Paulo Lopes, e a leste com o Oceano Atlântico. O nome da cidade tem origem indígena e signif**a "enseada de barcos" ou "lugar de barcos. Foram os índios Carijós os primeiros habitantes, que se tem conhecimento, da região. Em 1525, o espanhol Dom Rodrigo de Acuña, aportou o Galeão San Gabriel na Baia de Garopaba para fugir de um temporal.

No ano 1666 surgiu o primeiro povoado, formado por açorianos enviados pelo Império Português, procedentes a maioria da 3ª Ilha dos Açores. Em 1793, foi criada a Armação de São Joaquim de Garopaba. No ano de 1830 é elevada à Freguesia. A Paróquia foi criada por decreto do Governo Imperial, porém sua instalação oficial ocorreu no ano de 1846. Em 1890, com trabalho de mobilização da Freguesia, Garopaba é elevada a Vila, com decreto do Governador Lauro Müller. No dia 8 de Abril do mesmo ano, o Governador nomeia os membros do Conselho da Intendência que dirigira o Município. A instalação só ocorreu no dia 7 de Junho de 1890. A guarda Municipal é criada em 1896. Garopaba foi denominada município somente em 19 de dezembro de 1961, quando deixou de ser Distrito de Palhoça.
A cidade recebe aproximadamente 140 mil turistas no verão, a maioria em busca de suas belas praias. Entre suas praias pode-se destacar Vigia, Ouvidor, Barra, Ferrugem, Siriú, Gamboa e Silveira, cercada pela Mata Atlântica, onde se pode observar as baleias francas, e possui também o maior sambaqui do mundo. As praias são ótimas para a prática do surfe, trazendo surfistas do Brasil inteiro para desfrutarem de suas ondas.

No turismo religioso pode-se destacar a Gruta Nossa Senhora de Lourdes e a Igreja Matriz de São Joaquim, com característico estilo arquitetônico açoriano.

No mês de junho sempre acontece a Quermesse de Garopaba promovida pela Igreja São Joaquim. A festa é realizada na praça central e resgata tradições da cidade além de shows regionais e nacionais.

TURISMOÁguas Mornas - SCÁguas Mornas é um município brasileiro do estado de Santa Catarina. Localiza-se a 20 minutos da ...
20/12/2018

TURISMO

Águas Mornas - SC

Águas Mornas é um município brasileiro do estado de Santa Catarina. Localiza-se a 20 minutos da Cidade Universitária Pedra Branca, estando a uma altitude de 70 metros (sede municipal), possui uma área de 327,358 km².

É conhecida por suas águas termominerais que são consideradas entre as melhores do mundo.

Atrai milhares de turistas nas suas piscinas com água a 39 °C o ano inteiro. Recomendável para tratamento de reumatismo, aparelho digestivo, aparelho renal e renovesical, doenças do coração, doenças metabólicas, prevenção de cáries, sistema nervoso, stress, tratamento de pele e osteoporose.

Etimologia

De recomendação pela qualidade de terapia de suas águas termais, brotando da terra a uma temperatura de 39º, com uma vazão natural de 2 milhões e 400 mil litros por dia, o nome do município de Águas Mornas vem do seu enriquecido líquido, pelo qual inclusive foi transformada em uma das estâncias hidro-minerais mais confiáveis, perdendo apenas para as francesas

Águas Termais

As águas termais do município de Águas Mornas são classif**adas como mesotermais radioativas, com temperatura constante em torno de 39 °C. As águas emergem de terrenos pré-cambrianos e apresentam teor de radioatividade, termalidade e baixa mineralização. Sua origem deve-se a um derrame triássico, que situou-se nas áreas dos municípios de Águas Mornas e Santo Amaro da Imperatriz. As rochas dominantes são os micaschilos e os gneiss, cortados por veias de diábases, pegmatitos e pelo granito.

A origem dessa água, que emerge de terrenos pré-cambrianos, é um derrame triássico, que invadiu toda a região de Águas Mornas e do município vizinho de Santo Amaro da Imperatriz.

História

A história de Águas Mornas teve início em meados do século XIX, quando a primeira colonização foi providenciada no território municipal. Foram passados os anos de 1859 e 1860, quando o presidente da Província de Santa Catarina, Francisco Carlos de Araújo Brusque dividiu parte dos vales dos rios dos Cedros e Cubatão em lotes coloniais. Os colonos eram procedentes da Alemanha, e os primeiros imigrantes vieram em 3 de junho de 1860. Destes, as primeiras famílias que entraram eram chefiadas por cinco homens: Alberto Probst, Guilherme Westphal, Frederico Kirchner, Luiz Bran e Pedro Schmitz. Naquela época, a cidade alemã de Metelen foi o ponto de origem de Anton Lehmkuhl, o qual popularmente chamava-se coronel Antônio Lehmkuhl. A imigração foi intensif**ada, quando a localidade começou a progredir-se relativamente. A localidade de Águas Mornas foi chamada inicialmente de Teresópolis.[7]

Silvia Ribeiro LenziGraduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 1976, Silvia mora há mais de 30 a...
18/12/2018

Silvia Ribeiro Lenzi

Graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 1976, Silvia mora há mais de 30 anos em Florianópolis e dedicou a maior parte da sua trajetória ao planejamento urbano. Certamente ela anda pelas ruas de qualquer cidade com um olhar diferente dos demais, pois tem um histórico de atuação que permite vislumbrar soluções ou perceber desafios a cada espaço.



A arquiteta foi conselheira do CAU/SC entre 2015 e 2017, onde coordenou a Comissão de Ética e Disciplina, e foi presidente do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (1985-1987), função que lhe permitiu coordenar projetos importantes para a capital catarinense. Silvia Lenzi possui especialização em Metodologia e Projetos de Desenvolvimento Municipal e Urbano pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM) e participou na Coordenação da 1° Oficina de Desenho Urbano de Florianópolis, em 1994.



Integrou a equipe técnica do Projeto Vita et Ótium/Segmento Grande Florianópolis, plano turístico para o litoral catarinense e atuou como planejadora e depois como consultora no Plano de Urbanização Cidade Universitária Pedra Branca, um marco na criação de um bairro-cidade com foco em princípios de sustentabilidade urbana. No associativismo sempre foi atuante, tendo sido presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil – Santa Catarina (IAB-SC) por duas vezes e integrado o Conselho Superior da entidade por diversas vezes.

Jan GehlJan Gehl (Copenhague, 17 de setembro de 1936) é um arquiteto e urbanista dinamarquês, professor universitário ap...
18/12/2018

Jan Gehl

Jan Gehl (Copenhague, 17 de setembro de 1936) é um arquiteto e urbanista dinamarquês, professor universitário aposentado e consultor, cuja carreira foi construída com base no princípio de melhorar a qualidade de vida urbana através da reorientação do planejamento urbano em favor de pedestres e ciclistas.
Gehl obteve o grau de Mestre em Arquitetura da Academia Real de Belas Artes da Dinamarca em 1960 e exerceu a arquitetura entre os anos de 1960 e 1966, quando recebeu uma bolsa de pesquisa da instituição para "estudos da forma e função dos espaços públicos", momento a partir do qual passou também a ser professor na Academia e professor visitante em diversos países, como Canadá, Estados Unidos, Nova Zelândia, México, Austrália, Alemanha, Polônia e Noruega. É sócio fundador da Gehl Arquitetos – Consultores em Qualidade Urbana.

Na obra Novos espaços urbanos, escrita em parceria com o também arquiteto e urbanista Lars Gemzøe, Gehl dá o exemplo de Copenhague, cidade que em 40 anos evoluiu de ser amigável a carros para se tornar uma cidade confortável para pedestres. Strøget, tida como uma das maiores ruas do mundo exclusivas para pedestres, é exemplo do trabalho desenvolvido por Gehl na cidade.
O envolvimento do seu escritório no desenvolvimento da cidade Pedra Branca foi fundamental para o reconhecimento em excelência e bem estar.

JAIME LERNERJaime Lerner é arquiteto e urbanista, fundador do Instituto Jaime Lerner e da Jaime Lerner Arquitetos Associ...
17/12/2018

JAIME LERNER

Jaime Lerner é arquiteto e urbanista, fundador do Instituto Jaime Lerner e da Jaime Lerner Arquitetos Associados (JLAA), presidente da União Internacional dos Arquitetos – UIA no período 2002/2005. Três vezes prefeito da Cidade de Curitiba, liderou a revolução urbana que fez da cidade referencia nacional e internacional em planejamento urbano, principalmente em transporte, meio ambiente, programas sociais e projetos urbanísticos. Duas vezes governador do Estado do Paraná, conduziu importantes transformações socioeconômicas que resultaram em melhorias na qualidade de vida no campo e nas cidades. Pelo reconhecimento de sua obra recebeu diversos prêmios e títulos internacionais com destaque para o Prêmio Máximo das Nações Unidas para o Meio Ambiente (1990), UNICEF Criança e Paz (1996), o 2001 World Technology Award for Transportantion, o 2002 Sir Robert Mathew Prize for the Improvement of Quality of Human Settlements, pela União Internacional dos Arquitetos, e o Premio Volvo Environment Prize 2004. Em 2010 foi nominado pela revista Time um dos 25 Pensadores mais Influentes do mundo e em 2011, em reconhecimento por sua liderança, visão e contribuição no campo da mobilidade urbana sustentável ele recebeu o prêmio Leadership in Transport Award, agraciado pelo International Transport Forum at the OECD. A JLAA desenvolve projetos para o setor público e privado em diversas cidades no Brasil e no exterior, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Florianópolis, Recife (Brasil); Luanda (Angola); David (Panamá); Durango, Oaxaca e Mazatlán (México); Santiago de Los Caballeros (Republica Dominicana), entre outros.

17/12/2018

Conheça os profissionais envolvidos na criação da Pedra Branca.

O processo de criação do Masterplan Pedra Branca para uma nova centralidade na área continental da Grande Florianópolis envolveu 11 escritórios de arquitetura e urbanismo e importantes consultores nacionais e internacionais, dentre eles Jaime Lerner, “guru” do urbanismo brasileiro, além de três laboratórios da UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina. Hoje o projeto, pioneiro no Brasil e América Latina, é reconhecido como novo marco em projetos urbanos para a iniciativa pública e privada. Entre os prêmios recebidos destaca-se o de Urbanismo, da Bienal de Buenos Aires em 2007, do Financial Times de Londres em 2008 e o convite em 2009 pela Fundação Bill Clinton, para integrar o programa de Clima Positivo.

Com as inúmeras contribuições compatibilizadas por princípios bastante claros, o lugar passa a ser reconhecido como fonte de inspiração de um novo estilo de vida mais comprometido com sustentabilidade e mais associado à vida ao ar livre, aos passeios a pé ou de bicicleta e à convivência cidadã.

A consultoria do escritório do arquiteto Jan Gehl, voltado à qualif**ação dos espaços públicos envolvendo atividades de estar, contemplação e interação social das pessoas na vida cotidiana, é o ápice do somatório destes muitos sonhos e contribuições.

- Dicas para Casa e Bem Estar - Cinco plantas que limpam o ar da sua casa ( ambientes fechados ) Muitas vezes produtos q...
14/12/2018

- Dicas para Casa e Bem Estar -

Cinco plantas que limpam o ar da sua casa ( ambientes fechados )

Muitas vezes produtos que utilizamos na decoração de nossas casa acabam liberando agentes tóxicos ( tintas, moveis, tecidos e vidros ), os mais comum são: Benzeno, Xileno, Aldeído e Tricloroetileno. Estes não são um grande problema em ambientes bem ventilado, entretanto nem todos tem esta opção, por isso resolvi trazer estas dicas que pode lhe proporcionar uma melhora signif**ativa no ar que que você respira.

CLOROFITO - O Clorofito precisa de muita luz e de pouca exposição ao sol (no inverno). Regue diariamente no verão, mas modere nos dias frios.

DRACENA - Plantas que purif**am o ar. A Dracena não pede sol. Mas não gosta de lugares muito frios. Deixe-a em local iluminado e regue diariamente (sem encharcar o solo).

FILODENDRO - Plantas que purif**am o ar. O Filodendro Pacová gosta de lugares quentes (nada de ar condicionado forte para eles) e pede iluminação durante uma parte do dia (manhã ou tarde). Como originalmente os Filodendros são epífitas, plante-o em solo enriquecido com fertilizante orgânico ou sobre xaxim. E só regue quando perceber que o substrato está secando.

LÍRIO-DA-PAZ - Plantas que purif**am o ar. O Lírio da Paz não pode f**ar em vaso seco. Pede regas diárias em períodos mais áridos e regas a cada dois dias em períodos mais úmidos. A cada seis meses adube a terra e removas as folhas mortas e secas.

SAMAMBAIA - Plantas que purif**am o ar. As samambaias não gostam de incidência direta de sol – basta receberem luminosidade em parte do dia. As regas devem ser diárias, mas o xaxim nunca deve f**ar encharcado. Em dias quentes borrife água em suas folhas. Evite posicionar a samambaia em local em que haja corrente de vento.

Endereço

Palhoça, SC
88137084

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