10/08/2026
Quanto vale uma vista para o mar que nunca poderá ser bloqueada? A resposta está na escassez.
No mercado imobiliário do Litoral Norte de Santa Catarina, a vista mar definitiva se tornou um ativo raro, e, como todo ativo escasso, tende a ganhar valor ao longo do tempo.
A oferta é limitada pela própria geografia.
O mar impede a expansão para frente, enquanto áreas de preservação ambiental e a ocupação consolidada restringem novos empreendimentos em diversos trechos da costa. O resultado é um número finito de imóveis com vista permanente para o oceano.
Essa escassez ajuda a explicar por que Itapema e Balneário Camboriú lideram o Índice FipeZap de 2026, com metros quadrados médios acima de R$ 15 mil. Nos empreendimentos frente-mar de alto padrão, os valores podem ultrapassar R$ 45 mil/m² em Itapema e R$ 100 mil/m² em Balneário Camboriú, dependendo da localização e do projeto.
Estudos sobre mercados costeiros também mostram que imóveis com vista permanente para o mar podem apresentar um prêmio de valor de até 66% em relação a unidades semelhantes sem esse atributo. Não é apenas a paisagem que está sendo comprada. É a garantia de que ela continuará existindo.
Esse comportamento reforça um princípio conhecido do mercado imobiliário: quando a oferta não pode crescer na mesma velocidade da demanda, os ativos mais exclusivos tendem a concentrar a valorização.
Por isso, uma vista mar definitiva representa muito mais do que qualidade de vida. Ela reúne três fatores difíceis de replicar: localização, exclusividade e escassez.
Há 35 anos, a Sol Imóveis acompanha a evolução do litoral catarinense e ajuda seus clientes a identificar oportunidades que vão além do imóvel, analisando também os fundamentos que sustentam seu valor no longo prazo.