23/06/2021
A demanda imobiliária mantém o movimento de crescimento desde junho de 2020. Pelo sexto mês consecutivo, o país quebra o recorde na intenção de compra de imóveis para os próximos 24 meses, chegando a 14,306 milhões de famílias.
Historicamente, desde a virada do século 21, nunca houve um contingente tão grande de famílias interessadas em adquirir imóveis. Isso se deve ao fato de as novas construções estarem adaptadas a tamanhos menores, o que permite preços finais mais acessíveis para a classe média, além das constituições familiares estarem menores, ocupando menos cômodos nos imóveis.
Uma família consumidora de imóveis tinha 3,8 pessoas 10 anos atrás no Brasil. Atualmente, o tamanho médio é de 3,4, um encolhimento de 10,5%. “Devido aos juros mais baixos no financiamento dos imóveis para todas as categorias, mesmo levando em conta o aumento da Selic para 4,25% a.a. anunciado este mês, ainda é uma das taxas mais baixas do século 21, e continua potencializando a compra de imóveis”.
O substrato dos interessados em comprar imóveis em até 12 meses – considerando o ano de 2021 – chega a 59% – situação semelhante aconteceu, pela última vez, lá em 2009. “Agora, são 8,441 milhões de famílias que pretendem efetuar o consumo imediatamente, projetando um segundo semestre excelente para o mercado imobiliário, estimulados também pela nova temporada de lançamentos de empreendimentos altamente demandados”
ℹ️Fonte: