Arlindo Chapeta

Arlindo Chapeta Gratidão!” Segurança nas transações e qualidade no atendimento personalizado é a prioridade da AC Arlindo Chapetta Imóveis.

“Construtor de ideias e valores, buscando com trabalho e dedicação a excelência em facilities, transformando a tradição em prática viva e evoluindo como ser humano por meio da filosofia, das ferramentas simbólicas e da fé em Deus. Arlindo Chapetta é um Corretor de Imóveis em Praia Grande-SP com ampla experiência em Assessoramento na Compra, Venda e Avaliação de Imóveis novos e usados de médio e alto padrão. O Arlindo Chapetta, além da área de imóveis é um administrador e comunicador, sempre com palavras de motivação e apoio emocional, base inicial desta página e portanto, se manterá em conjunto com a área de imóveis. Em breve estaremos dando incluído neste projeto e avisaremos por aqui


Fraternalmente

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A Força dos Princípios. Como a União e a Determinação Moldaram a Independência do BrasilA liberdade de uma nação não nas...
06/09/2026

A Força dos Princípios. Como a União e a Determinação Moldaram a Independência do Brasil

A liberdade de uma nação não nasce em um único dia. Ela é construída ao longo do tempo, quando ideias encontram coragem, lideranças assumem responsabilidades e homens decidem transformar convicções em ação.

Foi assim com o Brasil.

Quando celebramos o 7 de Setembro de 1822, é natural que nossa memória nos leve às margens do Ipiranga e à figura de D. Pedro. Mas a Independência brasileira não começou naquele momento. O gesto que entrou para a História foi a culminação de um processo político, econômico e social muito mais amplo.

A chegada da Família Real portuguesa ao Brasil, em 1808, modificou profundamente a posição da colônia. A abertura dos portos, a instalação de instituições administrativas e, posteriormente, a elevação do Brasil à condição de Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, em 1815, criaram uma realidade que dificilmente poderia ser revertida.

O Brasil havia mudado. E uma parcela importante de suas lideranças já compreendia que o futuro exigiria novos caminhos.

Ideias que prepararam a Independência

As grandes transformações políticas raramente acontecem apenas nos palácios. Antes de chegarem às ruas e aos governos, elas amadurecem no debate, na circulação de ideias e na capacidade de articulação entre pessoas que compartilham determinados objetivos.

Nesse ambiente, a Maçonaria brasileira teve participação relevante.

Em 1822, nasceu o Grande Oriente do Brasil, reunindo Lojas e importantes personagens daquele momento histórico. Entre os nomes relacionados à Maçonaria e ao processo de Independência encontramos figuras como José Bonifácio de Andrada e Silva, Joaquim Gonçalves Ledo e o próprio D. Pedro.

Não estavam sempre de acordo. Pelo contrário. Existiam diferenças de pensamento, projetos políticos distintos e disputas sobre os rumos que o novo país deveria seguir.

Talvez esteja justamente aí uma das grandes lições daquele período.

Homens podem divergir sobre os caminhos e, ainda assim, compreender que existe um objetivo maior a ser alcançado.

Ao lado da atuação maçônica, outras organizações e espaços de articulação política, entre eles o Apostolado, também participaram daquele intenso movimento de ideias. A Independência não foi obra exclusiva de uma instituição ou de um grupo. Foi resultado da convergência de diferentes forças e circunstâncias históricas.

Mas seria igualmente injusto ignorar o papel desempenhado pela Maçonaria e por importantes maçons naquele processo.

Quando não havia mais espaço para retroceder

Do outro lado do Atlântico, as decisões das Cortes portuguesas aumentavam a tensão.

As tentativas de reduzir a autonomia conquistada pelo Brasil após a chegada da Corte portuguesa, juntamente com as determinações para o retorno de D. Pedro a Portugal, produziram forte reação entre setores da sociedade brasileira.

O Dia do Fico, em 9 de janeiro de 1822, tornou-se um dos grandes marcos dessa resistência.

A partir daquele momento, os acontecimentos se aceleraram.

As articulações políticas cresceram, as posições ficaram mais definidas e a separação tornou-se cada vez mais provável. Quando chegou setembro de 1822, muito do terreno político da Independência já havia sido preparado.

O Ipiranga representou a ruptura definitiva que transformou em símbolo aquilo que vinha sendo construído havia meses e, em alguns aspectos, anos.

O que 1822 ainda pode nos ensinar?

Mais de dois séculos depois, não devemos olhar para a Independência apenas como uma sequência de datas, personagens e acontecimentos.

Devemos procurar compreender seus ensinamentos.

Aquela geração demonstrou que grandes mudanças exigem princípios, planejamento, coragem, capacidade de diálogo e determinação.

E existe uma mensagem particularmente atual nessa história, nenhum país constrói um grande futuro quando seus cidadãos deixam de acreditar que possuem responsabilidade sobre o destino da própria sociedade.

Liberdade não significa apenas romper correntes.

Liberdade significa assumir responsabilidades.

Soberania não é somente uma condição política de um Estado. É também a capacidade de uma sociedade decidir seu caminho, preservar suas instituições e construir seu futuro sem abandonar os princípios que sustentam sua existência.

Por isso, o 7 de Setembro não deve ser apenas uma celebração do que conquistamos em 1822.

Deve ser também uma reflexão sobre o Brasil que estamos construindo hoje.

Os homens daquela época tiveram diante deles um país ainda por nascer. Nós recebemos esse país como legado.

Cabe a cada geração decidir o que fará com ele.

Que a coragem daqueles que trabalharam pela emancipação brasileira continue nos inspirando a defender a liberdade, buscar a justiça, respeitar nossas diferenças e colocar os interesses da Nação acima das conveniências individuais.

Porque independência se conquista em determinado momento da História.

Mas liberdade, soberania e democracia precisam ser construídas e preservadas todos os dias.

Viva o 7 de Setembro.
Viva a Independência.
Viva a liberdade.
Viva o Brasil! 🇧🇷

Arlindo Batista Chapeta
Presidente da Academia Maçônica de Letras da Baixada Santista

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DIA DO IRMÃONeste 5 de setembro, celebramos os laços de irmandade que nos unem ao longo da vida.Irmãos são aqueles que o...
05/09/2026

DIA DO IRMÃO

Neste 5 de setembro, celebramos os laços de irmandade que nos unem ao longo da vida.

Irmãos são aqueles que o sangue nos deu e também aqueles que encontramos pelo caminho e que, pela convivência, pelos valores e pelos princípios que compartilhamos, tornam-se parte de nossa história.

Na Maçonaria, chamamo-nos de Irmãos porque a fraternidade está na essência de nossa caminhada. Somos unidos pelo respeito, pela lealdade, pela solidariedade e pelo compromisso de estender a mão uns aos outros.

Neste Dia do Irmão, o Grande Oriente do Brasil celebra todos os Irmãos e reafirma a importância da fraternidade como força capaz de unir pessoas e construir uma sociedade melhor.

Feliz Dia do Irmão!

Grande Oriente do Brasil
Desde 1822, conectando ideias, inspirando gerações, construindo futuro. Sempre à frente, o GOB e você!
Secretaria Geral de Comunicação do GOB

31/08/2026
*GOB E GRANDE LOJA DE MESTRES MAÇONS DA MARCA DO BRASIL ASSINAM TRATADO DE RECONHECIMENTO E AMIZADE DURANTE A SUPREMA CO...
28/08/2026

*GOB E GRANDE LOJA DE MESTRES MAÇONS DA MARCA DO BRASIL ASSINAM TRATADO DE RECONHECIMENTO E AMIZADE DURANTE A SUPREMA CONGREGAÇÃO*

*GOB E GRANDE LOJA DE MESTRES MAÇONS DA MARCA DO BRASIL ASSINAM TRATADO DE RECONHECIMENTO E AMIZADE DURANTE A SUPREMA CO...
28/08/2026

*GOB E GRANDE LOJA DE MESTRES MAÇONS DA MARCA DO BRASIL ASSINAM TRATADO DE RECONHECIMENTO E AMIZADE DURANTE A SUPREMA CONGREGAÇÃO*

O Grande Oriente do Brasil e a Grande Loja de Mestres Maçons da Marca do Brasil (GLMMMB) celebraram um importante Tratado de Reconhecimento e Amizade, fortalecendo os laços institucionais e ampliando as possibilidades de aperfeiçoamento maçônico no país.

Após aprovação pela Soberana Assembleia Federal Legislativa (SAFL), o Tratado foi assinado, em nome do *Grande Oriente do Brasil*, pelo Soberano Irmão *Ademir Cândido da Silva*, Grão-Mestre Geral, acompanhado do Sapientíssimo Irmão *Adalberto Aluízio Eyng*, Grão-Mestre Geral Adjunto.

Representando a *Grande Loja de Mestres Maçons da Marca do Brasil*, assinaram o documento o Soberano Irmão *Mário Sérgio Nunes da Costa*, Grão-Mestre, e o Grão-Mestre Adjunto - Soberano Irmão *Arlindo Batista Chapeta.*

A celebração do Tratado representa um marco histórico para o fortalecimento das Ordens de Aperfeiçoamento Maçônico, em especial para a Grande Loja de Mestres Maçons da Marca do Brasil, responsável no país pelos Graus de Homem da Marca, Mestre Maçom da Marca e Nautas da Arca Real.

A iniciativa integra o trabalho permanente do Grande Oriente do Brasil na busca pelo aprimoramento de seus Mestres Maçons, estabelecendo relações com instituições maçônicas regulares que reúnam história, conhecimento e tradição, proporcionando novos caminhos para o estudo, o desenvolvimento e o aperfeiçoamento do Maçom.

Mais do que aproximar instituições, o Tratado fortalece a construção de oportunidades para que os Mestres Maçons possam ampliar seus conhecimentos e prosseguir em sua jornada de aperfeiçoamento dentro da Maçonaria regular.

Prestigiaram a assinatura do tratado, além dos Grão-Mestres já mencionados, os Eminentes Grão-Mestres Estaduais, irmão José Paulo Tonolli (ES), Leonardo Monteiro (CE), Luciano Sepúlveda (BA), os Eminentes Secretários Gerais do GOB, irmão Reginaldo Gusmão de Albuquerque (Gabinete), irmão Elizeu Kadesh (Planejamento), o Eminente Presidente do STEM irmão Ednaldo Mendes Baesse, o Ministro do STJM Eminente irmão Gerald Koppe Júnior, o Poderoso GME Adjunto do GOB-SP irmão Eduardo Marcantonio Lizarelli, o Poderoso Secretário de Informática do GOB-ES irmão Fábio.

GOB — desde 1822: conectando ideias, inspirando gerações, construindo futuro.

Sempre à frente, o GOB e você!

Secretário Geral de Comunicação do GOB

*O Sentimento de Pertencer ao Grande Oriente do Brasil*Pertencer ao Grande Oriente do Brasil é carregar um sentimento qu...
25/08/2026

*O Sentimento de Pertencer ao Grande Oriente do Brasil*

Pertencer ao Grande Oriente do Brasil é carregar um sentimento que vai muito além de fazer parte de uma instituição maçônica. É saber que fazemos parte de uma história iniciada em 1822, que atravessou mais de dois séculos, participou de momentos importantes da construção do nosso País e continua sendo escrita todos os dias por milhares de Irmãos espalhados pelo Brasil.

Somos parte da maior Potência Maçônica das Américas e de uma das mais antigas do mundo. Mas a grandeza do GOB não está apenas em seus números, em sua estrutura ou em sua história. Está, principalmente, nos homens que o constroem diariamente.

Homens de diferentes profissões, origens, crenças e pensamentos, mas unidos por valores que nos aproximam: a fraternidade, a liberdade, o respeito, a justiça, a família, o amor à Pátria e o compromisso de trabalhar por uma sociedade melhor.

Quando olhamos para a história do Grande Oriente do Brasil, encontramos muito da própria história brasileira. Desde 1822, gerações de Maçons participaram ativamente da vida nacional, estiveram presentes em grandes transformações sociais e ajudaram a construir caminhos que marcaram nosso País.

Esse legado nos enche de orgulho, mas também aumenta nossa responsabilidade.

Pertencer ao GOB não é apenas herdar uma história. É assumir o compromisso de continuá-la.

Cada Irmão que segue para sua Loja, cada Maçom que retorna para sua família depois de uma Sessão, cada homem que ocupa seu espaço profissional ou social leva consigo uma parcela dessa responsabilidade.

Porque aquilo que aprendemos dentro de nossos Templos precisa encontrar sentido fora deles.

É na sociedade que nossos princípios se transformam em atitudes. É quando ajudamos quem precisa, defendemos aquilo que é justo, respeitamos as diferenças, cuidamos de nossas famílias, cumprimos nossos deveres como cidadãos e trabalhamos pelo desenvolvimento de nossas comunidades que demonstramos o verdadeiro significado de pertencer ao Grande Oriente do Brasil.

O GOB continua, assim, construindo pontes na sociedade.

Pontes entre diferentes pensamentos. Entre gerações. Entre tradição e futuro. Entre aqueles que podem ajudar e os menos favorecidos. Pontes construídas por homens justos e corretos que acreditam que é possível transformar a sociedade começando pela transformação de si mesmos.

E talvez seja justamente isso que torne tão forte nosso sentimento de pertencimento.

Quando entramos em uma Loja do Grande Oriente do Brasil, sabemos que não estamos apenas entrando em um Templo. Estamos encontrando Irmãos e nos tornando parte de uma corrente que atravessa gerações.

Muitos vieram antes de nós. Construíram Lojas, defenderam nossos princípios, enfrentaram dificuldades, trabalharam pela Ordem e deixaram um legado que hoje está em nossas mãos.

Outros virão depois.

Nós somos o elo entre essas gerações.

E uma história com mais de dois séculos também precisa de homens dispostos a guardá-la, preservá-la e conduzi-la adiante.

Por isso, registro meu reconhecimento e agradecimento ao nosso Soberano Grão-Mestre Geral, Irmão Ademir Cândido da Silva, e ao Sapientíssimo Grão-Mestre Geral Adjunto, Irmão Adalberto Aluízio Eyng, que hoje recebem a responsabilidade de conduzir o Grande Oriente do Brasil e preservar o legado que lhes foi confiado.

Estendo esse reconhecimento a todos os Grão-Mestres Gerais e Grão-Mestres Estaduais que passaram por nossas fileiras, homens que, em diferentes épocas e circunstâncias, assumiram a missão de serem guardiões desta história.

Mas essa história não seria possível sem aqueles que, na base de toda a nossa estrutura, mantêm viva a essência da Maçonaria, os Veneráveis Mestres de nossas Lojas.

É em cada Loja, em cada Oriente e em cada comunidade que o Grande Oriente do Brasil verdadeiramente acontece. E são os Veneráveis Mestres, ao lado de suas diretorias e de seus Obreiros, que assumem diariamente a responsabilidade de preservar nossas tradições, fortalecer a união entre os Irmãos, acolher novas gerações e transformar nossos princípios em ações que chegam à sociedade.

Dos Grão-Mestres aos Veneráveis Mestres, e destes a cada Irmão que compõe nossas Lojas, existe uma mesma responsabilidade: cuidar daquilo que recebemos e preparar aquilo que entregaremos aos que virão depois de nós.

Cada geração teve seus desafios. Cada liderança deixou sua contribuição. Cada Loja escreveu uma parte dessa caminhada. E é justamente essa união que permitiu ao Grande Oriente do Brasil chegar até aqui forte, respeitado e consciente de sua responsabilidade perante a Maçonaria e a sociedade brasileira.

Por isso, pertencer ao Grande Oriente do Brasil é olhar para 1822 e sentir orgulho daqueles que iniciaram essa caminhada. É olhar para o presente e reconhecer a responsabilidade que temos. E é olhar para o futuro sabendo que nossas atitudes de hoje ajudarão a definir o GOB que entregaremos às próximas gerações.

Somos herdeiros de uma grande história, mas não podemos viver apenas dela.

Precisamos continuar construindo.

Construindo homens melhores. Construindo fraternidade. Construindo oportunidades. Construindo pontes. Trabalhando pela Pátria e estendendo nossas mãos àqueles que mais necessitam.

Porque o Grande Oriente do Brasil não é apenas uma instituição da qual fazemos parte.

O Grande Oriente do Brasil é uma história à qual pertencemos.

E pertencer a essa história é motivo de orgulho, mas, acima de tudo, uma enorme responsabilidade.

Arlindo Batista Chapeta
Secretário Geral de Comunicação do Grande Oriente do Brasil

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*No Fio da Navalha Entre a Autenticidade e a Desconfiança*Vivemos uma época curiosa. Nunca tivemos tanto acesso à inform...
24/08/2026

*No Fio da Navalha Entre a Autenticidade e a Desconfiança*

Vivemos uma época curiosa. Nunca tivemos tanto acesso à informação, à tecnologia e ao conhecimento. Mesmo assim, parece que estamos cada vez mais desconfiados e, principalmente, interessados em tentar descobrir o que existe por trás da vida e das escolhas dos outros.

A desconfiança acabou entrando no nosso cotidiano de uma maneira quase natural.

Quando alguém emagrece bastante, logo aparece alguém perguntando se está usando algum medicamento. Se uma pessoa escreve um bom texto, surge a dúvida se foi feito com inteligência artificial. Uma fotografia ficou muito bonita? Deve ter sido editada. Alguém melhorou de vida? Querem saber de onde veio o dinheiro. Cresceu profissionalmente? Alguém deve ter ajudado.

E por aí vai.

Parece que ficou difícil simplesmente reconhecer que alguém conseguiu alguma coisa sem procurar imediatamente uma explicação por trás daquela conquista.

Mas será que precisamos mesmo saber?

Se uma pessoa emagreceu com acompanhamento médico e utilizando algum dos medicamentos que hoje existem para isso, é uma decisão dela e do profissional que a acompanha. Se outra preferiu mudar a alimentação, praticar exercícios ou seguir outro caminho, também é uma decisão pessoal.

O mesmo vale para a inteligência artificial.

Ela está aí, faz parte do nosso tempo e será cada vez mais utilizada. Algumas pessoas usam para pesquisar, organizar ideias, revisar um texto ou ajudar na criação de alguma coisa. Outras preferem fazer tudo sem esse auxílio. Não vejo problema em nenhuma das duas situações.

O que talvez esteja errado é achar que precisamos descobrir qual caminho cada pessoa escolheu para depois decidir se aquilo tem ou não valor.

Nem toda escolha precisa da nossa opinião.

As ferramentas sempre mudaram. Quando surgiu a calculadora, ela não acabou com a matemática. O computador não acabou com a inteligência das pessoas. A fotografia digital não acabou com o fotógrafo e os programas de edição não eliminaram a criatividade.

Com a inteligência artificial não será diferente.

Da mesma forma acontece com a medicina. Ela evolui justamente para oferecer novas possibilidades. Se existem tratamentos que podem ajudar alguém e essa pessoa, juntamente com seu médico, entende que aquele é o melhor caminho, não vejo por que isso deveria ser motivo de julgamento ou de especulação.

A questão, portanto, não é defender ou criticar quem utiliza determinada ferramenta.

É perceber que estamos criando o hábito de desconfiar de tudo.

Existe uma diferença muito grande entre ter senso crítico e passar a vida procurando alguma coisa para desmascarar. É claro que devemos ter prudência. Nem tudo que vemos é verdadeiro e nem tudo que ouvimos merece crédito. Mas isso é bem diferente de olhar para qualquer conquista e imaginar imediatamente que existe alguma coisa escondida.

Esse comportamento vai desgastando as relações.

Hoje queremos saber quem emagreceu e como emagreceu. Quem ganhou dinheiro e como conseguiu. Quem fez algum procedimento estético. Quem tomou medicamento. Quem recebeu ajuda. Quem escreveu sozinho. Quem utilizou inteligência artificial. Quem editou uma fotografia.

Queremos conhecer os bastidores da vida das pessoas como se elas tivessem obrigação de nos apresentar uma explicação para aquilo que fazem.

E não têm.

Existem decisões que pertencem somente a quem as toma.

Naturalmente, quando nossas atitudes envolvem outras pessoas, instituições, dinheiro público ou responsabilidades coletivas, transparência é fundamental. Nesses casos existe, sim, o dever de explicar e prestar contas.

Mas não podemos transportar essa mesma lógica para a vida particular das pessoas.

Talvez seja necessário reaprender algo bastante simples: nem tudo precisa ser explicado e nós também não precisamos saber de tudo.

É possível admirar uma conquista sem investigar como ela aconteceu. É possível reconhecer um bom trabalho sem tentar descobrir imediatamente quais ferramentas foram utilizadas. E também é possível respeitar que alguém tenha escolhido um caminho diferente daquele que escolheríamos.

A tecnologia vai continuar avançando. A medicina também. Daqui a alguns anos estaremos utilizando ferramentas que hoje sequer conseguimos imaginar. Muitas coisas que atualmente provocam discussão provavelmente serão absolutamente normais no futuro.

Sempre aconteceu assim.

Por isso, acredito que o grande desafio não esteja em descobrir quem usa inteligência artificial, quem utiliza determinado medicamento ou quem recorre a qualquer outra ferramenta moderna.

O desafio está em aprender a conviver com essas mudanças sem transformar nossas relações em uma permanente investigação sobre a vida dos outros.

Ferramentas não retiram necessariamente o mérito de ninguém. Muitas vezes elas apenas ajudam uma pessoa a chegar onde queria chegar.

No final, talvez estejamos realmente vivendo sobre esse fio da navalha entre a autenticidade e a desconfiança.

Precisamos do senso crítico, sem dúvida. Mas precisamos também entender que existe um limite entre aquilo que é nossa preocupação e aquilo que pertence exclusivamente à vida do outro.

E talvez a palavra que esteja faltando seja justamente respeito.

Respeito pelas escolhas, pelos caminhos diferentes e também pela privacidade.

Antes de tentar descobrir como alguém conseguiu alguma coisa, talvez possamos simplesmente reconhecer que conseguiu. Antes de criar uma teoria sobre a vida de uma pessoa, vale lembrar que conhecemos apenas uma pequena parte da história dela.

E há situações em que simplesmente não perguntar também é uma forma de respeito.

Confiar não significa acreditar em tudo ou ser ingênuo. Significa apenas entender que não precisamos viver procurando explicações para cada decisão tomada pelas pessoas ao nosso redor.

Em um tempo em que todos parecem querer saber tudo sobre todos, talvez seja importante recuperar um princípio muito simples de convivência:

a vida do outro pertence ao outro.

Podemos ter nossas opiniões, nossas escolhas e até nossas dúvidas. Mas nem tudo precisa ser investigado, explicado ou julgado.

Às vezes, basta respeitar.

Fraternalmente,

*Arlindo Batista Chapeta*
*Presidente da Academia Maçônica de Letras da Baixada Santista*

Se você gostou desta reflexão, leia este e outros artigos em:

https://blogdochapeta.com.br/2026/08/24/no-fio-da-navalha-entre-a-autenticidade-e-a-desconfianca/

Ideias, reflexões e experiências para quem acredita que pensar também é uma forma de construir.

Quero compartilhar com vocês uma indicação muito pessoal.Hoje, a pessoa em quem confio para me representar como Deputado...
23/08/2026

Quero compartilhar com vocês uma indicação muito pessoal.

Hoje, a pessoa em quem confio para me representar como Deputado Estadual é o Pastor André Bueno – 15777. Conheço seus valores, seus princípios e, principalmente, a forma como conduz sua vida.

Antes de ser político, acredito que é preciso ser exemplo na família, com os amigos e nas relações do dia a dia. E isso o André já demonstrou que é. No mandato, também mostra que gosta de pessoas, ouve, trabalha e procura estar presente.

Por isso, se você ainda não tem um candidato, peço que considere com carinho a minha indicação. Conheça um pouco mais o André, acompanhe seu trabalho e veja se ele também pode representar você.

Eu confio no Pastor André Bueno – 15777 e, por isso, faço questão de indicá-lo aos meus amigos.

Arlindo Chapeta

Conheça mais sobre ele em:

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