10/08/2026
2026 entrou no segundo tempo — e o mercado imobiliário já deu sinais importantes de como os próximos meses podem se comportar. 🏙️📊
Mesmo em um ambiente de juros ainda elevados, o primeiro semestre mostrou força no crédito e nas transações. Os financiamentos imobiliários com recursos da poupança (SBPE) chegaram a R$ 93,7 bilhões, crescimento de 28,5% em relação ao mesmo período de 2025. Foram 277,1 mil imóveis financiados, avanço de 31,7%.
E tem mais: os preços continuam avançando. Em julho, o Índice FipeZAP de Venda Residencial acumulou alta de 5,46% em 12 meses, acima do IPCA de 4,43% no mesmo intervalo. O preço médio entre as cidades monitoradas chegou a R$ 9.900/m².
Outro movimento importante para o segundo semestre veio da economia: em agosto, o Copom reduziu novamente a Selic, agora para 14% ao ano, dando continuidade ao ciclo de queda dos juros. Ainda é um patamar elevado, mas a trajetória passa a ser um fator importante para acompanhar quando falamos de crédito e intenção de compra.
E a demanda já vinha mostrando resiliência: somente no 1º trimestre de 2026, 110.722 imóveis foram vendidos no Brasil, crescimento de 4,1% na comparação anual, movimentando R$ 65,9 bilhões em VGV.
🔎 O que tudo isso sinaliza para o segundo semestre?
Um mercado que pode ganhar mais dinamismo com a redução gradual dos juros, mas também um comprador cada vez mais criterioso. Localização, preço correto, liquidez, qualidade do imóvel e orientação profissional tendem a pesar ainda mais na decisão.
Porque tendência de mercado não serve apenas para prever o futuro.
Serve para tomar decisões melhores no presente.
Se você pensa em comprar, vender ou investir em imóveis, informação é o primeiro passo — e contar com especialistas faz toda a diferença.
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