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05/08/2024

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05/08/2024

SOBRADO Á VENDA NA MOÓCA – COMERCIAL OU RESIDENCIAL - SB - 1135
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05/08/2024

E/S Imóveis ltda
O imóvel ideal para você e sua familia

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23/12/2020
04/11/2020

FONTE: EXAME
12 milhões de famílias pretendem comprar imóvel nos próximos dois anos
Levantamento realizado pela empresa de pesquisas Datastore mostra que a intenção de compra está próxima a patamares registrados antes da pandemia
Por Gabriella Sandoval
Publicado em: 27/10/2020 às 10h03
Alterado em: 29/10/2020 às 15h22

Um levantamento feito em setembro pela Datastore Series, empresa especializada em pesquisas para o setor imobiliário, mostra que o mercado dá sinais de recuperação. Segundo o estudo, em setembro, 12.080.575 de famílias declararam interesse em adquirir imóveis nos próximos 24 meses. O número, que equivale a 23,9% do grupo que participou do estudo, chega próximo aos índices de pré-pandemia, quando 25% das famílias brasileiras declaravam a intenção de compra.

“Continuamos subindo, estamos com 12,1 milhões de famílias, praticamente o mesmo patamar de 15 de março. Todavia são grupos diferentes, a maioria destes compradores são novos, ou seja, chegaram durante a pandemia”, explica Marcus Araujo, CEO e fundador da Datastore.

E nos próximos 12 meses?
Ao analisar a intenção de compra em um período mais curto, de 12 meses, a pesquisa identificou que aqueles que estão comprando imóveis agora são pessoas que já estavam no funil de compras de 24 meses, e que decidiram fazer a aquisição de forma mais rápida. “O percentual de compradores ávidos (12 meses) subiu para 53% e a última vez que isso ocorreu foi em 2011. O último trimestre de 2020 pode ser imbatível para o setor imobiliário”, completa Araujo.

Com a redução da taxa Selic e novos compradores e investidores chegando ao mercado, o especialista acredita na retomada rápida do setor. “A série histórica mostra, claramente, que o pior já passou, mas também aponta que somente a redução da taxa Selic não será decisiva. É preciso que haja retomada da economia, geração de novos empregos e controle da pandemia”, diz o CEO da Datastore.

09/03/2020

Fonte: EXAME
Venda de imóveis cresce 9,7% em 2019 no país
Para a CBIC, o ano de 2020 projeta um crescimento parecido com o observado em 2019
Por Agência Brasil
2 mar 2020
Levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) divulgado nesta segunda (2) mostra que as vendas de imóveis residenciais cresceram 9,7% no país, em 2019, na comparação com o ano anterior. No total foram vendidas 130.434 unidades, contra 118.893 em 2018. Para a CBIC, o ano de 2020 projeta um crescimento parecido com o observado em 2019, em torno de 10%, melhor resultado anual dos últimos quatro anos.

A pesquisa, realizada em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), analisou os dados de 90 municípios brasileiros. Os números mostram ainda que os lançamentos apresentaram uma alta de 15,4%, em 2019, somando 130.137 unidades. Em 2018, haviam sido lançadas 112.750 unidades.
Os dados do 4º trimestre de 2019 reforçam a tendência de aumento. No período, os lançamentos de imóveis cresceram 28,3% em relação ao 3º trimestre e 8,4% frente ao 4º trimestre de 2018.
As vendas de outubro, novembro e dezembro de 2019 também cresceram 13,9% quando comparadas à de julho, agosto e setembro do mesmo ano, e 9,7% frente ao mesmo período de 2018.

A Região Sudeste foi a que mais se destacou puxando a alta nas vendas e nos lançamentos no último trimestre de 2019, tanto em números absolutos, quanto relativos. No total, foram lançados 31.965 imóveis no período, contra 21.036 no trimestre anterior, uma alta de 52%.

Na comparação com o mesmo período do ano passado (30.093), a variação chegou a 6,2%. Houve também alta de 19,18% entre todos os lançamentos dos municípios pesquisados na região no resultado anual, entre 2018 (68.804) e 2019 (82.003).

A Região Sul registrou 9,15% mais lançamentos anuais, na comparação de 2018 (12.566) com 2019 (13.716) e também uma alta de 15,1% no 4º trimestre de 2019 em relação ao terceiro trimestre do mesmo ano, e de 37,3% em comparação ao quarto trimestre de 2018.

“O Centro-Oeste lançou 42,18% mais imóveis em 2019 (10.671) que em 2018 (7.505), nos municípios analisados. A região também registrou variação positiva de 23,9% entre o terceiro e o quarto trimestres de 2019 e de 0,5% entre os últimos trimestres de 2018 e 2019 (outubro, novembro e dezembro)”, informou a CBIC.

O Sudeste também se destacou nas vendas de imóveis. No quarto trimestre de 2019, foram 23.001 unidades habitacionais adquiridas, alta de 20,2% em relação ao terceiro trimestre (19.978 vendas) e de 8,6% na comparação com o quarto trimestre de 2018 (21.184).

O levantamento registrou também uma elevação de 19,33% entre todas as vendas dos municípios pesquisados na região, na comparação entre 2018 (62.375) e 2019 (74.435).

A Região Centro-Oeste também merece destaque. No quarto trimestre de 2019, as vendas cresceram 25,7% em relação ao terceiro trimestre do mesmo ano e aumentaram 25,9% em relação ao quarto trimestre de 2018. Ao todo, a região vendeu 11,61 mais entre 2018 (9.925) e 2019 (11.078).

Na Região Sul, o comparativo de vendas entre 2018 (14.056) e 2019 (16.360) aponta alta de 16,39%, sendo que o quarto trimestre de 2019 somou 7,4% mais contratos que o terceiro trimestre do mesmo ano e 48,8% a mais que o quarto trimestre de 2018.

16/08/2019

FONTE: EXAME
Aluguéis ficam estáveis em julho e sobem 3,88% em um ano
De acordo com índice FipeZap, valor médio do aluguel foi de R$ 28,95 por metro quadrado no mês passado.
Publicado em 15 ago 2019
São Paulo — A variação no valor dos aluguéis residenciais ficou perto da estabilidade em julho, com leve alta de 0,08% no mês, de acordo com índice FipeZap, que monitora os preços de anúncios em 25 cidades do país. A variação ficou abaixo da inflação do mês, que foi de 0,19% pelo IPCA, índice oficial de preços.

De janeiro e julho, a alta acumulada do valor médio dos aluguéis é de 3,53%, acima dos 2,42% medido pelo IPCA nos mesmos meses.
Em 12 meses, o aluguel médio monitorado pelo FipeZap subiu 3,88%, pouco acima da inflação de 3,22% no mesmo período. Isso significa que a locação teve um aumento real médio de 1,08% em um ano, já desconsiderados os efeitos da inflação.

O preço médio da locação por metro quadrado, em julho, foi de R$ 28,95.
Florianópolis lidera
Em julho, 7 das 11 cidades monitoradas pelo FipeZap registraram alta no preço do aluguel residencial, com destaque para Florianópolis (1,24%) e São Paulo (0,76%). Rio de Janeiro (-0,58%), e Belo Horizonte (-0,74%) lideram as quedas.

Nos 12 meses até julho, são Florianópolis e Brasília que encabeçam a lista, com aumentos médios de 10,44% e 6,61%, respectivamente.

Veja o valor médio do metro quadrado e a variação dos preços em 11 capitais pesquisadas pelo Índice FipeZap:

jul/19 Em 12 meses Preço médio por metro quadrado
Florianópolis 1,14% 10,44% R$ 25,51
São Paulo 0,76% 5,54% R$ 38,80
Porto Alegre 0,61% 2,44% R$ 30,46
Goiânia 0,53% 1,40% R$ 16,45
Curtiba 0,30% 6,16% R$ 30,46
Fortaleza 0,21% 5,88% R$ 16,66
Salvador 0,19% 1,77% R$ 30,46
Recife -0,49% 1,90% R$ 27,60
Brasília -0,51% 6,61% R$ 30,46
Rio de Janeiro -0,58% 1,16% R$ 30,46
Belo Horizonte -0,74% 0,86% R$ 21,33

Retorno do investimento em imóveis
Em julho, o retorno médio daqueles que optaram por alugar seu imóvel foi de 4,61% em um ano, de acordo com o FipeZap, já ligeiramente acima do retorno de 4,43% registrado em 2018.

A conta da rentabilidade do aluguel é feita por meio da divisão entre o preço médio de locação mensal e o preço médio de venda mensal. A taxa ao ano é obtida multiplicando-se o resultado por 12. É um indicador que ajuda a comprar o retorno de quem coloca um imóvel para alugar com os ganhos que poderia ter caso tivesse o mesmo dinheiro do valor do imóvel em outros investimentos.

Apesar de estar crescendo, o retorno do aluguel de imóveis ainda está abaixo da taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6% ao ano, o menor nível de sua história.

Como a Selic serve de referência para os investimentos de renda fixa no país, isso significa que ainda é possível encontrar outras opções de renda fixa no mercado financeiro mais atraentes do que o aluguel de imóveis. Entretanto, com o corte recente dos juros e o avanço, mesmo que lento, dos aluguéis, essas rentabilidades estão se reaproximando cada vez mais.

29/07/2019

Fonte: Exame
Inflação pode ser usada para reajustar o crédito imobiliário
Banco Central está estudando permitir que bancos utilizem índices como o IPCA como referência para o reajuste
Por Fabrício de Castro/Estadão
Conteúdo 27 jul 2019, 11h45 - Publicado em 27 jul 2019,
Brasília – O Banco Central estuda a possibilidade de permitir que os bancos utilizem índices de inflação, como o IPCA, como referência para o reajuste das parcelas do crédito para compra da casa própria em operações do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). O índice de inflação seria um substituto da Taxa Referencial (TR), hoje usada como indexador em todas as operações do SFH. A expectativa do setor é de que a mudança possa abrir espaço para juros menores nos novos contratos.

Atualmente, quem financia imóvel pelo SFH paga uma taxa de juros fixa, cujo limite é de 12%, mais a TR, que atualiza o saldo devedor. Como o valor da TR hoje é zero, o mutuário da casa própria paga, na prática, apenas o valor fixo. Os dados mais recentes do Banco Central mostraram que a taxa média de juros cobrada em financiamentos imobiliários fechados em maio foi de 7,7% ao ano neste caso. Quem financiou o imóvel a taxas de mercado (fora do SFH) teve acesso a um juro médio de 9,2% ao ano.
O SFH já possui um custo mais baixo por utilizar recursos da caderneta de poupança e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Além disso, o sistema possui limites para o juro cobrado e para o valor do imóvel a ser adquirido – hoje de até R$ 1,5 milhão.

A proposta em estudo no BC é permitir que os bancos utilizem, no lugar da TR, um índice de preços para reajustar o saldo devedor. Isso valeria para os novos contratos e poderia ser feito, por exemplo, por meio do IPCA – a referência oficial para a inflação no Brasil – ou o IGP-M, usado em contratos de aluguel.

23/05/2019

FONTE: EXAME
Total de domicílios alugados no Brasil cresce 5,3% em dois anos
Pnad Contínua foi divulgada hoje (22), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Por Agência Brasil - 22 maio 2019
Dos 71 milhões de domicílios existentes no Brasil em 2018, 12,9 milhões eram alugados. Os números, que revelam um aumento de 5,3% na comparação com 2017, constam da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).

Divulgada hoje (22), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ela reúne informações relacionadas a características gerais dos domicílios e moradores de todas as regiões do Brasil no ano de 2018 e compara os resultados com os de anos anteriores.
Entre 2017 e 2018, o aumento de residências alugadas foi observado em todo o país. A elevação mais expressiva foi de 5,8% na região Sudeste.

Atualmente, 20,5% de todos os domicílios situados em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo são alugados.
Embora tenha tido registrado um avanço proporcionalmente menor em relação a 2017, o Centro-Oeste permaneceu como a região com o maior percentual de residências alugadas. Estão nesta situação 22,9% do total.

A quantidade de domicílios próprios, quitados ou ainda em pagamento, também cresceu em números absolutos entre 2017 e 2018.

Casas próprias
No entanto, houve leve queda proporcional no período. Em 2017, dos 69,5 milhões de domicílios, 51 milhões eram próprios, o que representa 73,3%. Já em 2018, as residências próprias eram 51,5 milhões das 71 milhões existentes, isto é, 72,5%.

A pesquisa do IBGE revela ainda que, em 2018, 31 milhões dos domicílios estavam situados no Sudeste, 18,5 milhões no Nordeste, 10,7 milhões no Sul, 5,5 milhões no Centro-Oeste e 5,3 milhões no Norte.
Na comparação com 2017, o maior aumento proporcional ocorreu no Norte, onde houve crescimento de 3,1% do total de residências. Em números absolutos, a expansão mais significativa se deu no Sudeste, com 762 mil novos domicílios.

O levantamento também apresenta um recorte em relação ao tipo das residências no país. Casas representam 86% e apartamentos 13,8%. O restante (0,2%) reúne habitações coletivas como cortiços ou cabeças de porco. O número de apartamentos, após uma redução de 3,1% de 2016 para 2017, acusou crescimento de 7,1% em 2018.

A pesquisa mostrou que, nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, o percentual de casas supera a média nacional: 92,7%, 90,9% e 89,0%, respectivamente.

Por outro lado, o Sudeste e o Sul registram respectivamente 18,4% e 14,3% de apartamentos. Ambas as regiões estão acima dos 13,8% observados no país.
Amostra
De acordo com o IBGE, os pesquisadores visitaram 168 mil domicílios. Além das características dos endereços, a Pnad Contínua investiga a composição populacional em termos de s**o, idade e raça, possibilitando análises em torno dos traços sociais e demográficos do país e dos aspectos do mercado de trabalho.

São publicados ainda relatórios mensais e trimestrais com informações conjunturais relacionadas à força de trabalho e suplementos com periodicidade variada que abordam outros temas pesquisados, como educação e imigração.

22/04/2019

Fonte: Exame
Imóveis : Muito diálogo para sair negócio
Falta de liquidez e custos altos de manutenção são os piores defeitos do investimento em imóveis.
Por Mauro Calil - Publicado em 5 abr 2019

Em praticamente todo o país, se observa uma grande oferta de imóveis comerciais e residenciais disponíveis para venda e locação. Os estoques de imóveis vazios estão acima da média em quase todas as regiões.

Isto tem feito os preços se manterem estáveis e, em muitos casos, recuarem. Não é dificil comprar algo por até 75% do preço anunciado. Por isso, vale muito fazer uma ampla pesquisa de preços e pechinchar.

No casos dos aluguéis em vigor, é importante o inquilino negociar com o proprietário a manutenção do valor. Pode ser vantajoso para as duas partes, pois o inquilino continuará pagando o mesmo aluguel e o dono do imóvel não corre o risco de ficar com o bem ocioso – às vezes por um longo período – e inda tendo que pagar condomínio e outras obrigações, prejuízo em dobro.

É a famosa lei da oferta e da procura. No momento, há mais oferta. Cada um cedendo um pouco pode garantir um bom negócio para as duas partes. Essa mesma atitude é recomendável a compradores e vendedores de imóveis. A redução do valor de venda pode acelerar a transação. Até que a economia brasileira volte a crescer, esta é a prática mais sensata e interessante: uma boa negociação, seguida da pechincha.

04/04/2019

Fonte: Exame
Venda e lançamento de imóvel caem em janeiro em SP, diz Secovi
Negociações no mês foram de 1.622 unidades, 4,1% menor do que no mesmo mês do ano passado
Por Estadão Conteúdo
25 mar 2019

São Paulo — O mercado imobiliário começou o ano com diminuição das vendas e dos lançamentos na cidade de São Paulo, de acordo com pesquisa realizada pelo Sindicato da Habitação (Secovi-SP).

Os empreendimentos lançados em janeiro somaram 286 unidades residenciais, montante 61,8% abaixo do registrado em janeiro do ano passado. No acumulado de 12 meses, porém, os lançamentos ainda mostram crescimento. Eles chegaram a 32.300 unidades, 2,8% acima do volume registrado nos 12 meses anteriores.

As vendas em janeiro foram de 1.622 unidades, 4,1% menor do que no mesmo mês do ano passado. No acumulado de 12 meses, as vendas chegaram a 29.859 unidades, aumento de 20,9%.

A capital paulista encerrou o mês de janeiro com um estoque de 20.989 moradias, considerando unidades na planta, em obras e recém-construídas. Esse montante é 0,1% menor do que no mesmo mês do ano passado.
A projeção do Secovi-SP para o ano é de crescimento moderado no mercado imobiliário, tendo em vista que as vendas e os lançamentos de 2018 superaram a média histórica. A previsão é de estabilidade no número de unidades lançadas e vendidas, mas com crescimento de até 10% do valor geral de vendas (VGV), devido à maior participação de empreendimentos de alto padrão, mais caros.

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Rua Cel. Joviniano Brandão, N° 528/Cjt° 05/Pq. Da Mooca
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