FL6 Imóveis

FL6 Imóveis Especializada em Áreas para Incorporação

03/09/2020

Excelente oportunidade de investimento em Portugal no Algarve.

16/01/2020

INSTITUCIONAL
Em novembro, mercado imobiliário de São Paulo manteve bom desempenho
16/01/2020
Conforme pesquisa do Secovi-SP, 2019 surpreendeu em lançamentos e vendas de unidades novas

Mercado imobiliário de São Paulo está em recuperação
A Pesquisa do Mercado Imobiliário, realizada pelo departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), apurou em novembro de 2019 a comercialização de 4.974 unidades residenciais novas. O resultado foi 43,5% superior ao total comercializado em outubro (3.467 unidades) e superou em 29,4% as vendas de novembro de 2018 (3.843 unidades).

No acumulado de 12 meses (dezembro de 2018 a novembro de 2019), as 44.134 unidades comercializadas representaram um aumento de 48,6% em relação ao período anterior (dezembro de 2017 a novembro 2018), quando foram negociadas 29.694 unidades.

Lançamentos – De acordo com dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), a cidade de São Paulo registrou, em novembro do ano passado, o lançamento de 8.131 unidades residenciais, volume 83,3% acima do apurado no mês de outubro (4.435 unidades) e 24,2% acima do total de novembro de 2018 (6.545 unidades).

No acumulado de 12 meses, referente ao período de dezembro de 2018 a novembro de 2019, os lançamentos na capital paulista somaram 53.545 unidades, resultado 41,2% superior às 37.934 unidades lançadas no mesmo período anterior (dezembro de 2017 a novembro de 2018).

Destaque – Com os resultados de 4.974 unidades residenciais novas comercializadas e 8.131 unidades lançadas, o penúltimo mês de 2019 destacou-se como o segundo melhor do ano, depois de junho de 2019, e como o melhor novembro de toda a série histórica iniciada em 2004.

De janeiro a novembro de 2019, foram comercializadas 38.930 unidades novas e lançadas 44.605 unidades. “Esse é o melhor resultado em 15 anos. Os 11 meses do ano passado superaram os recordes anteriores de 2007, quando foram vendidas 31.187 unidades, e de 2008, que registrou o lançamento de 31.812 imóveis”, explica Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.

“O acumulado do ano passado já superou o resultado final de anos anteriores considerando, inclusive, dezembro, mês que costuma ser o melhor em termos de vendas e de lançamentos. É quando o trabalhador recebe férias e 13º salário e aproveita para investir na compra do imóvel”, diz Basilio Jafet, presidente do Secovi-SP.

Apesar de o mercado imobiliário da Capital ter registrado bons resultados, ainda não apresentou recuperação em valores, cuja melhor performance foi em 2013. O VGV (Valor Global de Vendas) de 2019 referente ao período de janeiro a novembro foi de R$ 19,9 bilhões, abaixo do VGV do mesmo período de 2013, que foi de R$ 24,3 bilhões.

“Mas quando se comparam os VGL (Valor Global de Lançamento) de R$ 24,5 bilhões, de 2019, com o de R$ 24,8 bilhões, de 2013, a diferença é pequena”, aponta Petrucci, considerando que os valores foram corrigidos pelo INCC-DI.

Imóveis econômicos – Em novembro, foram vendidas 1.483 unidades econômicas e enquadradas no programa Minha Casa, Minha Vida e lançadas 3.090 unidades. A oferta desse tipo de imóvel totalizou 12.047 unidades disponíveis para venda.

Nos outros segmentos de mercado, a pesquisa identificou 3.491 unidades vendidas, 5.041 unidades lançadas e oferta final de 16.966 unidades.

Recuperação - Com o desempenho de 2019 registrado até novembro, o mercado imobiliário da cidade de São Paulo supera a crise macroeconômica que atingiu o País entre 2014 e 2017. “Esses anos de recessão resultaram em uma significativa demanda reprimida, que começou a ser atendida no ano passado, ao mesmo tempo em que as condições econômicas internas do País começaram a melhorar”, ressalta o presidente do Secovi-SP. “Junte-se a esse movimento, a crescente participação dos imóveis enquadrados no programa Minha Casa, Minha Vida, que não era tão expressiva até 2016”, completa Jafet.

Imóveis de 4 ou mais dormitórios apresentaram crescimento de 135% nas vendas na comparação entre as 1.744 unidades comercializadas nos 11 meses de 2019 e as 741 unidades vendidas no mesmo período de 2018. Nos lançamentos, a maior variação percentual registrada de janeiro a novembro foi dos imóveis de 3 dormitórios, com 6,5 mil unidades novas, que representaram crescimento de 117% em relação às 3,0 mil unidades de 2018 com a mesma tipologia e durante o mesmo período.

Esse fenômeno pode ser explicado pelo fraco desempenho desses tipos de imóveis nos últimos cinco anos. “A recuperação da economia, o aumento da confiança dos empreendedores e da população e a forte queda da taxa de juros geraram reações positivas como essas”, analisa Basilio Jafet.

O setor da construção civil gerou 117 mil empregos (12% do total) com carteira assinada de um total de 948 mil novos postos de trabalho criados no País de janeiro a novembro de 2019. “A geração de novas vagas de trabalho na construção civil e imobiliária demonstra a relevância do setor na recuperação macroeconômica do País. A nossa indústria é forte geradora de mão de obra formal, direta e indireta”, destaca Emilio Kallas, vice-presidente de Incorporação e Terrenos Urbanos do Secovi-SP.

Apesar do bom momento pelo qual passa o mercado imobiliário da cidade de São Paulo, o futuro ainda preocupa os empresários, pois há muitos desafios a serem superados. “Problemas ocasionados pela demora na calibragem da Lei de Zoneamento estão dificultado o lançamento de novos projetos. É importante que as mudanças necessárias aconteçam rapidamente, logo no início deste ano”, ressalta Kallas.

Reação mais robusta da economia, com ampla geração de emprego, redução da burocracia na análise e aprovação de projetos, segurança jurídica nos processos imobiliários, simplificação tributária a partir da aprovação das reformas Tributária e Administrativa são alguns aspectos fundamentais ressaltados por Basilio Jafet para que tanto o setor quanto o País cresçam com sustentabilidade.

Confira o conteúdo completo da Pesquisa, com dados da Região Metropolitana de São Paulo.

Autor: Assessoria de Comunicação - Secovi-SP

04/09/2019

Em razão de matéria publicada na edição de 3/9 do Estadão, caderno Metrópole (pág. A18), reproduzimos abaixo posicionamento conjunto do Secovi-SP e da Abrainc encaminhado ao Fórum de Leitores e ainda não publicado pelo jornal.

A Lei, ora a Lei... Até quando?
Na edição de ontem (3/9), ao trazer mais uma matéria sobre empreendimento imobiliário objeto de inquérito de autoridades, o Estadão novamente retrata como a opinião de alguns e a interpretação de outros remetem à máxima “A Lei, ora a Lei”.
Direito à opinião é sagrado. Mas quando uma opinião, sem base legal, inspira medida que coloca em risco a legítima realização de projetos regularmente aprovados em todas as instâncias necessárias, sendo devidamente fiscalizados e penalizados eventuais atos em desacordo com as normas, aí a coisa muda de figura.
Não é de agora que iniciativas voltadas à produção de habitações e de espaços para atividades comerciais ou empresariais sofrem com inquéritos e mesmo embargos.
Um dos casos mais emblemáticos na história recente é o bairro planejado Parque Global, megaempreendimento na capital paulista que, após cinco anos paralisado, pôde ser retomado em março deste ano.
Isso porque se descobriu que não havia nada de errado. Tudo (Termo de Ajustamento de Conduta, reabilitação ambiental do terreno, Estudos de Impacto de Vizinhança e uma série de outras medidas) estava em ordem, razão pela qual as três ações civis públicas foram encerradas. Não tinham fundamento.
Porém, os danos causados são irrecuperáveis. E não apenas no tocante ao investimento financeiro. Vários postos de trabalho foram desativados, diversos adquirentes frustrados (sonhos adiados), e grupos de investidores estrangeiros que nunca mais querem ouvir falar de Brasil.
Impressionante como o mercado imobiliário formal é alvo fácil. Empresas que trabalham no rigor da lei são sistematicamente questionadas em sua seriedade. Difícil é cuidar das áreas de mananciais invadidas. De represas contaminadas por ocupações clandestinas. De áreas desmatadas pelo crime organizado.
Até quando o setor terá de conviver com tamanha insegurança jurídica? Até quando o atendimento às necessidades das pessoas, das cidades e do crescimento será travado por questão de opinião?

Basilio Jafet, presidente do Secovi-SP
Luiz França, presidente da Abrainc

Dia 27 de agosto, Dia do Corretor de Imóveis. Parabéns a todos os Guerreiros.
27/08/2019

Dia 27 de agosto, Dia do Corretor de Imóveis.
Parabéns a todos os Guerreiros.

IncorporaçãoTRF da 3ª Região confirma desvinculação das incorporadoras ao registro no Creci25/06/2019Votação unânime dos...
27/06/2019

Incorporação

TRF da 3ª Região confirma desvinculação das incorporadoras ao registro no Creci
25/06/2019
Votação unânime dos Desembargadores em apelação interposta pela entidade beneficia associadas incorporadoras no Estado de São Paulo
Incorporadora que aliena imóvel próprio não precisa de inscrição no Creci-SP

A 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região reconheceu em Acórdão publicado em 24/6/2019 (Apelação 2009.61.00.005169-3, e da qual ainda cabe recurso ao Superior Tribunal de Justiça), a dispensa de a incorporadora que aliena imóveis próprios se inscrever no Creci-SP.

A decisão representa uma vitória para o setor, ao reconhecer que a atividade de incorporação com venda a terceiros de imóveis próprios não implica em intermediação imobiliária, e representa precedente importante para que outras incorporadoras que também tenham sido autuadas pela exigência de inscrição no Creci-SP possam pedir individualmente a anulação da infração no Judiciário.

Para acessar a íntegra da decisão e obter mais informações acesse http://web.trf3.jus.br/consultas/Internet/ConsultaProcessual/Processo?NumeroProcesso=200961000051693, fazendo a consulta pelo número acima mencionado.

O Secovi-SP é representado nesta ação coletiva pelos advogados Marcelo Terra, José Carlos Baptista Puoli, Caio Mário Fiorini Barbosa e José Antonio de Almeida.

Departamento Jurídico Secovi-SP



Autor: Assessoria de Comunicação - Secovi-SP

26/06/2019

Top Imobiliário 2019: números mostram crescimento do mercado
Na velocidade de 110 imóveis por dia, com alta participação dos econômicos e uma oferta crescente de alto padrão
Cláudio Marques e Heraldo Vaz, Especial para O Estado

25 de junho de 2019 | 03h00
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Top Imobiliário 2019: números mostram crescimento do mercado
Vencedora eleva participação no segmento de corretoras
Bicampeã concentra atuação em São Paulo
Incorporadora líder projeta repetir crescimento
Duas vidas que se confundem com a indústria da construção

Uma em cada três unidades residenciais lançadas no Brasil inteiro está em construção na cidade de São Paulo, o maior mercado imobiliário do País. Em 2018, ano base da premiação do 26º Top Imobiliário, os lançamentos somaram 32,8 mil apartamentos na capital paulista para um total de 98,6 mil espalhados pelo território nacional, com base nos dados do Sindicato da Habitação (Secovi).

LEIA TAMBÉM >No alto padrão, o tamanho já não é mais documento

Ocorreu um “boom” no quarto trimestre, que concentrou a maioria (56%) dos lançamentos de novos prédios em São Paulo. Para o presidente do Secovi, Basílio Jafet, o mercado imobiliário saiu fortalecido de 2018 para se consolidar neste ano. Os números, segundo ele, são indicativos da trajetória de retomada.

Top Imobiliário 2019
A cidade cresce: Na velocidade de 110 imóveis por dia, com alta participação dos econômicos e uma oferta crescente de alto padrão. Foto: Rafael Arbex/Estadão

Considerando-se o ano passado inteiro, os imóveis de alto padrão chamaram a atenção. Apartamentos com valor superior a R$ 1,5 milhão registraram o maior crescimento porcentual, com 2.134 unidades lançadas - número 142% superior às 882 unidades de 2017. Nesta faixa de preços houve a maior variação nas vendas, com 1.626 unidades comercializadas em 2018, alta de 123% sobre os 729 apartamentos do ano anterior.

Divulgada neste mês, a última pesquisa do Secovi aponta o total de 39,6 mil imóveis novos lançados em 12 meses (de maio de 2018 a abril deste ano), o que dá a média de 3,3 mil unidades/mês. “Olhando só os números, vemos claramente uma tendência de crescimento”, afirma o diretor da Embraesp, Reinaldo Fincatti. Parceira do Estadão no prêmio Top Imobiliário, a Embraesp identifica os maiores operadores do mercado em três categorias: Incorporadoras, Vendedoras e Construtoras.

“A outra face da moeda são a persistência do desemprego, contínua perda de renda das famílias e o adiamento das decisões de investimento”, diz Rodrigo Luna, diretor da Plano&Plano, a líder no ranking das incorporadoras nesta edição do Top Imobiliário. Para ele, a retomada do setor depende da melhoria na economia.

Bicampeã na categoria das construtoras do Top Imobiliário, a Tenda - como a Plano&Plano - atua exclusivamente no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), destinado a moradias de baixa renda. No ranking das vendedoras, a consultoria imobiliária Lopes foi a vencedora, com 40% dos seus lançamentos atrelados a produtos do MCMV.

Com participação crescente nos últimos três anos, os imóveis populares foram o motor do setor em meio à crise, chegando a 44% do total de unidades residenciais lançadas em São Paulo em 2018. Foram 14,4 mil moradias de baixa renda.

São Paulo é o único mercado com “sinais claros e efetivos” de retomada, diz Claudio Hermolin, presidente da Brasil Brokers Participações, que controla as imobiliárias Abyara e Brasil Brokers, também premiadas. “Nas outras regiões do País ainda são incipientes os sinais”, analisa. “Os imóveis econômicos do MCMV passaram ao largo da crise, porque a demanda é enorme.”
Plano&Plano, Tenda e Lopes formam trio campeão

Prêmio identifica maiores operadores do mercado com base em todos os lançamentos da região metropolitana de SP

No 26º Top Imobiliário, Plano&Plano é a líder das incorporadoras e Tenda a bicampeã das construtoras. Ambas têm produção exclusivamente voltada para o programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), destinado ao segmento de moradias populares. A consultoria imobiliária Lopes venceu, mais uma vez, entre as vendedoras.

Nas três categorias, o prêmio classifica as dez empresas que apresentaram os maiores volumes de lançamentos na Região Metropolitana de São Paulo, conforme os dados registrados pela Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). Nesta edição, 202 incorporadoras, 174 construtoras e 217 vendedoras disputaram o topo do ranking.

O valor geral de vendas (VGV) lançado, número de empreendimentos, de blocos, total de unidades residenciais e área em metros quadrados são os cinco itens aferidos. A Embraesp faz a ponderação, com pesos diferentes para os três segmentos, obtendo como resultado um “número puro”, que define a colocação no ranking.

O prêmio identifica os maiores operadores do mercado em São Paulo, atesta o engenheiro Reinaldo Fincatti, diretor da Embraesp. “São números reais de cada concorrente.” É um balizamento para a indústria imobiliária.

A Tenda, Plano&Plano e a Cury, que também é voltada para o segmento de baixa renda, ganharam troféu nas três categorias. Ao todo, foram 19 empresas premiadas nesta edição do Top Imobiliário.
Só MCMV

As duas campeãs, mais a MRV Engenharia, líder nacional no segmento de imóveis econômicos, e a Econ, especializada em habitação social, ocupam as primeiras quatro posições nos rankings tantos das construtoras como das incorporadoras.

Em 2018, ano base da premiação do 26º Top Imobiliário, chegaram ao mercado da capital paulista 32,8 mil novos apartamentos. Segundo o Sindicato da Habitação (Secovi), 44% dos lançamentos (14,4 mil) são imóveis econômicos com preço até R$ 240 mil, o teto do MCMV.
Indicativo

Para o presidente do Secovi-SP, Basilio Jafet, os números indicam uma retomada do mercado imobiliário de São Paulo. Além do aumento de 4,4% nos lançamentos no último ano, as vendas subiram 27%, chegando a 29,9 mil imóveis novos em 2018.

Apesar da lenta retomada da economia, do rebaixamento constante da previsão do Produto Interno Bruto (PIB) e do alto índice de desemprego, os lançamentos imobiliários cresceram mais neste ano.

Divulgada neste mês, a última pesquisa do Secovi aponta o total de 39,6 mil imóveis novos lançados em 12 meses (de maio de 2018 a abril deste ano), o que dá a média de 3,3 mil unidades/mês. Os números repetem o maior volume em unidades (com mais de 39 mil imóveis) registrado em 2007, de acordo com o Secovi.

Na avaliação do Secovi, o mercado imobiliário da cidade de São Paulo apresenta certo descolamento da instabilidade da economia e se apoia na demanda represada dos últimos anos.

O problema é que grande parte do crescimento está atrelada ao MCMV, o que, segundo o Secovi, influencia negativamente o resultado do valor geral de vendas, porque os preços dos imóveis são mais baixos.

Jafet defende a aprovação da reforma da Previdência para equilibrar as contas públicas do governo e estimular retorno dos investimentos, assegurando condições para o desenvolvimento econômico e permitir que o setor volte a produzir em sua capacidade máxima.

ESTADÃO - Economia & Negócios

22/04/2019

Institucional
Pesquisa registra dados positivos do mercado imobiliário da Capital em fevereiro
15/04/2019
Conforme apurado pelo Secovi-SP, cresceram as vendas e os lançamentos de imóveis residenciais novos no mês
Mercado imobiliário reage no mês de fevereiro na Capital

Em fevereiro de 2019, a Pesquisa do Mercado Imobiliário do Secovi-SP referente à cidade de São Paulo apresentou bons resultados em relação às vendas e aos lançamentos, tanto na comparação com janeiro como em relação ao mesmo mês do ano passado. Conforme apurado pelo Departamento de Economia e Estatística do Sindicato da Habitação, no mês, foram comercializadas 2.176 unidades residenciais novas. O resultado superou em 34,2% as 1.622 unidades comercializadas em janeiro e em 50,3% as vendas de fevereiro de 2018 (1.448 unidades).

No acumulado de 12 meses (período de março de 2018 a fevereiro de 2019), foram vendidas 30.587 unidades – aumento de 20,7% em comparação ao mesmo período de 2018, quando as vendas totalizaram 25.349 unidades.

Lançamentos – De acordo com dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), a cidade de São Paulo registrou, em fevereiro, o total de 870 unidades residenciais lançadas, resultado 204,2% superior ao mês de janeiro de 2019 (286 unidades) e 155,1% acima do volume de fevereiro de 2018 (341 unidades).

No acumulado de 12 meses (março de 2018 a fevereiro de 2019), foram lançadas 32.829 unidades residenciais na capital paulista, 4,0% acima do registrado no mesmo período do ano anterior, com 31.571 unidades.

Segundo Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, o destaque da pesquisa foi a falta de lançamentos de imóveis econômicos. “Contudo, esse tipo de imóvel continuou a registrar bom desempenho de vendas em fevereiro”, avalia.

Em termos de tipologia, houve equilíbrio na distribuição dos lançamentos entre os imóveis de 1, 2 e 3 dormitórios. Unidades de 2 dormitórios destacaram-se na quantidade vendida, com 1.385 imóveis e participação de 63,6% do total.

Com indicador VSO (Venda Sobre Oferta) de 12 meses de aproximadamente 60%, imóveis de 1 e 2 dormitórios comprovaram o bom desempenho dessas tipologias. Os imóveis de 3 e 4 dormitórios também apresentaram bom comportamento, com VSO de 12 meses em torno de 45%.

Outro fato importante é que o VGV (Valor Global de Vendas) acumulado do ano apresenta crescimento de 17,0%. Esta variação positiva acompanha a alta da quantidade de unidades comercializadas (21,0%), demonstrando consistência entre o aumento das unidades vendidas e dos valores.

Oferta – A capital paulista encerrou o mês de fevereiro de 2019 com a oferta de 19.553 unidades disponíveis para venda. Esta oferta é composta por imóveis na planta, em construção e prontos (estoque), lançados nos últimos 36 meses (março de 2016 a fevereiro de 2019). A quantidade de imóveis ofertados reduziu 6,8% em relação a janeiro (20.989 unidades) e 0,9% em comparação a fevereiro de 2018 (19.728 unidades).

Conclusão – Apesar dos bons números do mercado imobiliário no início deste ano, nunca é demais ressaltar a preocupação dos empreendedores com a falta de calibragem na Lei de Zoneamento. “Esperamos que os ajustes propostos, e que não impactam os princípios centrais do Plano Diretor Estratégico, sejam aprovados para que se possa viabilizar novos empreendimentos na cidade de São Paulo. Temos de atender a demanda desassistida em razão dos entraves da lei de zoneamento atual”, reforça Emilio Kallas, vice-presidente de Incorporação e Terrenos Urbanos do Secovi-SP.

Na capital paulista, é evidente o esgotamento de terrenos disponíveis para novos empreendimentos, principalmente porque há uma concentração de lançamentos nas áreas dos Eixos de Estruturação da Transformação Urbana, que ficam ao longo dos sistemas de transporte coletivo, como metrô, trem e corredores de ônibus. De acordo com Kallas, esta limitação tem levado os incorporadores a oferecerem o mesmo tipo de produto. “Além disso, essa falta de oferta pressiona os preços dos apartamentos, que tendem a subir”, enfatiza.

“Em meio à atual conjuntura, com um novo governo e a necessidade de as reformas essenciais saírem, as perspectivas para 2019 permanecem elevadas. Acreditamos em um bom ano para o setor nacionalmente, e os números da Capital, até agora, apontam para essa retomada. Contudo, se a Nova Previdência não for aprovada, seremos profundamente afetados, assim como a macroeconomia”, explica Basilio Jafet, presidente do Secovi-SP.

Confira o resultado completo da Pesquisa do Mercado Imobiliário do Secovi-SP de fevereiro, com resultados da Região Metropolitana de São Paulo.

Autor: Assessoria de Comunicação - Secovi-SP

28/03/2019

Institucional
TJSP mantém direito de protocolo na cidade de São Paulo
27/03/2019
Decisão, em julgamento de mérito, foi anunciada na tarde do dia 27/3
TJSP mantém o direito de protocolo na cidade de São Paulo

Após o voto inicial do relator pela inconstitucionalidade do direito de protocolo na sessão de 20 de março, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo retomou hoje, 27 de março, o julgamento da ação direta de inconstitucionalidade (Adin) ajuizada pelo Ministério Público. Na Adin, o MP questiona o direito de protocolo previsto nos artigos 162 da Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo (Lei nº 16.402/2016) e 380 do Plano Diretor Estratégico (PDE/2014).

Por maioria de votos, o julgamento garantiu a segurança jurídica comprometida pela ação direta de inconstitucionalidade.

A sessão teve 17 votos favoráveis à constitucionalidade dos artigos impugnados e 8 votos contrários.

ABRAINC, ABRASCE, SECOVI-SP, SINDUSCON-SP e SINTRACON-SP participam do processo como amicus curiae, contribuindo para o esclarecimento da matéria em discussão, na defesa de importante direito, fixado como regra de transição legislativa.

Estavam em risco centenas de construções das mais variadas naturezas (empreendimentos residenciais e não residenciais, residências unifamiliares, comércio de rua, hospitais, escolas, habitações de interesse social, creches, etc.), representando um prejuízo incalculável a uma infinidade de cidadãos paulistanos e à própria cidade.

A decisão colegiada, ainda que de mérito, não é definitiva, contra ela sendo cabível a interposição de recurso pelo Ministério Público.

Com a decisão, os projetos anteriores ao PDE/2014 e à LPUOS/2016 continuarão a ser analisados, aprovados e executados em conformidade com a legislação em vigor à época do protocolo.

Autor: Assessoria de Comunicação - Secovi-SP

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