28/10/2019
"A avenida Rebouças, uma das principais vias da zona oeste de São Paulo, passa por uma transformação visual e de custo. Casarões e sobrados que são típicos da região estão dando lugar a prédios, muitos deles residenciais.
Um contraste com a situação de abandono em alguns trechos com diversos estabelecimentos fechados por causa da crise. A reportagem contou 19 endereços sem uso, alguns já pichados e com vidraças quebradas, e 16 construções de prédios, muitos deles residenciais, principalmente no trecho entre as avenidas Brasil e Faria Lima.
Segundo o economista-chefe do Secovi Celso Petrucci, o mercado imobiliário começou a se recuperar no segundo semestre do ano passado e a avenida Rebouças entrou no radar das construtoras por causa do fácil acesso ao transporte público.
O crescimento da região trouxe o aumento do custo do metro quadrado, que saiu de 15 mil e 800 reais em 2017 no eixo dos Jardins para 18 mil e 700. No trecho de Pinheiros, o aumento foi de 13 mil para 15 mil e 800.
Celso Petrucci fala que a tendência é haver também o reajuste dos alugueis, mas isso ainda não foi sentido especificamente na avenida."
A avenida Rebouças, uma das principais vias da zona oeste de São Paulo, passa por uma transformação visual e de custo. Leia mais.