Remax Cia

Remax Cia RE/MAX ACE Este processo permite não só diferenciar as empresas como também orienta todos os colaboradores para um padrão de atuação e conduta.

A RE/MAX foi pioneira na definição de um código genético empresarial que define os seus princípios e cultura: O DNA RE/MAX - uma fórmula que integra um conjunto de bons princípios de cuja equação depende a excelência do serviço prestado ao cliente. O DNA da RE/MAX é partilhado por todos e avaliado em cada imobiliária RE/MAX através de uma fórmula de cálculo cujo resultado expressa o maior ou men

or grau de aplicação dos bons princípios, permitindo corrigir eventuais desvios. A RE/MAX Cia já faz parte dessa história.

Olha a RE/MAX aí gente!
13/06/2012

Olha a RE/MAX aí gente!

RE/MAX na sua programação de junho. Acompanhem!

12/06/2012

CASAIS NA CONCORRÊNCIA: COMO NÃO ARRUINAR A CARREIRA (E A RELAÇÃO)
Trabalhar em cargos estratégicas em companhias rivais pode ser uma dor de cabeça para qualquer casal, mas é possível manter carreira e relacionamento em ordem
FONTE: Talita Abrantes - Exame.com

São Paulo – Não importa se existe amor e total coerência entre o casal. A relação a dois é aquele tipo de relacionamento complexo por definição. Agora, como manter o casamento ou o namoro em paz quando ambos trabalham em empresas que concorrem entre si no mercado?
Pior: como agir quando o casal atua em cargos estratégicos em companhias rivais? Quais os limites? Como lidar com questões sigilosas? Como manter o relacionamento em dia sem queimar a confiança e a reputação no trabalho?

“Não é fácil. Mas é um exercício diário que precisa ser trabalhado”, diz Rosanne Martins, especialista em Soluções em RH da De Bernt Entschev Human Capital. Veja como:

COLOQUE LIMITES - E NÃO OS SUBESTIME

“A ética é o que vai fazer essa relação sobreviver”, afirma o consultor Eduardo Shinyashiki. Isso significa que, na prática, o casal terá que combinar entre si quais os princípios, valores e limites que norteiam o próprio relacionamento – com atenção especial ao tema trabalho.

Não é necessário, contudo, fazer da vida profissional um assunto intocável dentro do relacionamento ou, em outros termos, um tabu. “A rotina do trabalho, o clima da empresa, os resultados, estes pontos podem ser discutidos”, afirma o especialista. O problema, segundo ele, são os dados sigilosos e aquilo que afeta os concorrentes em questão.

Lembre-se: não é apenas a sua trajetória profissional ou o sucesso da empresa que estão em jogo quando informações confidenciais chegam aos ouvidos da concorrência. Mas também os esforços e a confiança que toda uma equipe depositou no seu trabalho.

E se alguma informação, sem querer, cair nos seus ouvidos: “A informação morre ali, como se você não soubesse de nada”, diz Rosanne.

SEJA TRANSPARENTE COM A EMPRESA

O mesmo tipo de acordo deve ser estabelecido com a chefia. “Tudo aquilo que é acordado não é caro”, diz Shinyashiki. Por isso, seja claro quanto aos seus valores com a empresa também. “Diga que da mesma forma que você não irá abrir dados sigilosos para seu companheiro, não irá pedir para ele”, afirma o especialista.

Agora, se a empresa tentar questionar estes princípios, sonde seu coração. As justificativas até podem ser coerentes, mas compete a você não ceder às pressões da empresa. “Quando não é possível, é preciso fazer uma opção: carreira ou relacionamento. Oportunidades de carreira existem aos montes, agora, uma pessoa tão importante nem sempre”, afirma Rosanne.

AME AO PRÓXIMO - E A VOCÊ TAMBÉM

Manter-se fiel a estes princípios é também uma questão de autoconhecimento e respeito pelo outro. Tentar obrigar o outro a passar por cima dos próprios princípios e conquistas em nome do seu sucesso profissional é sinônimo de egoísmo. E nada mais, segundo o especialista.

Da mesma forma que trair a confiança e passar por cima dos esforços de toda uma equipe é mais sinônimo de insegurança do que de amor.

“Se efetivamente essas duas pessoas se amam, cada um fará de tudo para que o outro cresça mas desde que isso não signifique abrir mão da própria trajetória de vida”, diz o especialista. Afinal, é assim, com amor próprio e mútuo que os relacionamentos mais maduros são construídos.

FONTE: Exame.com

12/06/2012

PARABÉNS A TODOS OS NAMORADOS DA NOSSA REDE E DO MUNDO!
QUE O AMOR SEMPRE ESTEJA PRESENTE!

06/06/2012

CAIXA AMPLIA PARA 35 ANOS PRAZO DOS FINANCIAMENTOS HABITACIONAIS
Para imóveis financiados pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), as taxas caíram de 9% para 8,85% ao ano. Para os imóveis fora do SFH, os juros caíram de 10% para 9,9% ao ano

Os mutuários que pegarem financiamentos habitacionais da Caixa Econômica Federal a partir da semana que vem terão mais cinco anos para quitarem os empréstimos. O banco ampliou o prazo do crédito habitacional de 30 anos para 35.

Os empréstimos serão feitos com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que opera com o dinheiro da caderneta de poupança. A instituição também reduziu as taxas de juros para essas modalidades.

Para imóveis financiados pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), as taxas caíram de 9% para 8,85% ao ano. Para os imóveis fora do SFH, os juros caíram de 10% para 9,9% ao ano.

O banco também ampliou o prazo dos financiamentos para a construção de casas e apartamentos com recursos da poupança. A partir da próxima semana, as construtoras e incorporadoras terão 36 meses para pagarem os empréstimos. Atualmente, o prazo corresponde a 24 meses. Os juros dessas linhas também foram reduzidos de 11,5% para 10,3% ao ano.

Para a construção de imóveis comerciais, os juros efetivos caíram de 14% para 13% ao ano. Nas operações de financiamento para a construção e aquisição de imóvel para uso próprio, a empresa pagará taxa de 12,5% ao ano, ante 13,5% cobrados atualmente. Em todos os casos, as taxas finais podem ficar ainda menores se o mutuário for correntista da Caixa.

As mudanças não valem para financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que inclui o Programa Minha Casa, Minha Vida. Para essas modalidades de financiamento, o prazo continua em 30 anos. Segundo o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, o aumento do prazo dessas linhas de crédito depende de aprovação do Conselho Curador do FGTS. “A Caixa já pediu autorização ao Conselho Curador para aumentar o prazo”.

De acordo com o vice-presidente, a Caixa estima em R$ 96 bilhões a concessão de financiamentos habitacionais neste ano, ante R$ 80 bilhões do ano passado. Até maio, o banco havia emprestado R$ 36,7 bilhões, ante R$ 25 bilhões nos cinco primeiros meses do ano passado. As informações são da Agência Brasil.

FONTE: Jornal Correio da Bahia

31/05/2012

SEIS DESLIZES QUA SUA EMPRESA DEVE EVITAR NAS REDES SOCIAIS

São Paulo – A euforia pela atenção de milhões de pessoas em redes sociais tem feito a maioria das empresas aprender na prática o que devem ou não fazer. Um bom exemplo foi o deslize da rede de restaurantes americana KFC. Na ânsia de divulgar a marca o tempo todo, os responsáveis pela rede social da empresa publicaram, em meio a um alerta de tsunami, uma mensagem no Facebook incentivando as pessoas a correr para casa e "pedir um balde do frango” da marca.

A insensibilidade da mensagem fez com que centenas de comentários irritados pipocassem pela rede. No dia seguinte, a empresa retirou a mensagem do ar e postou um pedido de desculpas dizendo que a equipe se arrependia do seu erro. Neste momento, no entanto, a imagem da empresa já havia sido afetada.

Em uma pequena empresa, o estrago pode ser ainda maior e o empreendedor corre o risco dos clientes futuros só encontrarem informações ruins da empresa na internet. Veja a seguir quais erros sua empresa não pode cometer quando usa as redes sociais para se promover.

1. Não ter um plano

Ter o perfil da sua empresa nas redes sociais é essencial. Hoje, estar fora deste círculo é o erro mais grave. No entanto, o segundo maior problema é não saber utilizar a rede social para o desenvolvimento do negócio. “Precisa pensar como pode ajudar o negócio, no posicionamento da marca, para fazer o consumidor se lembrar da empresa”, explica Marcelo Nakagawa, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper.

Faz parte do planejamento saber quais redes sociais são mais eficientes para sua empresa. “Algumas são obrigatórias, como Facebook e Twitter, e outras são recomendáveis dependendo do nível em que atua. Por exemplo, fala-se que Orkut já perdeu a vez, mas é muito utilizado na classe C e, se esse for o seu consumidor, tem que atuar ali”, diz Nakagawa.

Tudo isso ajuda a desenvolver uma presença nas redes sociais e mostrar que sua empresa está aberta a se relacionar com clientes e fornecedores. “Vale a pena planejar os próximos três meses e saber como vai se comunicar com o público”, ensina Allan Rubinsztejn, sócio-diretor da Agência RS.

2. Confundir perfil pessoal e profissional

Para a pequena empresa, a confusão entre coisas pessoais e profissionais acontece quase o tempo todo: parente vira funcionário, conta jurídica paga contas pessoais e o empreendedor não desgruda da imagem da empresa. Nas redes sociais, é uma gafe publicar mensagens pessoais, como fotos, no perfil da empresa.

“Existe um desconhecimento da etiqueta das redes sociais. Tem que evitar exposição pessoal excessiva e opiniões sobre temas polêmicos”, opina Fernando de La Riva, diretor-executivo da Concrete Solutions. “Empreendedores precisam saber utilizar redes sociais. É obrigatório no ambiente competitivo que a gente vive”, diz o professor do Insper. Para Rubinsztejn, a regra é sempre se posicionar como uma entidade.

3. Ignorar clientes

Os consumidores descobriram faz tempo o poder de fazer uma reclamação nas redes sociais. Uma crítica publicada nas redes ganha dimensões que fogem do controle dos empresários. Por isso, ignorar o que os clientes dizem ou não responder a tempo é um risco. “Tem que se importar com o que os clientes falam nas redes sociais, principalmente no Twitter”, diz La Riva.

4. Falar bobagens

As maiores gafes das empresas nas redes sociais estão relacionadas ao conteúdo publicado. Assim como no caso do KFC, falar bobagens pode ser um deslize e tanto. “Na rede social, você está buscando engajamento. Mandar coisas demais e material irrelevante faz com que as pessoas deixem de te seguir e curtir”, explica La Riva.

O conteúdo que deve ser posto depende muito do que sua empresa faz. “O que é importante é que ele entenda quem é o público e o que ele espera da empresa. Não é só informação por informação, tem que ter utilidade. Dicas são bem vindas assim como postagens que tragam inspiração”, ensina Nakagawa. Além das bobagens, frases com palavras grosseiras e erros de português também mancham a percepção que o consumidor tem da empresa.

5. Brigar com clientes

Se não bastasse não dar atenção à reclamação dos clientes e publicar bobagens, algumas empresas ainda batem de frente com o consumidor. “A regra é nunca trombar com a pessoa que está reclamando. Tem que agradecer como uma oportunidade da sua empresa fazer mais e melhor, e entender que as críticas são as melhores oportunidades para desenvolver o que faz Os elogios nos deixam mais fracos”, explica Nakagawa.

6. Não se desculpar

Falou bobagem online? A orientação dos especialistas é seguir o exemplo do KFC e se desculpar o mais rápido possível. “Em qualquer meio, o primeiro conselho é que não pode fugir. Tem que dar a cara à tapa. Se escreveu uma besteira ou um dado errado, responde a reclamação e agradece”, ensina Rubinsztejn.

Para o sócio-diretor da Concrete Solutions, o ideal é retirar o erro do ar e se retratar. “A partir do momento que colocou nas redes, tem que assumir que é público. Tem que encarar o problema e fazer a melhor retratação que puder”, reforça La Riva. O pedido de desculpas é o começo da recuperação da imagem da empresa. “Nas redes sociais, você precisa assumir publicamente. Enquanto isso não acontecer, é o mundo contra a sua empresa”, diz o coordenador do Insper.

FONTE: Exame.com

23/05/2012
23/05/2012

CAIXA ESTIMA CRÉDITO IMOBILIARIO ACIMA DE R$100bilhões em 2012

O presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, estimou em R$ 100 bilhões o volume de crédito imobiliário que será concedido pelo banco em 2012.

http://bit.ly/KsZilw

SÃO PAULO - O presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, estimou em R$ 100 bilhões o volume de crédito imobiliário que será concedido pelo banco em 2012.

Não podemos esquecer disso: estimule-se, viva!
16/05/2012

Não podemos esquecer disso: estimule-se, viva!

Que a persistência seja sua companheira! Bom dia a todos!

16/05/2012

O Programa Adote um Leito dá a sustentabilidade necessária para o dia a dia das crianças na instituição.

You´re simply The Best!
16/05/2012

You´re simply The Best!

Endereço

Salvador, BA
41950350

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