Carlos Carvalho Imóveis

Carlos Carvalho Imóveis Venda de imóveis em Ceilândia, Samambaia, Águas Claras

02/02/2018

Venda de imóvel volta a crescer no DF
Venda de imóvel volta a crescer no DF
Jornal de Brasília JORNAL DE BRASÍLIA por JORNAL DE BRASÍLIA 03/10/2017 - 07H00
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Eric Zambon
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Os preços mais baixos dos imóveis residenciais no DF fizeram com que as vendas voltassem a crescer nos últimos meses Isso reduziu o estoque de unidades a 5,4 mil, um dos menores números da história, segundo a Associação de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), mas, em contrapartida, atiçou o setor de construção civil, que já se movimenta para atender a demanda.

Segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), o Indicador de Velocidade de Vendas (IVV) para unidades residenciais teve média de 6,25% nos primeiros sete meses do ano, sendo que a média habitual costuma ficar abaixo dos 5%. Na prática, isso significa que a cada 100 imóveis ofertados por mês, pelo menos seis foram vendidos. O ápice aconteceu em junho, quando a cada 100 unidades, oito foram comercializadas.

A lei da oferta e da procura conduziu o mercado até atingir o novo patamar de liquidez. O preço do metro quadrado, em geral, no DF caiu no mínimo 20% nos últimos dois anos, chegando a uma média absoluta de R$ 6 mil. Para atender a demanda, a indústria da construção civil tem tentado uma retomada, ainda de maneira tímida.

Saiba mais

O Indicador de Velocidade de Vendas (IVV) dos imóveis residenciais em 2015 teve média de 4% e pulou para 5,15% em 2016. Está agora em 6,25%. Os dados são do Sindicato das Indústrias de Construção (Sinduscon). O preço médio do metro quadrado residencial e comercial está em R$ 6 mil, em uma conta absoluta, mas os valores variam entre R$ 2 mil e R$ 10 mil, conforme a Fibra. Áreas mais nobres como o Sudoeste e Noroeste seguem valorizadas.
O presidente do braço local da Federação das Indústrias (Fibra), Jamal Jorge Bittar, diz ainda não ter dados consolidados sobre o último trimestre – devem ser divulgados na próxima semana -, mas afirma que o aumento no número de contratações ao longo do ano, pelo setor de Construção Civil, é um indicativo de aquecimento do mercado. “Esse setor não depende de sazonalidade. Imóvel não é presente de Natal para comprar no Natal. Então, se estão contratando, é porque há demanda”, diz, categórico.

Conforme a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), da Companhia de Planejamento (Codeplan), dois mil trabalhadores da construção civil ganharam emprego no último mês, um aumento de 3,5% em relação a julho. A maior alta em 2017 foi registrada em junho, com variação positiva de trabalhadores empregados de 6,8%, em comparação ao mês anterior. “O estoque de imóveis está diminuindo e isso é sinal de que há negócios acontecendo. A indústria quer entender esse momento como algo consistente e, com o tempo, teremos a dimensão. Não me parece pontual, mas uma retomada cuidadosa”, projeta Bittar.

O otimismo do industrial, no entanto, vai de encontro às previsões da Ademi sobre o futuro. Para a associação, a demanda deve superar a oferta em breve.

Estoque baixa, diz Ademi

“Ainda não existe uma retomada”, sentencia o presidente da Ademi, Paulo Muniz. Para ele, um grupo de empresários tem projetos aprovados e em andamento, mas a falta de liberação dos licenciamentos junto ao Governo de Brasília, em especial alvarás, prejudica o reaquecimento pleno.

Ele lembra que o estoque atual de 5,4 mil unidades é um dos menores números já registrados. A média histórica é de nove mil e o pico foi constatado em 2013, quando chegou a existir 18 mil unidades à disposição. “Para quem tem interesse em adquirir, o momento é agora. Não há grandes lançamentos, foram apenas seis ou sete esse ano, e com número baixo de unidades”, Muniz faz a ressalva.

Segundo ele, uma construção leva, em média, seis meses entre a aprovação do projeto, o erguimento e a entrega, portanto, mesmo que a indústria esteja se mobilizando para suprir a demanda crescente, será difícil acompanhar. “É o terceiro ano que a velocidade de vendas cresce acima do esperado. Pode chegar a um ponto que as pessoas vão querer os imóveis e vai haver poucos, então os preços subirão”, projeta.

Assim, a corrida da indústria para acompanhar promete apimentar o sistema de compra e venda de imóveis. Por enquanto, os preços reduzidos, inclusive para alugar, tornam as aquisições algo atrativo, mas, como sempre, o negócio imobiliário tende a ser imprevisível.

19/01/2018

Indicadores apontam bom momento para investir em imóveis no DF
Indicadores apontam aumento de vendas no setor imobiliário, e a construção civil programa retomada de novos projetos. Movimento reduz desemprego e setor registra 2 mil contratações em um mês


Especial, Correio Braziliense. Compartilhado por TS.

O mercado imobiliário começa a apresentar sinais de reaquecimento. O índice de vendas voltou a subir e o setor já aposta em novas obras. Para conter o excedente e equilibrar a oferta com a procura, nos dois últimos anos, as construtoras haviam optado por diminuir os lançamentos. Agora, essa realidade se inverte. Os consumidores voltaram a procurar os imóveis para investir, atraídos pelos melhores preços e condições, e os estoques se reduzem.

De acordo com os indicadores da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o segundo trimestre deste ano registrou uma leve melhora em relação às novas unidades. No primeiro semestre de 2017, foram 228 lançamentos de casas e apartamentos novos. A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED-DF) também mostrou 2 mil novas contratações entre julho e agosto de 2016.

O mais recente levantamento do Índice de Velocidade de Vendas (IVV) de imóveis demonstra que a procura de imóveis no DF está mesmo aquecida. Os dados divulgados pela Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi), em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF), revelam que, em agosto, o IVV médio foi de 7,1%, o terceiro melhor de 2017.

Isso representa uma melhora, uma vez que o setor imobiliário leva em conta que o índice na casa dos 5% representa uma velocidade adequada para a venda de um empreendimento imobiliário. Os dados também mostram que, na comparação entre 2015 e 2016, houve um salto, já que o índice havia sido de 4,6%, em agosto de 2015, e de 4,4%, no mesmo mês, em 2016. O maior IVV este ano foi atingido em junho: 7,8%.

O presidente da Ademi, Paulo Muniz, explica que a queda da taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) levou investidores e compradores a mudar o comportamento em relação à economia brasileira. “Tendo em vista que os preços dos imóveis estavam parados num patamar abaixo do praticado, alguns aproveitaram a oportunidade para comprar. Com a redução dos estoques é possível que os valores das unidades aumentem novamente”, acredita Muniz.

De acordo com o boletim da CBIC, no segundo trimestre, no DF, as vendas totalizaram 721 unidades, um aumento de 11,1% em relação ao trimestre anterior, com 562 vendas. Comparado a 2016, houve acréscimo de 48% nas vendas de imóveis novos: na planta, em construção ou prontos.

Para o presidente da Comissão da Indústria Imobiliária da CBIC, Celso Petrucci, o cenário do DF é parecido com o do restante do país. “Estão cada vez mais reduzindo os estoques de unidades disponíveis. Isso é bom para o setor, uma vez que, vendendo os imóveis prontos, as incorporadoras reduzem as dívidas e passam a ter confiança para investir em novos lançamentos.” Se a tendência continuar, é possível que a cada mês ocorram lançamentos imobiliários, adianta.

Desconfianças

O vice-presidente do Sinduscon-DF, João Accioly, lembra que o estoque de imóveis vem caindo desde o fim do ano passado. “O setor passou por um período difícil no fim de 2014, que se estendeu até 2016. O mercado em Brasília teve uma ascensão com o lançamento do Noroeste, mas depois a crise fez com que os investidores recuassem”, explica.

No fim do ano passado, segundo Accioly, surgiram sinais de recuperação. “As vendas melhoraram e a expectativa é de novos lançamentos.” Ele observa que as dificuldades burocráticas para licenciamentos em Brasília traziam desconfianças ao investidor. “A legislação era desatualizada. Agora, estamos fazendo um trabalho com o governo para solucionar todos os entraves.”

O casal Ivone de Freitas, 57, e Lázaro de Freitas, 66, pesquisou as ofertas de imóvel durante um ano. Com o tempo de pesquisa, eles conseguiram perceber que as condições e os preços foram melhorando, na comparação entre 2016 e 2017. Optaram, no fim, por um apartamento no Noroeste, ainda na planta. Parte do investimento foi garantido com a venda de um imóvel que eles tiveram dificuldade de negociar pelo preço mais alto. “Demoramos um ano pra conseguir vender a nossa casa no Park Way. Quando abaixamos o preço, a venda foi rápida”, conta Ivone.

Depois do tempo que levou calculando orçamentos e despesas para a compra do apartamento, o casal garante que os imóveis novos já prontos estão mais baratos. “A gente preferiu comprar na planta porque queremos o imóvel do nosso jeito. Porém, há, sim, mais baratos e novos. Quem começar a procurar neste período, com certeza acha”, comenta Lázaro, aposentado do Banco do Brasil.

É o que está fazendo o servidor público aposentado Anirton Ribeiro, 69 anos. Ele aproveita a melhora nos preços e nas condições para investir em um imóvel para os dois filhos, na quadra 102 do Noroeste. “Aqui, eles vão ficar mais perto de tudo. Penso também na infraestrutura. Além disso, não houve ajuste. Vou aproveitar que o investimento em apartamentos está melhor”, justifica.

"As vendas melhoraram e a expectativa é de lançamentos de novas unidades"
João Accioly, vice-presidente do Sinduscon-DF

19/01/2018

IMÓVEIS EM 2018! O ANO DO INVESTIMENTO CERTO!

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07/11/2017

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