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Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. Um dia que fala de história, de língua, de memória e também de...
10/06/2026

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. Um dia que fala de história, de língua, de memória e também de todas as pessoas que levam um bocadinho de Portugal para outros lugares do mundo.

Para mim, que passei tantos anos ligada ao ensino, às palavras e às crianças, esta data tem sempre um peso especial. Porque a língua portuguesa não é só matéria, nem apenas aquilo que se aprende nos livros. É casa, é sotaque, é expressão, é forma de estar, é a maneira como se dizem palavras como saudade, desenrascar, mimo, colo, família.

E talvez seja por isso que este dia pareça mais do que uma celebração oficial. Sabe a raízes, a pertença e a tudo aquilo que nos liga, mesmo quando estamos longe.

Neste dia especial, f**a a homenagem à nossa língua, à nossa história e a todos os portugueses, cá dentro e lá fora.

Que palavra portuguesa associa mais a Portugal? Deixe-a nos comentários.

É muito comum começar a procura de casa com uma zona muito bem definida na cabeça. Muitas vezes, essa zona faz todo o se...
08/06/2026

É muito comum começar a procura de casa com uma zona muito bem definida na cabeça. Muitas vezes, essa zona faz todo o sentido: pela escola dos filhos, pelos transportes, pelo trabalho, pela família, pelos hábitos que já fazem parte da rotina.

Mas há uma diferença importante entre ter critérios e fechar a porta antes de olhar para o mapa com atenção.

Nos acompanhamentos, vejo isto muitas vezes: pessoas que começam por procurar numa zona específ**a e acabam por encontrar uma casa melhor, mais equilibrada e mais ajustada à vida a poucos minutos dali.

Outras vezes, uma freguesia próxima oferece mais espaço, melhor estado de conservação, mais luz, estacionamento ou uma relação preço/qualidade muito mais interessante.

A casa certa nem sempre está exatamente onde se imaginou no início. Às vezes está perto, mas num sítio que ainda não tinha entrado na lista.

E é por isso que uma boa procura não passa só por abrir websites imobiliários e filtrar por localização. É perceber prioridades, comparar zonas com critério, olhar para deslocações, analisar o mercado e separar aquilo que é essencial daquilo que pode ser repensado.

Já encontrou uma boa opção numa zona que não estava nos planos? Conte nos comentários.

Marcar visitas sem preparar o caminho é como abrir a porta de uma casa às escuras: pode até correr bem, mas há sempre ma...
05/06/2026

Marcar visitas sem preparar o caminho é como abrir a porta de uma casa às escuras: pode até correr bem, mas há sempre mais margem para tropeçar.

Antes de mostrar um imóvel, há detalhes que precisam de estar alinhados. Não é preciosismo, é estratégia.

Uma visita não serve apenas para “ver a casa”. Serve para criar contexto, antecipar dúvidas, evitar ruído e garantir que quem entra naquele espaço já chega com informação suficiente para perceber se faz sentido avançar.

E é muitas vezes aí, antes de a visita acontecer, que começa uma venda mais tranquila.

Quer acompanhar mais conteúdos práticos sobre compra, venda e arrendamento? Siga-me e não perca os próximos!

Junho em Lisboa traz sempre aquela vontade de sair de casa, passear sem pressa e aproveitar a cidade enquanto os dias f*...
02/06/2026

Junho em Lisboa traz sempre aquela vontade de sair de casa, passear sem pressa e aproveitar a cidade enquanto os dias f**am mais longos.

A Feira do Livro de Lisboa volta ao Parque Eduardo VII e é um daqueles planos que nunca são só sobre livros. É sobre descobrir uma história nova, passear entre bancas, levar os miúdos, encontrar um autor, escolher um livro para as férias ou simplesmente fazer uma pausa bonita no meio da cidade.

Há qualquer coisa de especial em ver Lisboa assim: cheia de leitores, famílias, curiosos e pessoas que foram “só dar uma volta” e acabaram por trazer uma história para casa. A feira decorre até 14 de junho. Vale a pena marcar na agenda!

Este ano vai passar pela Feira do Livro? Deixe nos comentários.

Maio foi um mês daqueles que não cabem numa resposta curta.Fiz anos e celebrei como mais gosto: rodeada das minhas pesso...
01/06/2026

Maio foi um mês daqueles que não cabem numa resposta curta.

Fiz anos e celebrei como mais gosto: rodeada das minhas pessoas. Família, amigos, mesa cheia, conversas boas e aquela sensação bonita de perceber que, mesmo no meio da correria, há sempre motivos para parar e agradecer.

Também voltei às aulas de teatro depois de algum tempo afastada. E voltar foi quase como recuperar uma parte minha que estava ali, guardada, à espera do momento certo. Já estive em cena, já senti outra vez aquele frio na barriga antes de entrar, e confesso: soube-me muito bem regressar a um lugar onde posso sair da rotina, experimentar, rir, falhar, repetir e estar presente de outra forma.

Nos negócios, as coisas estão a fluir, os processos continuam a acontecer, os projetos vão avançando e há aquela sensação boa de que o trabalho feito com consistência começa a ganhar corpo.

E, pelo meio, houve uma grande mudança cá em casa. Saímos temporariamente e fomos viver para casa dos meus pais. Tirámos tudo, levámos móveis, roupa, brinquedos, memórias e todas aquelas coisas que só se descobrem quando é preciso esvaziar uma casa.

A razão é boa: vamos fazer obras. Obras grandes. Os meus filhos precisam de mais um quarto, a nossa dinâmica familiar mudou e chegou a altura de adaptar a casa à família que somos agora.

Maio foi muito isto: projetos pessoais, família, reorganização e movimento. Um mês cheio, intenso, por vezes cansativo, mas também muito bonito.

Como foi Maio desse lado? Conte-me nos comentários.

Maio deixou-me uma daquelas histórias que f**am.Recebi uma mensagem simples. Nada de dramático. Mas daquelas mensagens e...
27/05/2026

Maio deixou-me uma daquelas histórias que f**am.

Recebi uma mensagem simples. Nada de dramático. Mas daquelas mensagens em que se percebe logo que há muito por trás. Dizia qualquer coisa como: “Acho que está na altura de mudar, mas nem sei por onde começar.”

Marcámos conversa. Quando se sentou à minha frente, não vinha só com dúvidas sobre vender uma casa. Vinha com uma vida inteira às voltas.

Falámos com calma. Sem pressa. E, a certa altura, no meio da conversa, surgiu aquela frase que muda tudo: “Eu acho que já fiquei nesta casa mais tempo do que devia.”

A partir daí, organizámos tudo. O que era preciso fazer, o que podia esperar, o que tinha de ser tratado primeiro. Tirei-lhe peso de cima, pus ordem no processo e, aos poucos, aquilo que parecia um nó começou a parecer caminho.

No fim, houve uma frase que me ficou muito. Já com tudo encaminhado, disse-me: “Achei que ia sentir tristeza. Afinal, o que sinto é paz.”

Não são apenas vendas. São despedidas feitas com tempo. São recomeços que custam, mas libertam. E é isso que me move. Estar ali quando a vida pede outro sítio, outro ritmo, outra fase.

Para si, qual é a palavra que melhor define este momento em que tudo muda? Comente!

Se comprasse casa em Lisboa hoje, não começava pela divisão mais bonita nem pelo detalhe que salta logo à vista. Começav...
25/05/2026

Se comprasse casa em Lisboa hoje, não começava pela divisão mais bonita nem pelo detalhe que salta logo à vista. Começava por uma pergunta muito simples: como é que se vive aqui, todos os dias?

Com Lisboa já a andar perto dos 6.100 euros por metro quadrado, comprar casa pede mais do que entusiasmo com a primeira boa impressão. Pede critério, calma e atenção ao que se sente no espaço, mas também ao que o rodeia todos os dias.

Quando cada escolha pesa, são muitas vezes os detalhes menos óbvios que ajudam a perceber se aquela decisão faz mesmo sentido. Guarde este post para voltar a ele quando esse momento chegar.

Há uma ideia que continua a seduzir muita gente: se a casa for boa, basta colocá-la no mercado e esperar. Mas vender soz...
22/05/2026

Há uma ideia que continua a seduzir muita gente: se a casa for boa, basta colocá-la no mercado e esperar. Mas vender sozinho raramente é assim tão simples.

O que vejo, vezes demais, não são apenas casas que demoram a vender. São casas que perdem força cedo demais.

Entram no mercado sem estratégia, com um preço mal ajustado, uma apresentação pouco cuidada e uma comunicação que não protege o valor do imóvel. Depois, o desgaste instala-se.

Chegam contactos sem verdadeiro interesse, acumulam-se visitas pouco produtivas e a negociação começa logo em terreno frágil. Quando isso acontece, a casa deixa de estar apenas à venda e começa, aos poucos, a perder posição.

Vender sozinho não tem de correr mal. Mas exige muito mais do que publicar um anúncio e abrir a porta. Exige leitura de mercado, critério, preparação, tempo e capacidade para conduzir cada etapa sem deixar que o valor da casa se perca pelo caminho.

E esse é um dos erros mais frequentes: subestimar o processo. Por vezes, o que parece uma forma de poupar acaba por sair bem mais caro na decisão final.

Siga-me para acompanhar mais conteúdos sobre o mercado imobiliário.

Há momentos no meu trabalho que nunca se tornam rotina. Entregar uma chave é um deles.À primeira vista, parece um gesto ...
20/05/2026

Há momentos no meu trabalho que nunca se tornam rotina. Entregar uma chave é um deles.

À primeira vista, parece um gesto simples: um pequeno metal na mão, um sorriso, uma fotografia, um “parabéns”. Mas quem está desse lado sabe que não é só isso. E eu também sei.

Porque aquela chave não abre só uma porta: abre o fim de uma fase difícil, a casa que se procurou durante meses, um recomeço depois de um divórcio, de uma mudança de cidade, de uma decisão adiada durante demasiado tempo. Abre o primeiro lar, o lar maior, o lar mais certo, o lar possível.

E talvez seja isso que mais me toca neste trabalho: perceber que, às vezes, o que entrego não é só um imóvel. É um ponto de viragem.

Há chaves que chegam com alívio, outras com nervos miudinhos, outras com aquele brilho nos olhos de quem ainda nem entrou e já está a imaginar a vida toda lá dentro.

E não há uma única vez em que isso me passe ao lado, porque, no fundo, esta profissão nunca foi só sobre casas. É sobre pessoas, fases, despedidas, começos e tudo o que acontece pelo meio.

Que palavra define melhor o momento de receber uma chave?

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