Olá, sou o Nuno Santos e gostava de partilhar parte da minha história consigo. Nasci e cresci em Lisboa, e faço parte de uma família que sempre quis o melhor para mim. Entrar na faculdade, tirar um curso e arranjar um trabalho estável com um salário igualmente estável. As duas primeiras consegui, a última, já foi mais difícil. Primeiro Momento de Transformação
Quando Decidi Que Queria Tomar Cont
rolo da Minha Vida
Quando estava a terminar o meu curso de Design, e a hora de decidir o que vinha a seguir estava próxima, apercebi-me que não me agradava nenhuma das opções que tinha à frente. Não queria fazer um mestrado, não queria fazer um estágio, não queria ir trabalhar para uma empresa. A razão pela qual não queria nenhuma destas coisas, não era por preguiça, embora possa parecer. Era sim porque eu não me imaginava a ser feliz caso percorresse esse caminho. Eu tinha-me apercebido que não queria para mim, a vida que via muitas pessoas mais velhas a levar. Queria mais controlo sobre a minha vida, queria seguir o sonho de construir algo importante, queria a minha própria independência. Ao acabar o curso, consegui criar um acordo com os meus pais. Em vez de um mestrado, iria dedicar dois anos a estudar tudo o que achasse ser importante para conseguir criar uma forma de sustento, mas tudo inteiramente por mim. Neste período, muitos livros foram lidos, formações feitas, eventos assistidos, pessoas que conheci e muitos projetos que iniciei. Projetos que tinham potencial para se tornarem empresas, mas nunca saíram do papel. E nunca saíram do papel porque eu tentava fazer muita coisa ao mesmo tempo, não tinha qualquer foco. Por muito que eu tivesse aprendido, nunca conseguia que as ideias passassem disso mesmo, ideias. Com isto, veio a frustração de ter que deitar dezenas de ideias para o lixo, sobrando apenas uma. Esta, iria ser o meu único compromisso, e com ela ia conseguir o que queria, criar uma empresa que me desse o controlo sobre a minha vida. Foi aqui que eu aprendi a minha primeira grande lição:
Nunca iria conseguir construir algo que realmente valesse a pena se não me focasse em apenas uma coisa. Segundo Momento de Transformação
Quando Decidi Criar Uma Empresa Só Focado em Mim
Mal sabia eu no que me estava a meter, mas fui. Nas primeiras semanas, tudo correu como esperado. Algumas dificuldades iniciais, mas nada que não fosse de esperar, “o tempo vai resolver isto”, pensava eu. Ao fim de dois meses, sentia-me a pessoa mais infeliz que já tinha sido. Depois de tanto aprender, tantas experiências, e quando finalmente me foquei apenas numa só coisa, percebo que detesto o que estou a fazer e tudo aquilo que andava a evitar que entrasse na minha vida, era exatamente o que fazia parte dela. Eu detestava tudo o que tinha que fazer, detestava sair da cama sequer, e durante muito tempo debati-me com esta questão: será que eu tinha tomado a decisão errada e que não ia ser feliz a construir o meu próprio negócio? Eu não queria acreditar nisso. Eu estava certo de que não era um trabalho que eu estava à procura, mas também não conseguia perceber o porquê do meu falhanço. A resposta a esta pergunta demorou muitos meses. No processo, voltei a investir em novas ideias, voltaram a cair por terra, e até cheguei a duvidar se aquele era mesmo o melhor caminho. Foi neste período, que a minha decisão de vir para a KW surgiu. Não numa tentativa de responder à minha grande dúvida, mas sim, numa tentativa de avançar com a minha vida. Podia ser que eventualmente eu chegasse à minha resposta. No fundo, iria conseguir ter a minha liberdade e podia aplicar tudo o que tinha aprendido num negócio já existente. Foi já uns meses depois de estar dentro da Ábaco, que li uma passagem num livro, que me deu a resposta final ao que procurava:
“Os que são apaixonados pelo seu trabalho, desenvolvem uma mentalidade de artesão. O artesão, concentra-se em fazer o melhor trabalho que consegue e está sempre preocupado com o que pode dar ao mundo, não com o que o mundo lhe pode dar a ele”. Foi neste momento, que finalmente eu percebi o que me estava a faltar. Tudo o que eu tinha feito até à data, tinha sido sempre a pensar “o que posso eu ganhar com isto?” e na realidade, quando as coisas deixavam de dar o que queria, a minha atenção começava a desviar para algo que fosse mais apelativo, ou aparentemente mais fácil de alcançar. Foi aqui que percebi que nada tem a ver com o que faço, mas sim com a forma como o faço, com a dedicação que coloco, com a obsessão por fazer sempre melhor. Foi exatamente daqui, que eu decidi dedicar-me a criar o melhor serviço para vender casas. Este é o meu novo ciclo de transformação, do qual espero que você faça parte. Porque eu já sei que vou conseguir criar o melhor serviço para vender a sua casa, a questão é:
Quer fazer parte desta história?