19/08/2026
🛡️ SINISTRO NO CONDOMÍNIO: quem faz o quê?
Quando surge uma infiltração numa fração, é natural querer uma solução rápida. Mas a existência de um seguro coletivo não significa que todos os danos estejam automaticamente cobertos — nem que a Administração consiga resolver o processo sem a colaboração dos envolvidos.
Na maioria dos casos, é essencial começar por identificar a origem do problema.
E muitas ocorrências entre frações resultam de situações relativamente simples: juntas e silicones degradados, falta de vedação em banheiras ou polibans, válvulas de escoamento desapertadas ou outras necessidades de manutenção no interior das habitações.
Por isso, um sinistro deve ser corretamente instruído desde o início.
📌 O condómino comunica, disponibiliza informação, facilita o acesso e intervém quando a origem está na sua responsabilidade.
📌 A Administração organiza, participa e acompanha o processo junto da seguradora e dos restantes intervenientes.
📌 A seguradora analisa o enquadramento e decide sobre a cobertura prevista na apólice.
Quanto mais completa for a informação e maior for a colaboração entre todos, mais eficiente poderá ser a resolução.
Um sinistro bem instruído resolve-se melhor.
No carrossel explicamos os principais passos e responsabilidades.
ARRUMA | Gestão de Condomínios
Organização, clareza e acompanhamento.