Diogo Vilas-Boas - KW Select

Diogo Vilas-Boas - KW Select Real Estate Agent na KW Select

Reconhecimento do trabalho efectuado! Agradeço a todos os que me ajudaram a conseguir este objectivo!
14/06/2022

Reconhecimento do trabalho efectuado! Agradeço a todos os que me ajudaram a conseguir este objectivo!

Hoje foi dia de ESCRITURA! Mais uns clientes satisfeitos! Apartamento T4 na Av. João XXI - "VENDIDO"!!
06/05/2022

Hoje foi dia de ESCRITURA!
Mais uns clientes satisfeitos! Apartamento T4 na Av. João XXI - "VENDIDO"!!

Hoje foi dia de Contrato de Promessa de Compra e Venda. Mais um apartamento T4 reservado!! Desta vez foi na Av. João XXI...
08/03/2022

Hoje foi dia de Contrato de Promessa de Compra e Venda. Mais um apartamento T4 reservado!! Desta vez foi na Av. João XXI (Lisboa)!! Estamos activos!!

A todos desejo um óptimo ano de 2022 cheio de saúde 🥂🥂!!
31/12/2021

A todos desejo um óptimo ano de 2022 cheio de saúde 🥂🥂!!

Feliz Natal cheio de saúde e coisas boas, e umas maravilhosas entradas no ano de 2022!!!
20/12/2021

Feliz Natal cheio de saúde e coisas boas, e umas maravilhosas entradas no ano de 2022!!!

14/12/2021

Red Select - Mediação Imobiliária, Lda 15760 KW Portugal - Descrição

Óptimo Apartamento T4 com 240 m2 no Edifício Veneto na Av. João XXI
14/12/2021

Óptimo Apartamento T4 com 240 m2 no Edifício Veneto na Av. João XXI

Red Select - Mediação Imobiliária, Lda 15760 KW Portugal - Descrição

16/04/2021

"Emigrantes portugueses procuram casa nas grandes cidades"

Os emigrantes portugueses que procuram casa no nosso país têm, na sua maioria, preferência pelas grandes cidades, Lisboa e Porto são as mais atractivas, revela estudo do idealista, que analisou as pesquisas efectuadas em português com origem em países de língua não portuguesa.

O distrito de Lisboa concentra 23,6% das pesquisas dos portugueses no estrangeiro, seguido pelo distrito do Porto (16,2%), Faro (9,3%), Setúbal (9,2%), Braga (8,8%) e Aveiro (5,6%). Seguem-se Leiria (4,2%), Santarém (3,5%), Viseu (3,2%), Coimbra (3,1%), Viana do Castelo (2,3%) e Ilha da Madeira (2,2%).

Por outro lado, os distritos que menos despertam o interesse dos portugueses no estrangeiro são Ilha Terceira, com 0,2% das pesquisas, seguida pelo distrito de Bragança (0,6%), Ilha de São Miguel (0,6%), Guarda (0,9%), Portalegre (1%), Beja (1,2%), Vila Real, Castelo Branco e Évora (1,5% nas três cidades).

Os emigrantes procuram, na sua maioria, imóveis à venda em todos os distritos, com 85% do total das pesquisas a nível nacional. Já em Lisboa, 27% das pesquisas realizadas foram para a procura de habitação para arrendar e no Porto, 17% para o mesmo fim.

No ranking das cidades mais procuradas desde o estrangeiro pelos portugueses, na primeira posição encontra-se Lisboa para todas as pesquisas com origem em França, Reino Unido, Alemanha, Espanha e Itália. Porto e Cascais também predominam as pesquisas realizadas, surgindo no Top5 dos mesmos países. Vila Nova de Gaia aparece na segunda posição para pesquisas feitas desde França e quarta desde a Alemanha. O Seixal é a quarta cidade mais pesquisa pelos portugueses no Reino Unido e Oeiras a quarta mais procurada desde Espanha e sexta desde Itália. Por último, o norte de Portugal está representado por Braga, surgindo na sexta posição das pesquisas com origem em França e Alemanha.

07/04/2021

Bonita casa de traça portuguesa do sec. XIX.

07/04/2021

O arrendamento jovem é o futuro imobiliário das cidades?

A forma como nós habitamos as cidades está directamente relacionada com o emprego e o nosso estilo de vida.
As novas tendências fazem-nos falar em emprego. Já não existe o emprego para a vida toda.

Verificamos uma mobilidade constante e a preferência por arrendamento por esse mesmo motivo. A transformação das novas gerações verifica-se a uma velocidade crescente. Os jovens já não estão dispostos a fazer empréstimos de longa duração. Verifica-se uma transferência dos imóveis para casas mais pequenas, isto é, habitações temporárias. Em termos de construção, os prédios velhos foram transformados em imóveis mais pequenos, de curta duração. Os prédios recuperados estão transformados em prédios de habitação para uso rápido. Todas estas mudanças nos levam a concluir que assistimos a uma indústria de «fast-food» imobiliária. Até a preferência por casas mobiladas sofre alterações. As casas já estão construídas numa única visão, na medida em que, a preferência por apartamentos já mobilados é notória. Os jovens não têm tempo nem paciência para mobilar.

A realidade é que a evolução natural das grandes cidades e a tendência passa por não comprar casa e pela escolha de prédios auto-sustentáveis. Os jovens não vão conseguir comprar imóveis nas grandes cidades, devido à instabilidade do trabalho e do preço. Este factor não vai mudar tão cedo. O próprio curso actual vai obrigar a adaptações. A própria construção vai ser direccionada para as necessidades de mobilidade dos jovens, e as próprias transações entre investidores vão sofrer alterações em termos monetários. As cidades vão deixar de ser dos portugueses e vão ser adaptadas. As pessoas estão a mudar e as cidades vão mudar com elas. Veja-se o exemplo de Lisboa que mudou e foi reajustada, em consequência da presença dos turistas.

Em tempos pandémicos, verificamos uma mudança da mentalidade. Os jovens vão acelerar a saída da cidade e vão escolher a periferia. Quanto aos construtores e investidores? Como é óbvio, vão ser forçados a ir atrás desta tendência e acompanhar o ritmo e a velocidade das mudanças de construção e localização dos imóveis.

A faixa etária mais jovem vai obrigar a uma exploração de um nicho de mercado específico e esses locais vão passar a ter mais oferta.

A própria lei tem vindo a alterar. No passado, o arrendamento era de 5 anos. Actualmente, a lei permite fazer arrendamentos de curto prazo. Como observamos, a lei já se adaptou. O que há 15 anos não era possível, verifica-se na conjuntura actual. E as mudanças vão continuar a acontecer.

Sem dúvida que a cidade vai ser para jovens, e para o arrendamento. A solução vai passar pela partilha dos imóveis, com pessoas que não conseguem, sozinhas, suportar as despesas de uma casa.

As rendas inacessíveis vão constituir uma dor de cabeça gigante e deixar de estudar vai-se tornar uma possibilidade cada vez mais crescente para quem quer adquirir a sua independência.

A verdade é que todas estas questões acabam por condicionar as escolhas, e, o apoio estatal torna-se cada vez mais importante na hora de arrendar casa. Adiar a vida de sonho e a saída tardia de casa dos pais, serão dois aspectos que irão determinar o arrendamento jovem.

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