30/06/2026
Se há uma coisa que aprendi ao longo dos meus 46, quase 47, é que raramente ficamos no mesmo sítio para sempre.
Eu, por exemplo, não nasci profissionalmente no imobiliário.
Antes disto passei por outras áreas, outros projetos, outras aprendizagens. Criei uma comunidade de empreendedoras pelo caminho, conheci pessoas extraordinárias e, sinceramente, não faço ideia de tudo o que ainda está para vir.
E ainda bem, porque as mudanças fazem parte da vida e dão-lhe cor!
Nem sempre são fáceis. Nem sempre são planeadas. Mas são quase sempre o sinal de que estamos a crescer, a aprender ou a procurar algo que faça mais sentido para a pessoa que somos naquele momento.
Talvez seja por isso que gosto tanto de trabalhar com casas.
Porque também elas acompanham essas mudanças.
Há casas para começar. Casas para crescer. Casas para recomeçar. E há casas que cumprem tão bem a sua missão que, a certa altura, nos ajudam a dar o passo seguinte.
No fundo, talvez seja por isso que nunca vi uma casa apenas como um imóvel.
Para mim, ela é quase sempre um capítulo da história de alguém.
E as histórias, felizmente, continuam a escrever-se. Em qualquer lado!