Mentty - A criar confiança entre Senhorios e Inquilinos

Mentty - A criar confiança entre Senhorios e Inquilinos A Plataforma que estabelece a confiança entre senhorios e inquilinos Imaginem o tempo que perde e que faz perder aos outros. A equipa

A nossa história
O mentty nasceu oficialmente em Novembro de 2012 na Fábrica de Starups, com o principal objectivo de mudar a maneira como as pessoas lidam com o sector imobiliário no que respeita ao arrendamento, e criar uma experiência de alta qualidade para todos os envolvidos. A ideia começou a tomar forma quando conversava com um amigo próximo que tinha herdado o negocio da família ou seja, c

erca de 50 imóveis no centro da cidade de Lisboa. O testemunho que me dava sobre a sua actividade era de certa forma assustador pois as dificuldades que tem na selecção dos seus potenciais inquilinos são enormes. Chega a reunir-se 3 vezes com o mesmo inquilino para poder formar uma opinião sobre o mesmo e até sobre a sua família. A quantidade de assuntos que tem que tratar diariamente respeitante à reparação e manutenção dos seus imóveis fazem-no passar o dia ao telefone. O tempo que tem que despender para emitir recibos e enviar cartas de atraso de pagamento de rendas, obrigaram-no a admitir um administrativo. Foi então nessa altura que começou a discussão sobre o desenvolvimento de um produto que ajudasse a resolver todos esses problemas. A equipa do mentty foi para a rua falar pessoalmente com senhorios para perceber todas as suas dores e começar a construir um conjunto de soluções que sirvam à maioria dos nossos clientes. Quando regressava-mos ao escritório discutíamos acesamente todos os assuntos e as perguntas não paravam:
- Porque é que os senhorios têm que perder tanto tempo na selecção dos seus potenciais inquilinos?
- Porque é que ainda existe tanto papel na gestão de arrendamento?
- Porque é que ainda há senhorios a emitir recibos manuais?
- Porque é que há tantos senhorios a recorrer a gestores de arrendamento para gerir o seu negocio?
- Porque que é que a maior parte dos senhorios não vai de férias? e as perguntas não acabavam………
Agora estamos completamente focados nas soluções para tornar todo o processo confiável, simples, muito seguro, disponível a qualquer hora e em qualquer lugar. Ao longo deste caminho queremos ajudar a criar melhores senhorios e melhores inquilinos. Juntos, poderemos tornar este processo incrível. Muito obrigado por ler a nossa história, esperamos que se junte a nós. Missão
A nossa missão é transformar radicalmente a experiência do arrendamento de imóveis, através de uma plataforma agradável, simples, transparente, com total privacidade e controlo de toda a informação. Os problemas que estamos a resolver afectam provavelmente qualquer pessoa num determinado momento da sua vida. Estamos a criar um produto que irá simplificar a vida de milhares de pessoas, e que acompanhará as profundas alterações que se estão verificar num sector antiquado e a necessitar de uma grande reforma.

23/07/2013

As repartições de Finanças iniciaram hoje a emissão dos comprovativos de carência económica que lhes foram pedidos por mais de 27 mil inquilinos. Este documento é essencial para que os arrendatários possam travar o aumento de rendas durante um período transitório de cinco anos, se estiverem dentro dos limites do Rendimento Anual Bruto Corrigido (RABC) considerado na nova lei do arrendamento que faz depender a renda de uma taxa de esforço.
Veja quem pode beneficiar deste regime.
Quem pode invocar carência económica?
Podem pedir junto das repartições de finanças um comprovativo de carência económica todos os inquilinos cujo rendimento anual bruto corrigido /(RABC) seja inferior a cinco salários mínimos anuais ou seja quem ganha menos de 33950 euros (considerando 485 euros x 14 meses x 5 anos).
Para quem está neste patamar de valores existe um travão geral que limita o aumento anual da renda a 1 quinze avos do valor patrimonial do imóvel. Mas aquilo que o efetivamente terá a pagar poderá ainda ser inferior, porque existe um esquema de taxas de esforço indexado ao rendimento mensal.
Que acontece nos rendimentos mensais até 500 euros?
As famílias que ganham até 500 euros por mês terão a renda limitada a 50 euros. Ou seja, a taxa de esforço com a renda da casa não pode exceder 10% do seu rendimento, o que significa que se atualmente já pagarem 45 euros, o senhorio apenas pode pedir mais 5 euros por mês.
E entre 500 e 1500 euros?
Nestes casos, a taxa de esforço não pode ir além dos 17%, pelo que um agregado com um rendimento mensal nesta ordem de valor poderá pagar de renda um máximo de 250 euros.

23/07/2013

O regresso desejado de um salão imobiliário altamente prestigiado
Há quase um ano, o então presidente da Comissão Organizadora do SIL 2012, o Dr. Paulo Sousa, da Caixa Geral dos Depósitos, disse, na cerimónia de entrega dos prémios do Salão Imobiliário de Portugal, que a vontade de regressar em 2013 era grande justificando esta vontade na clara necessidade que Portugal tem em ver o sector imobiliário a contribuir para a urgente recuperação económica do país.

Há um ano, sob o impacto para o sector imobiliário português de brutais aumentos dos impostos sobre o património e com perspetivas pessimistas, imaginar que o Salão Imobiliário de Portugal poderia, em 2013, renascer e ocupar um lugar de relevo como locomotiva da captação de investimentos que apenas aguardam destinos seguros para as respetivas aplicações, parecia uma quase utopia que, felizmente, conseguiu ganhar forma.

Tenho de agradecer à Caixa Geral de Depósitos nas pessoas dos respetivos administradores, agora que aceitei o desafio de suceder ao Dr. Paulo Sousa na presidência da Comissão Organizadora do Salão Imobiliário de Portugal (SIL 2013), a prova de confiança no sector que foi dada no apoio concedido à organização do presente ano deste grande evento. É um sinal positivo que merece este relevo especial e que, principalmente, abre janelas de esperança há muito fechadas.

Faço-o neste emblemático espaço realçando o patrocinador principal do SIL 2013, que volta a ser a Caixa Geral de Depósitos, pelo profundo significado que o apoio da CGD assume num quadro de grandes dificuldades para o sector e para o país, um apoio que vai para lá da viabilização da própria feira e que dá o exemplo, felizmente seguido por outras entidades que também estão neste barco, da manifestação de confiança que a nossa Economia carece.

Faço-o consciente que a minha escolha para assumir a presidência da Comissão Organizadora do SIL 2013, escolha que teve o natural aval da CGD, só podia concretizar-se neste cenário que há um ano não era dado como certo, apesar da grande vontade que havia em voltar à Feira Internacional de Lisboa para continuar a reafirmar este sector como um potencial suporte da recuperação do país.

Faço-o consciente de que o sucesso do SIL 2013 também poderá contribuir e muito para mostrar ao exterior que Portugal, apesar das dificuldades, é um país com futuro e um bom destino para investir, nomeadamente no imobiliário, não estando condenado a ser um Estado de soberania limitada assumindo-se, bem pelo contrário, como um dos pilares da própria reconstrução da União Europeia em geral e da zona de moeda única que integramos em particular.

Digo-o sem qualquer sombra de pecado ou pudor e com o orgulho secular de ser português e de saber ser português num processo de união política com a dimensão e a ambição da União Europeia, união política que não inviabiliza outras pontes como aquelas que nós, naturalmente, podemos e devemos fazer, por exemplo em direção ao mundo lusófono.

Luís Lima
Presidente da CIMLOP e da APEMIP

19/07/2013

Os serviços das finanças vão emitir, a partir de segunda-feira, as certidões do rendimento anual bruto corrigido (RABC), que fixam limites nas rendas de casas, na sequência da publicação esta semana da portaria correspondente, informou a tutela.

19/07/2013

A Confederação Portuguesa de Proprietários (CPP) lamentou hoje que a reforma do arrendamento urbano esteja a ser "travada" pela "inoperância" da Autoridade Tributária, que, por não certificar situações de carência económica, suspende as atualizações dos valores de rendas.

15/07/2013

As associações de proprietários defendem a continuidade da reforma do arrendamento urbano, considerando ser uma das mais importantes que o Governo conseguiu concretizar, enquanto os inquilinos assumem ser positivo se a instabilidade política levar a eleições legislativas antecipadas.

03/07/2013
03/07/2013

portugueses começam a optar pelo mercado de arrendamento

o inquérito mensal de conjuntura da associação dos profissionais e empresas de mediação imobiliária de portugal (apemip) revela que os portugueses procuram casas com rendas baixas, entre os 300 e os 500 euros e até inferiores a 300 euros. já no que respeita à compra e venda, os imóveis mais procurados têm valores situados entre os 75.000 e os 125.000 euros

tendo por base os dados das pesquisas efectuadas no portal casayes, o relatório indica que no primeiro trimestre de 2013, as intenções de procura de imóvel para arrendamento aproximavam-se dos 45,5%, e que, em alguns distritos, essa realidade atingia mais de metade das pesquisas efectuadas

já no que respeita a valores, a procura direccionada para o arrendamento residencial fazia-se, em 38,7% dos casos, entre os 300 euros e os 500 euros; em 37,8% para valores inferiores ou iguais a 300 euros, e em 14,4% dos casos entre os 500 euros a 750 euros

comparando a procura com a oferta no mercado, verifica-se “um certo desequilíbrio”, sobretudo no limite inferior. “de facto, apenas 10,9% dos imóveis para oferta no portal casayes registaram valores inferiores ou iguais a 300 euros, 43% têm valores compreendidos entre os 300 e os 500 euros, e 21,3% entre os 500 e os 750 euros”, diz o relatório da apemip

relativamente à compra e venda de imóveis, tanto a procura como a oferta estiveram, neste período, mais viradas para os apartamentos, em detrimento das moradias. por tipologias, a oferta concentrou-se maioritariamente nos t2 e t3, com crescente relevância dos t1. “em termos de segmentação da oferta residencial por valores de mercado para venda, foi possível constatar uma elevada concentração entre os 75.000 euros e os 125.000 euros (com 29,5%) e entre os 125.000 euros e os 175.000 euros (20,9%)”, revela a apemip

a representatividade do arrendamento tem vindo a crescer, atingindo os 7,3% (um crescimento de 2,0% relativamente a dezembro de 2012). no que respeita a valores, a oferta para arrendamento concentra-se maioritariamente entre os 300 euros e os 500 euros (43,1,9%) e os 500 euros e os 750 euros (21,3%)

A plataforma que estabelece a confiança entre senhorios e inquilino. Seja um Senhorio mentty!
02/07/2013

A plataforma que estabelece a confiança entre senhorios e inquilino. Seja um Senhorio mentty!

O Blog.
26/06/2013

O Blog.

Plataforma de gestão de arrendamentos. para senhorios e inquilinos.

Rendas habitacionais rondam em média os 235 eurosOs portugueses que têm casa arrendada gastam em média 235 euros mensais...
26/06/2013

Rendas habitacionais rondam em média os 235 euros
Os portugueses que têm casa arrendada gastam em média 235 euros mensais nos respetivos contratos, segundo dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Habitação.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/rendas-habitacionais-rondam-em-media-os-235-euros=f816171

Os portugueses que têm casa arrendada gastam em média 235 euros mensais nos respetivos contratos, segundo dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Habitação.

26/06/2013

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