Viver Algés

Viver Algés Nada é tão reconfortante como o regresso a casa, e por isso, a sua casa é, provavelmente, o maior investimento que fará na sua vida. Ligue. Posso ajudá-lo

Algés é o nosso bairro com vista para o Tejo! Como muitas toponímias portuguesas, é um nome de origem árabe, derivando da palavra "al-geis" – o giz; devido à existência de jazidas onde se procedia à extracção de giz no tempo da ocupação Muçulmana. Com mais de oito séculos no vocabulário luso, foi D. Afonso Henriques quem usou primeiro o seu actual nome ao fazer constar, nos documentos do novo rein

o de Portugal, a expressão “Reguengo de Algés” para identificar a parte que vai de Alcântara ao Jamor. Esta só seria elevada a vila em 16 de Agosto de 1991, tendo a freguesia sido oficialmente criada em 11 de Junho de 1993 por desmembramento da freguesia de Carnaxide. A minha experiência no mercado imobiliário local, e, ter ingressado numa empresa que possui as melhores habilitações e a melhor formação do sector, fazem-me sentir que estou munida de tudo o que preciso para ser uma mais-valia e um recurso para si, para a sua família e para os seus amigos. Pelo meu vasto conhecimento da zona, caso precise, posso recomendar-lhe um empreiteiro, um sapateiro, um técnico de gás, um restaurante, uma ama ou infantário, um dentista ou um advogado. Esta vila de 500 anos tem comércio local e serviços, feiras, supermercados, bons acessos rodoviários, bom acesso a transportes públicos, teatro, cinema, biblioteca, praia, jardins, serviços públicos, entre outros. Se está a pensar comprar ou vender o seu imóvel, serei o consultor a quem recorrerá em qualquer situação relacionada com o mercado imobiliário. Com os dias cada vez mais atarefados, seria excelente se nos conseguíssemos complementar uns com os outros!

10/03/2024

Ímpar - Jornal Público
Bem-estar, famílias e relações, moda, celebridades... Um mundo que não é fútil.

Publicado a 10 de março de 2024 por Barbara Wong

Mulheres, 50 anos depois, o que mudou?

A 3300 quilómetros de distância, a minha filha foi assistindo à Conferência PÚBLICO, na terça-feira, em Lisboa. E se já sabia que, no Estado Novo, as enfermeiras não podiam ser casadas, as professoras primárias tinham de pedir autorização ao Ministério da Educação para casar, e as mulheres autorização ao marido ou ao pai para trabalhar ou para sair do país, o que a surpreendeu, numa intervenção de Carmo Afonso, foi saber que os homens podiam matar as mulheres por questões de honra e não lhes acontecer nada. Para sermos rigorosos, e a advogada e cronista do PÚBLICO foi, o homem ia para o desterro seis meses e depois seguia a sua vida.

À noite, comentou com o namorado que isso acontecia antes do 25 de Abril e ele não quis acreditar, que era impossível um homem não ser preso e condenado a anos e anos de cadeia. "Impossível, estamos na Europa, vocês são europeus, não viviam num regime talibã", disse. Ela insistiu e ele contrapôs que era "fake" um homem não ser condenado, era uma questão de "agenda das feministas" ou daquela feminista em particular. Foi então que a conversa azedou e decidiram ir à procura de informação à Internet. Tudo se encontra e os ânimos acalmaram-se. Era verdade. Ele ficou "speechless", sem palavras.

Cinquenta anos depois, o que mudou? "É muito difícil dizer que depois do 25 de Abril houve uma conquista mais importante do que outra. O que as mulheres fizeram foi fabuloso. Mudámos completamente. Para isso, tenho de voltar atrás e dizer como era a situação das mulheres até essa altura. As mulheres eram espancadas e toda a gente achava normal. Foi uma mudança radical", responde, em entrevista, a directora por um dia, a escritora Maria Teresa Horta

Mas não está tudo feito, nem tudo adquirido. Susana Peralta recorda, em pequena, um vizinho que maltratava a mulher e lembra que não há dados passíveis de ser comparados com o resto da União Europeia sobre violência contra as mulheres. Vale a pena ler os trabalhos que fomos fazendo na última semana, que revelam que há ainda tanto por conquistar, para que — como dizem as mulheres que desfilaram num 8 de Março chuvoso e frio, na avenida mais multicultural de Lisboa — não sejamos "nem menos, nem mais, direitos iguais". Vale a pena ouvir a activista Manuela Tavares, que diz uma coisa tão curiosa: que foram as necessidades das mulheres que a fizeram compreender o que era o feminismo.

Atribui-se a Simone de Beauvoir a frase que "basta uma crise política, económica ou religiosa para que os direitos das mulheres sejam postos em causa" e eu atrevo-me a acrescentar que basta haver redes sociais pululadas de misóginos mascarados de jovens cool e bem-falantes para porem tudo em causa, da democracia à igualdade de género, saudosos do tempo dos bisavós, em que as mulheres eram submissas e ignorantes. Na conferência, no painel sobre partilha de tarefas, a advogada Catarina Brito Ferreira chamou a atenção para os adolescentes que ridicularizam as feministas, há um "ódio à emancipação das mulheres", confirma o autor Henrique Raposo. Hoje elas vão mais longe, seguem para o ensino superior, ao passo que eles são orientados para o profissional, refere a investigadora Virgínia Ferreira. "Vale a pena lembrar que até há bem pouco tempo fazia parte do código da atracção amorosa não só a submissão da rapariga mas também a sua ignorância", recorda Lídia Jorge na sua intervenção.

Diz Maria Teresa Horta que as mulheres são duras umas com as outras. "Foram ensinadas a isso durante gerações. É uma coisa que sei que se vai herdando." Por isso, na conferência, a advogada e activista Leonor Caldeira apela à sororidade: "50 anos de liberdade não chegaram para criarmos, em Portugal, um ambiente sólido de compreensão e de diálogo onde mulheres possam analisar e denunciar entre si as suas experiências de desigualdade e discriminação; em que mulheres se ouvem umas às outras, validam as suas experiências, apoiam-se entre si, defendendo-se da misoginia quotidiana."

​Na secção Ímpar, como não podia deixar de ser, as mulheres não foram esquecidas. Divulgámos um estudo, feito em 36 países, que conclui que as meninas arriscam menos na criatividade porque se sentem pressionadas para serem perfeitas (que mulher que não se revê...); publicámos um trabalho da Reuters sobre o impacto do filme Barbie não só no elenco, mas em adolescentes (há esperança!); e uma reportagem sobre as jovens chinesas não quererem ter filhos. Uma das razões? Eles não querem partilhar tarefas com elas e elas não estão para se sacrificar. Curiosamente, há uma semana, li um trabalho da BBC, em que as protagonistas eram sul-coreanas e as razões muito parecidas. A psicóloga Vera Ramalho instiga-nos a cuidar de nós e a médica Raquel Lopes Casal, da nossa saúde, física e mental.

Se hoje, nenhuma portuguesa precisa de pedir autorização para casar ou trabalhar, muitas continuam a ser penalizadas se quiserem ter filhos e atiram essa decisão para as calendas gregas, para corresponder às expectativas profissionais e progredirem nas suas carreiras. Em resumo, no que diz respeito às mulheres, nunca falamos de direitos adquiridos e é preciso lutar, dia após dia, para que os passos dados sejam sempre em frente, até que um dia não seja preciso assinalar o Dia da Mulher.

Boa semana!

PS: Nos últimos dias, navegámos ainda pelo mundo da moda. Fizemos um balanço da Semana da Moda de Paris; mostrámos antigas burcas do Afeganistão que foram transformadas em "peças de protesto" assinadas por Katty Xiomara; assinalámos os 30 anos de carreira do designer Dino Alves, conhecemos designers ucranianos, que vieram mostrar o seu trabalho na ModaLisboa. Neste certame, conhecemos ainda os vencedores do concurso Sangue Novo e muito mais. Esta noite, a Inês Duarte de Freitas fará a passadeira vermelha dos Óscares.

Bárbara Wong

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Na Marinha Grande, já se contam pelas mãos os mestres vidreiros em atividade. Da produção científica à artesanal e indutrial, as queixas são as mesmas: não há pessoas em Portugal a querer trabalhar o vidro. Representantes do sector temem que a indústria esteja em risco e alguns dizem mesmo...

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Fotografia de Eduardo Portugal.

1950 Vista sobre a praia de Algés a partir do palácio Foz, postal com fotografia de Eduardo Portugal.

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Pormenor do painel de azulejos do Palácio dos Condes de Tentúgal, séc. XVII com vista de Algés - colecção no Museu do Azulejo

Na actual Rua Major Afonso Palla, ergueu-se outrora uma pequena fortificação dos finais do século XVII princípios do séc. XVIII, cujo nome era dedicado a Nossa Senhora da Conceição, padroeira de Portugal. Das muitas fortificações construídas na barra do rio Tejo para proteger a entrada de navios inimigos no seu estuário e alcançar a capital portuguesa, o Forte de Nossa Senhora da Conceição de Pedrouços, como era designada aquela zona ribeirinha de Algés, foi construído no início do séc. XVIII com o objectivo de tornar mais eficaz a defesa contra um eventual desembarque espanhol nas águas do Tejo, na chamada defesa das "Praias" (designação dada à época para a região entre as ribeiras de Algés e Jamor).
Fonte: http://historiaschistoria.blogspot.pt/2015/04/o-forte-de-nossa-senhora-da-conceicao.html

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As memórias de uma casa de praia
O palácio anjos era a casa de praia da família Anjos. E como uma casa de férias tinha uma cozinha, uma sala de bailes ou quartos para descansar.
Mais tarde foi transformado no Centro de Arte Manuel de Brito que guarda uma importante coleção de obras de arte. Será que se olharmos atentamente conseguimos descobrir onde ficavam as várias divisões do palácio?
Para isso temos de descobrir onde estará escondida uma receita da antiga cozinha, um movimento dançante da sala de bailes, um sonho bem guardado de um dos quartos de dormir ou uma paisagem vista da janela grande.
Marcações prévias de segunda a sexta, das 10h00 às 16h00.
Condições de acesso: Grupos Escolares - gratuito
Público: 1º e 2º ciclo (6 aos 12 anos)
Duração: 60 min.
Lotação: 1 turma (25 crianças)
Todo o ano durante os períodos lectivos (5ª ou 6ªf)
Horário: 10h00 - 11h00


Vem visitar o Gato Félix
Sabias que temos um gato muito especial aqui no CAMB? Queres conhecê-lo e ouvir as histórias que ele tem para contar? Ele também tem pistas e jogos que te vão ajudar a descobrir a exposição. Cá te esperamos.
Marcações prévias de segunda a sexta, das 10h00 às 16h00.
Condições de acesso: Grupos Escolares - gratuito
Público: pré-escolar (4 a 6 anos)
Duração: 45 a 60 min.
Lotação: 1 turma (25 crianças)
Todo o ano durante os períodos lectivos (5ª ou 6ªf)
Horário: 10h00 - 10h45
http://camb.cm-oeiras.pt/homepage.aspx

11/06/2016

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17/05/2016

The Ribamar Palace is an eighteenth century building in Algés, built by Vimioso Count, D. Francisco de Paula Portugal. Now embraces the Municipal Library of Algés, the headquarters of Oeiras Dance Centre, the tourist office and the Municipal Gallery of Ribamar Palace.
The palace later belonged to the Marquis of Valencia and by inheritance to the Counts of Lumiar. In 1870 it was acquired by Cabral de Conde, going to their heirs, the Counts of Foz. Over the years had various owners and uses. In the years following World War I was where it ran the casino "The Splendid Foz Garden", which later took the name of St. Joseph of Ribamar. Ended in the 30s, it was during some following years, the holiday residence of Hintze Ribeiro. The occupation that followed was a high school, and already in the 40's headquarters Agricultural Hydraulics Board and finally the Preparatory School Bartolomeu Dias.
Purchased and restored by the Municipality of Oeiras.
Photos of cm-oeiras

11/05/2016

Presidente da República acaba de promulgar a lei que protege a casa de morada de família no âmbito de processos de execução fiscal.

Endereço

Algés
Oeiras
1495154

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 20:00
Terça-feira 10:00 - 20:00
Quarta-feira 10:00 - 20:00
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Sábado 10:00 - 20:00

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