Jorge Vieira consultor Imobiliário

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Jorge Vieira consultor Imobiliário Acredito no seu sonho , como tal vendo mais do que imóveis....

Era só um café e mais umas páginas.Entretanto, apareceu conversa. O café arrefeceu, foi preciso fazer outro e o livro fi...
12/10/2026

Era só um café e mais umas páginas.

Entretanto, apareceu conversa. O café arrefeceu, foi preciso fazer outro e o livro ficou aberto no mesmo sítio.

A leitura continua amanhã.

Um irmão recebeu a proposta por telefone. Outro leu uma mensagem resumida. O terceiro sabe o preço, mas ainda não ouviu ...
09/10/2026

Um irmão recebeu a proposta por telefone. Outro leu uma mensagem resumida. O terceiro sabe o preço, mas ainda não ouviu falar da data pretendida para a entrega.

Antes de discutirem se concordam, falta garantir que estão a falar da mesma proposta.

Quem ouviu apenas o preço pode estar pronto para aceitar. Quem conhece a data de entrega pode ter uma preocupação que os outros ainda não perceberam.

Para conversarem sobre a mesma base, vale a pena ter por escrito o valor proposto, as condições de pagamento, as datas pretendidas e as condições de que a compra depende, quando existirem. Por exemplo, uma proposta pode depender da aprovação de financiamento.

Peça a quem acompanha a venda que apresente estes pontos a todos e esclareça o que ainda falta confirmar. Assim, cada pessoa pode dizer com o que concorda e o que precisa de discutir, sem depender do que lhe chegou por outra pessoa.

Partilhe com quem está a acompanhar esta decisão consigo.

08/10/2026

Se houver novidades, aviso.” Para quem está à espera de vender, esta frase pode deixar muita coisa por saber.

Mesmo sem propostas, pode ter havido visitas, perguntas ou motivos que levaram alguém a não avançar. Se essa informação f**ar só com quem acompanha a venda, o proprietário continua sem perceber o que se passa.

Também pode não ter havido contactos, ou não ser possível saber porque alguém deixou de responder. Isso deve fazer parte do ponto de situação. Com essa informação, pode conversar sobre o que faz sentido manter ou rever na divulgação da casa.

Uma pergunta repetida pode revelar informação em falta no anúncio. Já uma visita sem proposta, por si só, não explica o motivo da desistência nem permite concluir que o preço está errado. O acompanhamento deve ajudá-lo a distinguir o que se sabe do que ainda precisa de ser esclarecido.

Se está a vender, que informação lhe faz mais falta durante a espera?

07/10/2026

Há dias em que um aviso no prédio resolve uma coisa prática: saber que a entrada vai estar ocupada durante uma entrega e poder sair uns minutos mais cedo.

Noutros, alguém recebe uma encomenda por si e poupa-lhe uma deslocação. Pequenas ajudas que f**am na memória de quem as recebeu.

Que gesto de um vizinho já lhe facilitou o dia?

06/10/2026

Depois de uma chamada sobre a venda, pode f**ar uma dúvida: a data foi combinada ou era apenas uma possibilidade?

Uma síntese escrita ajuda a distinguir as duas coisas. Deve permitir perceber o que ficou decidido, o que depende de confirmação e qual é o próximo passo.

É também uma oportunidade para detetar um mal-entendido enquanto ainda é simples esclarecê-lo. Se está a vender, pode pedir que lhe enviem essa síntese depois de uma conversa importante.

Imagem única

A chamada terminou.

O que ficou combinado pode f**ar por escrito.

O puzzle ocupa a mesa das refeições. Chega a hora do jantar e é preciso encontrar uma maneira de o tirar dali sem desfaz...
04/10/2026

O puzzle ocupa a mesa das refeições. Chega a hora do jantar e é preciso encontrar uma maneira de o tirar dali sem desfazer o que já está feito.

Se está à procura de casa e gostava de ter um espaço onde pudesse deixar essa atividade montada, vale a pena dizer isso nas primeiras conversas. Ajuda-me a perceber que tipo de divisão e de disposição devo ter em conta na procura.

Que atividade gostaria de poder deixar preparada para o dia seguinte?

Imagem única

Gostava de deixar o puzzle a meio

sem ocupar a mesa do jantar?

03/10/2026

Uma expressão como “a cozinha f**a equipada” pode deixar espaço para duas interpretações. Para uma pessoa inclui o frigorífico; para outra, esse é precisamente o eletrodoméstico que vai para a casa nova.

As fotografias do anúncio mostram como a casa estava quando foi fotografada. Por si só, podem não esclarecer quais das peças fazem parte do combinado. Até duas pessoas que viram as mesmas imagens podem ter entendido coisas diferentes.

Se houver um objeto que quer levar consigo, diga-me qual é. Posso ajudar a esclarecer esse ponto com quem compra, para que a mesma frase não deixe cada um à espera de uma coisa diferente.

Partilhe com quem está a organizar a mudança consigo.

Basta alguém se sentar no sítio “errado” para se descobrir que o sofá tinha regras.A ponta junto à janela. O lado do com...
02/10/2026

Basta alguém se sentar no sítio “errado” para se descobrir que o sofá tinha regras.

A ponta junto à janela. O lado do comando. A almofada que parece ter dono.

Também há lugares marcados aí em casa?

Imagem única

Ninguém escolheu os lugares do sofá.

Mas experimente trocar.

01/10/2026

Encontrar uma casa de que gosta pode tornar a mudança muito mais concreta. De repente, já está a pensar onde f**aria a mesa e quem f**aria com cada quarto.

Se a compra depende da venda da casa onde vive, convém levar essa informação para a conversa desde o início. Pode mudar as datas que consegue aceitar e os compromissos que faz sentido assumir.

Imagine que encontra uma casa disponível para entrar de imediato, mas ainda não tem comprador para a sua. Vale a pena perceber como conseguiria conciliar essas datas antes de avançar com uma proposta.

Na nossa primeira conversa, quero perceber que parte da compra depende da venda e que datas precisa de conciliar. A partir daí, podemos ver o que já está definido e o que falta confirmar, incluindo com um banco, se precisar de financiamento.

Se precisa de vender para comprar, envie-me a primeira dúvida que quer esclarecer.

29/09/2026

Há casas fechadas há anos por uma razão só: alguém fez a conta do imposto sobre a mais-valia, assustou-se, e a decisão ficou por ali.

O que mudou este ano é que o Decreto-Lei n.º 97/2026, de 20 de maio, abriu uma via de exclusão de tributação para quem reinvesta o valor da venda na compra de outro imóvel destinado a arrendamento habitacional.

Escrevo isto com cuidado de propósito. Não estou a dizer que vai f**ar isento. A produção de efeitos do regime ainda não está clarif**ada, e essa é a primeira coisa a confirmar. Depois há as condições, que são longas: prazos para reinvestir, prazo para arrendar, um limite de renda, e a obrigação de manter o imóvel arrendado durante anos. Vender antes disso faz cair o benefício, com juros. Há inclusive leituras diferentes do diploma quanto aos prazos, o que só reforça que isto se confirma caso a caso.

O que estou a dizer é outra coisa. Se a única razão para não vender era o imposto, essa razão mudou de forma. Não decida com base numa conta que fez em 2019 nem com base neste post. Confirme junto das Finanças, ou de alguém que perceba de fiscalidade, o que se aplica a si.

Se tem uma casa nessa situação, mande-me mensagem e vemos por onde começar.

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