Alexandre Coscarella Property Consultant

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21/12/2025

Realmente fiquei encantado com a cidade de Lisboa, cheia de turistas uma vida noturna bem movimentada com bastante opções de restaurantes, quem visita Portugal é obrigatório vivenciar esta experiência

Banca europeia quer apertar crédito habitação e admite novos limitesprocura por crédito habitação tem estado em alta em ...
21/12/2025

Banca europeia quer apertar crédito habitação e admite novos limites
procura por crédito habitação tem estado em alta em vários países europeus, com destaque para Portugal e Espanha, devido à melhoria das perspetivas do mercado imobiliário e às recentes quedas dos juros. Mas o recente inquérito aos bancos realizado pelo Banco Central Europeu (BCE) revela uma mudança: os critérios de concessão de empréstimos habitação deverão sofrer “um ligeiro aperto” até ao final do ano. O Banco de Espanha está, aliás, a estudar impor limites à concessão de hipotecas, devido aos elevados preços das casas.

Desde logo, “a pequena flexibilização líquida nos critérios de crédito para empréstimos imobiliários, prevista pelos bancos da zona do euro para o segundo trimestre de 2025, não se concretizou”, lê-se no Inquérito sobre Crédito Bancário do BCE relativo a outubro de 2025.

O que os bancos europeus reportaram é que os critérios de concessão de crédito para compra de casa f**aram “inalterados” nesse período. No nosso país, a banca revelou que “a concorrência de outras instituições bancárias contribuiu ligeiramente para critérios menos restritivos, mas sem impacto agregado”, indicou o Banco de Portugal (BdP) no mais recente Inquérito aos Bancos sobre o Mercado de Crédito já analisado pelo idealista/news.

“Para o quarto trimestre de 2025, os bancos esperam que (…) haja um ligeiro aperto dos critérios de crédito para empréstimos imobiliários” , Inquérito à banca do BCE

A nível europeu, há outro dado que salta à vista: no verão de 2025 registou-se o “primeiro aumento líquido desde o primeiro trimestre de 2024” na proporção de pedidos de empréstimos imobiliários rejeitados. Este poderá ser mesmo o primeiro sinal de mudança sobre a disponibilidade de concessão de créditos habitação por parte da banca. Mas há mais.

“Para o quarto trimestre de 2025, os bancos esperam que (…) haja um ligeiro aperto dos critérios de crédito para empréstimos imobiliários”, revela ainda o inquérito bancário do BCE. Isto quer dizer que poderá haver regras mais apertadas na hora de pedir um crédito habitação em vários países europeus. Portugal não deverá estar incluído, uma vez que a banca prevê que não haja alterações nos critérios de concessão de créditos da casa até ao final do ano.

Já Espanha pode estar neste leque de países. Isto porque, tal como noticiou o El País, o Banco de Espanha está a estudar a colocação de limites ao crédito habitação para travar o risco de surgir uma nova bolha imobiliária, numa altura em que os preços das casas estão em máximos e a concorrência entre a banca está elevada.

A medida, alinhada com recomendações europeias e já aplicada na maioria dos países da zona euro, pretende restringir a concessão de empréstimos habitação de elevado risco em Espanha, ativando limites de financiamento, taxa de esforço e duração do empréstimo, por exemplo. Agora, o Banco de Espanha está a definir o enquadramento técnico e político da decisão, procurando evitar um aperto excessivo do crédito, lê-se no diário espanhol. Por seu turno, a banca não espera grande impacto, uma vez que está mais rigorosa na concessão de hipotecas, mas teme maior carga regulatória.
Fonte: https://www.idealista.pt/news/financas/credito-a-habitacao/2025/11/10/72522-banca-europeia-quer-apertar-credito-habitacao-espanha-incluida
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14/12/2025

Que grata surpresa em Maia , uma atmosfera única que reforça a identidade cultural de Maia , este evento natalino atrai visitantes e turistas, realmente um excelente ponto de encontro para famílias e amigos, uma notável experiência

12/12/2025

Realmente inesquecível essa experiência onde você pode desfrutar com sua família esses Mercadinhos de Natal com som ambiente cheio de novidades e artesanatos de Portugal, Imperdível

10/12/2025

Imperdível esse espetáculo natalino que acontece na Rua Catarina em Porto, momento cultural que reúne milhares de turistas de todo mundo. Experiência única

10/12/2025

Mercadinho de Natal no centro de Porto, algo muito tradicional na Europa, mesmo com chuva os portugueses prestigiam sempre.

Maioria dos concelhos preferidos têm casas à venda acima de 300 mil eurosComprar casa em Portugal revela-se, hoje, um ve...
08/11/2025

Maioria dos concelhos preferidos têm casas à venda acima de 300 mil euros
Comprar casa em Portugal revela-se, hoje, um verdadeiro desafio devido aos altos preços sentidos, sobretudo, nos centros urbanos de Lisboa, Porto e Faro. Mas as famílias continuam a ter interesse em viver perto destas grandes cidades, com destaque para os municípios limítrofes da capital que voltaram a liderar a procura de casa a nível nacional. Acontece que, mesmo fugindo para as periferias, não se livram de suportar o elevado custo da habitação, que tende a subir por feito de contágio. Os dados mais recentes do idealista revelam que a grande maioria dos 50 municípios mais procurados para comprar casa têm preços medianos que superam os 300 mil euros.

Municípios junto a Lisboa voltam a liderar procura de casas à venda
O ranking dos 50 municípios mais procurados para comprar casa em Portugal no terceiro trimestre de 2025 volta a reforçar uma tendência já identif**ada no setor: o maior interesse continua centrado nos concelhos periféricos a Lisboa. A Amadora foi o município mais procurado de todos, seguido da Moita, Odivelas, Alenquer, Vila Franca de Xira, Oeiras, Barreiro, Sintra, Palmela e Loures. Já o próprio município lisboeta aparece na 12.ª posição.

A Grande Lisboa possui, aliás, 17 municípios entre os 50 mais procurados de todos para comprar casa a nível nacional – o único que não aparece na lista é Alcochete, que está em 53.º lugar, mostram os dados do idealista/data relativos ao verão de 2025.

A Área Metropolitana do Porto, por seu turno, tem apenas sete concelhos entre os que despertam mais interesse para adquirir habitação, com o primeiro a aparecer na 13.ª posição: Paredes. A lista de territórios da Invicta f**a completa com Maia, Gondomar, Valongo, Vila do Conde, Matosinhos e Santa Maria da Feira. O próprio concelho do Porto está fora deste ranking, sendo apenas o 59.º mais procurado.

Outra grande ausência neste top50 de procura de habitação é a do concelho de Faro - ficou em 55.º lugar. Contam-se apenas cinco municípios algarvios nesta lista, ocupando sobretudo os últimos lugares: Vila Real de Santo António (34.º), Tavira (42.º), Portimão (44.º), Albufeira (48.º) e Silves (49.º). Os elevados preços das casas, que superam os 400 mil euros em termos medianos, podem ajudar a explicar.

Portanto, os dados mais recentes do idealista/data continuam a sugerir que a tendência de procurar casas à venda nos concelhos periféricos de Lisboa, Porto e Faro saiu reforçada no verão de 2025, o que pode ser explicado pelo facto destas localizações apresentarem preços da habitação mais baixos do que os centros urbanos, embora estejam altos por efeito contágio.
Ao analisar os preços das casas nos 50 municípios mais procurados, há uma realidade que salta à vista: a grande maioria possui casas à venda por valores acima de 300 mil euros (78% do total, o equivalente a 39 concelhos). Dentro destes, contam-se dez municípios onde comprar casa apresenta preços medianos que superam os 500 mil euros.

O concelho mais caro de todos é Cascais, onde o custo mediano de adquirir habitação excede os 1,3 milhões de euros no terceiro trimestre de 2025. Logo a seguir está Oeiras (738 mil euros), Albufeira (708 mil euros) e Lisboa (695 mil euros), mostram os mesmos dados.

Muitos destes municípios mais caros para comprar casa acabam por estar apenas ao alcance das famílias mais endinheiradas ou investidores, acabando por f**ar na segunda metade do ranking da procura. Ou seja, o interesse torna-se menos expressivo devido aos altos preços. É o caso de Albufeira, que está a 48ª posição. Óbidos é outro exemplo, sendo o quinto mais caro para comprar casa (630 mil euros) e f**ando no 41.º lugar no ranking da procura.

Ainda assim, 11 municípios dos mais procurados para comprar casa apresentam preços inferiores a 300 mil euros. E dois pertencem à Grande Lisboa: Barreiro (290 mil euros) e Moita (267 mil euros). O mais barato de todos entre os que despertam maior interesse entre famílias e investidores é mesmo Castelo Branco, com o custo mediano da habitação a situar-se nos 151 mil euros, seguido da Covilhã (176 mil euros).

Fonte: https://www.idealista.pt/news/imobiliario/habitacao/2025/11/06/72299-maioria-dos-concelhos-preferidos-tem-casas-a-venda-acima-de-300-mil-euros?utm_medium=email&utm_campaign=news_weekly&utm_campaigntype=retention&utm_creation=news_weekly_20251107&utm_date_send=2025-11-0707:59:57&utm_link=m1LeerMasNode72299&utm_project=visitGeneration&utm_recipient_id=wF5sOHR3cwb2N7T6HY34GDp/dluUUP5tvhI30x6DG%20Tl3yW5CSIFS9/LINqe8WNo&utm_recipient_list=3&utm_source=newsletters
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25% do crédito habitação concedido até setembro teve garantia públicaOs jovens até aos 35 anos já utilizaram cerca de 40...
30/10/2025

25% do crédito habitação concedido até setembro teve garantia pública
Os jovens até aos 35 anos já utilizaram cerca de 40,3% do montante total atribuído para a garantia pública na compra de casa, que representou 25,3% do total de crédito à habitação contratado até setembro.

Segundo dados do Banco de Portugal (BdP) divulgados esta quarta-feira, dia 29 de outubro de 2025, desde o início do ano já foram utilizados 478 milhões de euros ao abrigo deste regime que permite ao Estado garantir, enquanto fiador, até 15% do valor da transação.

Entre janeiro e setembro foram feitos 79.850 contratos, num montante de 13.703 milhões de euros, para a compra de habitação própria permanente, sendo que mais de um quinto foi no âmbito desta garantia.

Até setembro, houve 17.758 contratos para compra de habitação própria permanente por mutuários até aos 35 anos e que tiveram aprovação para a compra sob esta iniciativa, tendo representado 22,2% do total e 3.472 milhões de euros (ou 25,3% do total concedido).

Entre todos os jovens até aos 35 anos, foram celebrados 43.797 contratos e concedidos 8.113 milhões de euros em crédito habitação, o que signif**a que os contratos ao abrigo da garantia representaram 40,5% dos novos créditos e 42,8% do volume contratado até esta idade.
Apenas em setembro, foram celebrados 2.423 contratos, no valor de 496,9 milhões de euros, através da garantia pública, representando 25,9% do total de contratos e 29,2% do montante atribuído.

Os contratos ao abrigo da garantia representaram ainda 47,3% dos créditos contratados por jovens até aos 35 anos e 48,9% do montante.

Segundo o BdP, nas regiões do Alentejo, Beira Baixa, Lezíria do Tejo e Terras de Trás-os-Montes, até setembro, mais de metade dos contratos de crédito habitação própria permanente celebrados por jovens foram contratados com a garantia do Estado.

Em sentido inverso, o peso das casas adquiridas por jovens com recurso à garantia foi menor na Grande Lisboa e na Região Autónoma da Madeira, representando cerca de um terço.

A garantia pública para o crédito habitação a jovens até 35 anos (inclusive) aplica-se a contratos assinados até final de 2026 e permite ao Estado garantir, enquanto fiador, até 15% do valor da transação.
Pode beneficiar desta garantia no crédito habitação quem tenha entre 18 e 35 anos de idade (inclusive) e que esteja a comprar a primeira habitação própria permanente cujo valor não exceda 450 mil euros.

Os beneficiários não podem ser proprietários de prédio urbano ou fração de prédio urbano e não podem ter rendimentos superiores aos do oitavo escalão do IRS (cerca de 81 mil euros de rendimento coletável anual).

Fonte: https://www.idealista.pt/news/financas/credito-a-habitacao/2025/10/29/72348-estado-assegura-25-do-credito-habitacao-concedido-ate-setembro?utm_medium=email&utm_campaign=news_daily&utm_campaigntype=retention&utm_creation=news_daily_20251030&utm_date_send=2025-10-3007:03:30&utm_link=m2LeerMasNode72348&utm_project=visitGeneration&utm_recipient_id=wF5sOHR3cwb2N7T6HY34GDp/dluUUP5tvhI30x6DG%20Tl3yW5CSIFS9/LINqe8WNo&utm_recipient_list=3&utm_source=newsletters
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Na prática, e conjugando esta garantia com as regras para a concessão de crédito habitação, a medida permite que os jovens consigam obter 100% do valor da avaliação da casa, em vez dos 90% de limite que vigoram para a generalidade dos clientes.

Os jovens até aos 35 anos já utilizaram cerca de 40,3% do montante total atribuído para a garantia pública na compra de casa, que representou 25,3% do total de crédito à habitação contratado até setembro. Segundo dados do Banco de Portugal (BdP) divulgados esta quarta-feira, dia 29 de outub...

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